26 de janeiro DE 2026 ||| 2ª feira ||| dia da gula ||| "aquele que não perdoa, destrói a ponte sobre a qual, ele mesmo, deve passar” (George Herbert) |||

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O Dia da Gula é celebrado anualmente em 26 de janeiro. A gula é um dos sete pecados capitais, de acordo com a algumas doutrinas religiosas, estando relacionada com a condição de egoísmo do ser humano, quando este deseja ou obtém algo para além do necessário, apenas pelo prazer de possuir tal coisa. O Dia da Gula, no entanto, não tem nenhuma conotação religiosa, mas serve para alertar sobre um grave distúrbio alimentar que acomete as pessoas que consomem grandes quantidades de comida como uma compensação por se sentirem sozinhas, incompletas ou fracassadas em alguma outra área de suas vidas. Neste caso, a gula pode desencadear vários problemas de saúde, como a obesidade e o aumento do colesterol que, por sua vez, podem provocar problemas cardíacos e respiratórios, por exemplo. As pessoas que sofrem de gula devem seguir algumas regras para tentar evitar o instinto guloso, como: Evitar jejuns prolongados; Não fazer refeições com muita fome; Refeições saudáveis a cada três horas; Evitar rodízios e self-services; Ficar atento ao consumo de guloseimas; Praticar exercícios físicos regularmente; Ingerir fibras e proteínas; Manter-se sempre hidratado.


Mariano José Pereira da Fonseca, primeiro e único visconde com grandeza e marquês de Maricá (Rio de Janeiro, 18 de maio de 1773 – Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1848), foi um escritor, filósofo e político brasileiro (https://pt.wikipedia.org/wiki/Mariano_Jos%C3%A9_Pereira_da_Fonseca)


sábado, 8 de julho de 2023

No Nordeste é diferente, é assim que a gente fala.





V
ige Maria! Adorei fazer esse post. Minha memória foi longe. Estive lá na minha infância e adolescência; nas praias ainda preservadas de Piedade, Pina, Candeia e Boa Viagem. Nas ruas do Recife - Aurora, Nova e Imperatriz; Conde da Boa Vista, Rua do Sol e Concórdia. Que saudade!
Tudo isso eu revivi ao ler o texto abaixo - um cordel - que evoca expressões ainda hoje faladas por lá. São muitas. Recebi o cordel por e-mail e sem indicação de autoria (um mal dos nossos divulgadores). Todavia, pesquisei e "descobri" o autor. Chama-se Ismael Gaião da Costa e seu perfil está no final do post. 
Foi muito feliz o cordelista, por sinal um escritor com muito material produzido. Para não ter duvidas quanto ao texto original, visto que existem muitas versões na internet, publiquei-o como está na página dele no Recanto das Letras (clique no logotipo abaixo) que é onde se encontra a maioria de sua produção literária. 
Disse que ele foi muito feliz e não completei a frase... O que o Ismael conseguiu no seu cordel foi compilar um numero enorme de expressões que são utilizadas no dia-a-dia do povo nordestino, notadamente nos sertões de Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Sergipe; e não só como linguagem falada nas classes menos favorecidas. As expressões que estão no cordel são utilizadas por todas as categorias pessoas. Algumas mais conhecidas outras menos dependendo da região.
Até hoje falo muitas delas e já sai de Recife desde 1970. Expressões como Oxente, Pirangueiro, Pipoco, Fuxico, Arretado, Avexado e tantas outras são comuns no palavreado com os meus amigos. Uma delícia que faço questão de não perder. 
Tenho certeza de que muitos leitores já conhecem o texto, mas inumeros outros não o leram ainda. Várias expressões estão consagradas nas novelas da Rede Globo onde os atores se metem a falar o "nordestinês" e só conseguem um arremedo que é uma "borréia''. A propósito, até hoje não vi nenhum ator global (ou de outras redes) conseguir falar verdadeiramente com o sotaque regional do Nordeste.
Publico esse texto no blog como uma homenagem à minha infância, à minha terra e ao meu povo. Espero que apreciem.







16/6/2011


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