Doe seu sorriso

Doe seu sorriso

domingo, abril 25, 2021

Cantinho do TED - A sua linguagem




Estou, com este post, criando um novo espaço, uma nova tag na Oficina de Gerência. Vai se chamar "
Cantinho do TED".

Para que não conhece, o que é o TED? 

TED é o acrônimo para Tecnologia, Entretenimento e Design

É uma organização não lucrativa cujo lema é "Ideas worth spreading" (ideias que vale a pena disseminar). Essa disseminação se dá por meio dos "TED Talks" que são palestras de até 18 minutos com pessoas que têm algo muito interessante para compartilhar.” (definição no site oficial do TED- Clique aqui (para quem não lê em inglês, use a tradução do próprio Google).

Na imagem abaixo estão os dados oficiais do TED: 

No Brasil, assim como em vários países de todos os continentes, existe pelo menos uma organização derivada do TED. 

"A TEDx Brasil é uma versão independente, não é filial, mas sua metodologia é a mesma da instituição original. "O programa TEDx ajuda comunidades, organizações e indivíduos a produzir eventos no estilo TED em nível local. Os eventos TEDx são planejados e coordenados de forma independente, comunidade por comunidade, sob uma licença gratuita do TED."  Clique aqui para conhecer o TEDxSão Paulo. 

Muito bem, apresentado o TED - para quem não o conhecia -  vamos inaugurar o "Cantinho do TED" na Oficina de Gerência. A ideia é apresentar um post por semana, trazendo vídeos de palestras sobre assuntos que estejam contidos no "core business" do blog. As palestras podem ser em inglês com legendas ou no nosso idioma quando o palestrante for brasileiro. 

Escolhi com première no Cantinho do TED a palestra intitulada "Como a linguagem modela nossa forma de  pensar" (clique sobre o link do título). A palestrante é a cientista cognitiva Lera Boroditsky

É uma palestra que, certamente, vai fazer pensar quem a assistir.


"A beleza da diversidade linguística revela para nós a engenhosidade e a flexibilidade da mente humana". (Leraq Boroditsky)

quinta-feira, abril 22, 2021

Fuja do Stress; Importante não é Urgente.





Não vou aqui, ter a veleidade de escrever um artigo sobre estresse no sentido amplo do que ele representa na atividade humana. Se consultarmos o termo no Google  vamos encontrar 16.500.000 resultados, logo.... 

O meu propósito  é colocar o estresse no contexto da Oficina de Gerência e dar oportunidade, aos leitores,  de conhecer um pouco mais desse "vírus" que faz parte da condição humana  seja no ambiente do trabalho ou fora dele. Vamos lá?

 Está na Wikipédia: "Estresse (português brasileiro) ou stresse (português europeu) pode ser definido como:
  • (a) a soma de respostas físicas e mentais causadas por determinados estímulos externos (estressores) e que permitem ao indivíduo (humano ou animal) superar determinadas exigências do meio ambiente e 
  • (b) o desgaste físico e mental causado por esse processo."
No site Saúde e Vida On Line está lá escrito:

O que é o Estresse?

"O "ESTRESSE" é o resultado de uma reação que o nosso organismo tem quando estimulado por fatores externos desfavoráveis. A primeira coisa que acontece com o nosso organismo nestas circunstâncias é uma descarga de adrenalina no nosso organismo, e os órgãos que mais sentem são o aparelho circulatório e o respiratório.

No aparelho circulatório a adrenalina promove a aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia) e uma diminuição do tamanho dos vasos sanguíneos periféricos. Assim, o sangue circula mais rapidamente para uma melhor oxigenação, principalmente, dos músculos e do cérebro já que ficou pouco sangue na periferia, o que também diminui sangramentos em caso de ferimentos superficiais.

No aparelho respiratório, a adrenalina promove a dilatação dos brônquios(broncodilatação) e induz o aumento dos movimentos respiratórios (taquipneia) para que haja maior captação de oxigênio, que vai ser mais rapidamente transportado pelo sistema circulatório, também devidamente preparado pela adrenalina.

Quando o perigo passa, o nosso organismo para com a superprodução de adrenalina e tudo volta ao normal. No mundo de hoje as situações não são tão simples assim e o perigo e a agressão estão sempre nos rodeando. Por isso a reação do organismo frente ao stress é de taquicardia, palidez, sudorese e respiração ofegante. Pode haver também um descontrole da pressão arterial e provocar um aumento da pressão à níveis bem altos, mas não significa que a pessoa seja hipertensa."






Ou seja, todo mundo sabe o que é estresse e o que é "estar estressado(a)". E por que cargas d'água não conseguimos nos livrar dele? Sabemos o mal que ele nos causa; sabemos como é que o "adquirimos"; sabemos o que fazer para nos livrarmos dele ou pelo menos administrá-lo, mas não fazemos nada disso. Pelo menos a maioria de nós habitantes do planeta Terra não faz. Confesso que me incluo a contragosto nesta "multidão".

Pois bem, deparei-me com um belo artigo do palestrante e especialista em administração de tempo Christian Barbosa. Muito bem escrito e com boas colocações o artigo tem o dom de resumir e indicar saídas para amenizarmos o estresse do dia a dia. Eu gostei muito e por isto quero compartilhá-lo com vocês.

Ao final coloquei um vídeo que copiei do site Você Com Mais Tempo  (da revista Você S.A.) que é um dos mais interessantes e completos que hei visto nos últimos tempos. Vale a pena clicar e navegar por ele. Assista ao vídeo e conheça a diferença entre importância e urgência. Parece incrível, mas muita gente não sabe diferenciar as duas coisas. Saia dessa "turma" assistindo o vídeo.





Fuja do Estresse Diário



Todo mundo reclama que não tem tempo para nada, nem para cuidar de si mesmo, mas o corpo é extremamente sábio e quando ele quer, manda uma doença que faz você ficar de cama e ter tempo para você; nesse momento descobrimos que nem todas aquelas urgências eram tão urgentes assim, que boa parte da correria era apenas a nossa própria ansiedade querendo fazer acontecer.

Uma pesquisa realizada pelo laboratório paulista Fleury, com cerca de 2,7 mil funcionários, revela que o estresse, a obesidade e o sedentarismo são fatores que não só afetam a qualidade de vida das pessoas como interferem diretamente na produtividade delas no trabalho.

O estudo apontou que 11,7% dos entrevistados faltaram ao trabalho pelo menos um dia durante o período de três meses e 6,8% deles estiveram ausentes por quatro ou mais dias no emprego. “Esse índice de afastamento está ligado ao nível de estresse do profissional”, afirma Marcos Bosi Ferraz, coordenador do núcleo de pesquisa aplicada do Fleury. “Aqueles que apresentam estresse mais elevado, sem dúvida, acabam ficando mais tempo fora da empresa. Mesmo quem tem nível de estresse moderado possui o dobro de probabilidade de faltar em relação aos não estressados.” Uma amostragem com 600 pessoas, revelou que os problemas ligados ao trabalho (42,7%) são a principal causa de estresse, seguida dos financeiros (36,3%) e dos familiares (30,3%).

O pior desse cenário é que o trabalho não precisava ser tão estressante assim se adotássemos algumas pequenas dicas de produtividade diária. A principal delas é colocar momentos importantes pessoais durante nossa rotina de trabalho, como por exemplo, um almoço com a família e os filhos em um dia da semana, uma saída alguns minutos mais cedo para ir ao cinema com a esposa, um passeio no parque com o namorado, etc. Quando colocamos atividades com “sentido” em nosso dia a dia reduzimos a nossa sensação de estresse e começamos a ter mais prazer.

Outra dica é agir para reduzir as urgências criando atividades de prevenção, como por exemplo, analisar diariamente suas atividades para os próximos três dias e criar tarefas que evitem que algo se transforme em uma urgência. Anote a atividade e execute-a enquanto ela ainda é importante, e não está na esfera das urgências.

Evite acumular suas férias, e sempre que possível tire férias ao longo do ano, em períodos de 5 dias (que acabam se transformando em 9 dias com os sábados e domingos). Aproveite esses momentos para relaxar e recarregar as energias, esquecendo um pouco das tensões diárias.

É possível viver com menos estresse e mais qualidade de vida, é uma escolha consciente que você pode fazer ao invés de se tornar um refém das circunstancias e do estresse!
O autor do artigo, Christian Barbosa, é especialista em gestão do tempo e produtividade pessoal. Diretor da Tríade do Tempo, autor do Livro "A Tríade do Tempo" - Editora Campus. 

 


segunda-feira, abril 19, 2021

Roberto Carlos - 80 anos - Viva o Rei

Clique aqui e visite o site do Rei


Quem disse que o Brasil não tem realezas?

Temos duas. Dois grandes Reis; e um deles aniversaria hoje, ROBERTO CARLOS. O outro é o PELÉ. Raros os povos que veneram unanimidades em suas culturas. Roberto Carlos é uma delas, para nós os privilegiados brasileiros.

Hoje – 19 de abril - é o aniversário do Rei; oitenta anos. Não vou ter a veleidade de escrever sobre Roberto Carlos. Quero apenas registrar a minha homenagem ao artista que pontou momentos inesquecíveis em minha vida e na de milhões e milhões de fãs no Brasil e em muitos outros povos do planeta.

Poderia dizer que a minha geração (1945) foi privilegiada por viver em paralelo com a do Rei (1941). Errado! Roberto Carlos ultrapassou esse conceito geracional. Ele atinge hoje todas as gerações que o acompanham desde a década de 60 (se tiver interesse visite a página do Rei na Wikipédia - clique aqui).

Todos que viveram como adolescentes e jovens a partir dos anos 60 têm pelo menos uma música preferida no repertório de Robert Carlos. Diria mais, que a grande maioria tem várias preferidas.

Fazendo parte desse “clube” eu também tenho muitas favoritas, mas escolhi as três mais preferidas para colocar no post. Cada uma delas tem uma história para mim.

Que tal você escolher uma das suas preferidas e ouvi-la agora (clique aqui).


Nossa Senhora


Detalhes


Proposta (raridade de 1976)



terça-feira, abril 13, 2021

Max Gehringer - Máximas e Mínimas da Comédia Corporativa

Clique aqui se quiser adquirir o livro na Amazon
A imagem ao lado é a da capa de um livro (quase um livreto) do Max Gehring publicado pela Editora Gente há algum tempo. 

livro é todo composto de frases e historinhas corporativas. Todas bem humoradas (bem ao estilo do autor), mas que também embutem ensinamentos e provocam reflexões, que é o meu objetivo para os leitores da Oficina de Gerência.  

Tempos atrás publiquei alguns posts das páginas desse livro que fizeram sucesso entre os leitores do blog. O projeto era publicar grande parte do livro, mas não prossegui. Resolvi trazê-los novamente para a Oficina de Gerência dada a atualidade dos textos do mestre Gehring e pela oportunidade do lançamento recente de outro livro dele cujo título é  "Comédia Corporativa" (clique aqui para conhecer e comprar, se desejar)

Deverão ser vários os posts que irei produzir com as "Máximas e Mínimas". minha sugestão é  que aqueles apreciadores de livros, comprem-no (é só clicar aqui) e os demais podem procurar, no final da barra lateral do blog, a tag dos "Artigos de Max Gehringer" e escolher o post que desejarem.  Tem alguns por lá...

Coloquei abaixo, a imagem prefácio (texto) do livro:


Vejamos a máxima (ou mínima?) de hoje em duas figuras:










terça-feira, abril 06, 2021

Você é resiliente? Descubra logo para não perder seu emprego.




Resiliência (física) é a capacidade de um material voltar ao seu estado normal depois de ter sofrido tensão. A psicologia tomou essa imagem emprestada da física, definindo resiliência como a capacidade do indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse, etc. - sem entrar em surto psicológico. 
No entanto, Job (2003) que em sua tese de pós graduação para a FGV intitulada "Os sentidos do trabalho e a importância da resiliência nas organizações" argumenta que o conceito trata de uma atitude de tomada de decisão quando alguém se depara com um contexto de entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. Para quem se interessar pelo tema vale a pena deter-se e ler o trabalho citado.
Tais conquistas, face essas decisões, propiciam forças em quem tem de decidir para enfrentar a adversidade. Assim entendido, pode-se considerar que "a resiliência é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano, condições para enfrentar e superar problemas e adversidades." [texto retirado da Wikipédia]
Tenho algumas resistências em adotar conceitos "emprestados" de outros campos do conhecimento para servirem de apoio às "novas" ideias abraçadas por pesquisadores, autores de livros corporativos, consultores e palestrantes. E cada vez elas aparecem mais no universo corporativo. Eu as denomino de "nomes novos para conceitos velhos". A conceituação de "resiliência" não foge à regra, mas nesse caso eu a aceito bem, pois a comparação é bem colocada.
Veja ao lado uma definição de resiliência que extrai do trabalho de Fernando Job citado acima.
Tudo (ou quase) colocado na mesa, a nova caracterização para resiliência foi assim aceita, assumida e aplicada pelas empresas no mundo corporativo. Sendo uma característica de indivíduos fatalmente a resiliência é considerada uma particularidade pessoal e por consequência também passa a ser um atributo corporativo.
É mais ou menos assim: um profissional será tanto mais resiliente quanto mais experiencias estressantes tiver enfrentado e superado. A cada nova experiencia adversa superada ele ficará mais resistente e preparado para enfrentá-las. Esse personagem armazenará energias e vivências para cada vez mais saber comportar-se e equilibrar suas reações em meio às transformações e crises que venham ocorrer em sua carreira no futuro. Com as empresas seria a mesma situação. Ao conjunto dessas "camadas superpostas" de sobrevivência e sucesso da-se o nome de resiliência. Alguma similaridade com alguns conceitos como "veterano", "tarimbado", "duro na queda"... Vamos em frente.
Por consequência pode-se concluir que uma empresa ao conseguir reunir um grupo de empregados resilientes, principalmente em cargos de chefia, terá mais resiliência e assim estará melhor preparada para mudanças e enfrentamento de crises futuras. Simples assim? Nem tanto...
Na verdade há um exercito de estudiosos na área comportamental pesquisando a respeito dessa “habilidade” de empregados e empregadores conseguirem “armazenar” energias pela superação de situações estressantes e ameaçadoras em seus ambientes profissionais.
Com esse fundamento é logico que todos querem ser “resilientes”; ou então trabalhar em empresas com a marca da resiliência. Há muito que se conhecer sobre o assunto. Por enquanto trago-lhes esse artigo publicado no site da HSM dedicado à “Produtividade”.
O artigo em si traz alguns bons conceitos, mas no final se perde um pouco em definições comuns e no estilo autoajuda. Vale a pena a leitura para quem esteja curioso de saber se é ou não um... Resiliente.

Este post foi originalmente publicado em 21/05/2011. Resolvi atualizá-lo pela qualidade do tema e pelo número de acessos que recebeu desde a sua primeira aparição no blog. Realmente é um tema instigante.



Tempo dos resilientes
Mais do que ser competente, eficiente e eficaz, antever os problemas e ser proativo, hoje o diferencial do profissional é ser resiliente. Veja a razão e aprenda como desenvolver esta característica na vida pessoal e profissional


Clique aqui e visite a home page
Quase sempre me pego entre os encantos e devaneios do mundo de hoje, porém, nem sempre chego a uma conclusão. Ainda assim, tenho a convicção da grande dificuldade que o ser humano contemporâneo tem em lidar com suas frustrações.
Como sempre digo, pensar os problemas e as dificuldades tem sido uma tarefa fácil aos pensadores. No entanto, acredito na busca das soluções por meio da resiliência – uma difícil estratégia de equilíbrio.

A resiliência é um termo advindo da física e traz em sua essência a ideia de que uma estrutura elástica tem a capacidade de ser deformada ou esticada, voltando sempre a sua forma original. Para nós psicólogos, esta é a grande habilidade que o ser humano deve ter para administração de situações de conflitos e crises nos dias de hoje.

Alguém resiliente é capaz de passar por grandes momentos de dificuldade, tais como: traumas, situações estressantes, conflitos e crises dos mais diferentes tipos. O resiliente consegue sair destas situações positivamente transformado, como se tivesse atravessado o “inferno” e retornado de lá melhor estruturado.

É impressionante a quantidade de situações frustrantes e de conflitos que conseguimos administrar. Ser competente, eficiente e eficaz, antever os problemas e ser proativo são apenas algumas das características que, atualmente, são fundamentais para que sejamos bons profissionais. Mas, o que realmente tem sido um diferencial é a capacidade de resiliência que uma pessoa pode ter.

Mas talvez a complexidade em ser resiliente esteja nos elementos que a estruturam, muito mais do que na ação em si. Uma das principais características do resiliente é quanto a sua auto-estima, a qual não privilegia suas capacidades, mas a compreensão de suas limitações, fazendo com que exista um equilíbrio das forças, aliado a satisfação de suas próprias cobranças pessoais.


O desequilíbrio entre auto-estima e cobrança pessoal pode ser o grande desencadeador de conflitos, ou em alguns casos, até de patologias do psiquismo. Possivelmente a melhor estratégia para alcançar este equilíbrio seja a busca pela flexibilidade, não frente aos comportamentos do outro, mas sim a sua própria forma de agir no mundo.

Compreendendo isto como um fato, o passo seguinte é estabelecer relações humanas mais favoráveis, onde o dar e receber se torne natural e não apenas uma obrigação social ou mesmo uma estratégia formalizada. 

Ao entendermos que lidamos com pessoas e não com processos ou procedimentos, internalizamos outras possibilidades, as quais nos dão acesso a uma maior gama de ações na solução dos conflitos.

Buscar um pensamento independente é a próxima instância após percebermos a ampliação do universo no qual estamos inseridos. Ao pensarmos em um contexto profissional, a quantidade de variáveis que surgirão ao adequarmos nossas relações humanas nos criará novos papéis e possibilidades, que se não nos permitirmos pensar, toda ação irá por terra. 

Confira abaixo algumas dicas para se manter resiliente: 

http://3.bp.blogspot.com/_okPNlJ1Lc4o/SuukrGhBOBI/AAAAAAAAAAU/Uih6f8NozyY/s400/resiliente.jpg
Esta imagem não está no artigo original


*Mantenha a mente aberta.

*Não se esqueça de manter o bom humor, pois este ingrediente é o diferencial dos vencedores. Quem alimenta o ódio e o rancor, além de não alcançar seus objetivos, corre o risco de adoecer precocemente. 

*Busque perceber o tempo todo seus próprios sentimentos, pois desta maneira não será pego de surpresa por momentos incontroláveis. 

*Aproveite e esteja atendo aos sentimentos das pessoas a sua volta, pois esta poderá ser sua “arma secreta” para evitar conflitos. 

*Mantenha-se sempre compromissado com a vida, vivendo plenamente seus planos e objetivos, podendo ressignificá-los a qualquer tempo, ou seja, refazer seus projetos.

Por fim acredito em três princípios básicos para a vida, os quais também servem aos resilientes:
  1. Priorize-se – você em 1º lugar pode fazer bem ao mundo todo!
  2. Recomece sempre – você sempre pode reescrever a sua própria história.
  3. Nunca desista – sempre há uma saída.
Autor- Maurício Figueiredo (Psicólogo e Pedagogo, pós-graduado em Luto. Consultor em Recursos Humanos. Psicólogo do Centro de Apoio Social da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Diretor do Instituto Atena de Psicologia Aplicada - http://www.mauriciofigueiredo.blogspot.com/)


Como ilustração, para melhor entender esse conceito que com certeza ainda vai ser exigido como competência e envolver todos os profissionais no futuro, assista a seguir uma entrevista do autor do artigo ao site da HSM no YouTube. É bem interessante e ilustrativa.








domingo, abril 04, 2021

Experiência X Inexperiência - Entenda um pouco do que se trata...

Diz um eterno brocardo que uma imagem vale por mil palavras. Concordo 100% com ele.

Recentemente me deparei com um desses mini vídeos que circulam aos montes nas redes sociais. Divertido, como deve ser. Entretanto ao vê-lo tive um insight que resolvi trazer para o blog.

Assistam o vídeo antes de continuarmos. 




Vamos lá então. O que lhe ocorre quando procura entender o vídeo como um  storyboard?

O primeiro golfista ao deparar-se com o crocodilo se assusta e pula fora, para uma distância segura. Está correto. Reação natural perante uma situação de risco e inusitada. Não deixe de observar a calma do carregador de tacos que o acompanha. Deve conhecer o jacaré de longa data.

O segundo golfista vem calmamente, deve ter avistado a fera de longe, e se aproxima com toda a naturalidade, dá um peteleco na cauda do crocodilo e ele é que, assustado e em fuga, dá um pulo para dentro da água, seu habitat.

São duas cenas diferentes, mas aparentemente no mesmo PGA Tour. E acho que é o mesmo jacaré também. O que sugere essa diferença de atitudes entre os dois golfistas?

Podem, ser extraídas desse curto vídeo um número sem fim de interpretações. Só uma delas me interessa. Vamos lá? 

  • O primeiro golfista é inexperiente em situações inesperadas e bizarras como aquela. Por certo não esperava um jacaré num torneio de golfe e deve ter visto um pela primeira vez.
  • O segundo golfista, pelo contrário, demonstra ser experiente e com certeza já havia cruzado com aquele animal algumas vezes em torneios anteriores e nas mesmas circunstâncias.
  • O golfista estava muito à vontade. Sabia, e já deve ter feito o mesmo muitas vezes, que bastava um peteleco na sua cauda para ele se assustar e voltar para a água. E assim o fez sem sequer mudar de curso na sua caminhada.

Vamos analisar? O ponto que quero destacar é a diferença que a experiência faz, quando duas pessoas enfrentam, em condições semelhantes, circunstâncias atípicas, singulares e excepcionais em suas trajetórias.





Traga a historinha para uma situação real e podemos criar o seguinte cenário: 

  • dois executivos, com o mesmo currículo, são instados para resolver um difícil problema em suas corporações e lhes são determinados prazos e condições de trabalho iguais. Perder o prazo significa perder o contrato.
  • Findo o prazo um dos executivos apresenta a solução completa e o outro não conseguiu chegar ao resultado que se esperava de sua formação e currículo dentro da empresa.
  • Onde estava a diferença? Exatamente no traquejo de quem chegou à solução primeiro. Sobrava nele a experiência extracurricular, a bagagem para enfrentar situações de pressão e risco envolvidos
  • O outro, embora com um currículo técnico e acadêmico tão bom quanto, não tivera a oportunidade, por exemplo, de trabalhar em atividades várias enquanto estudante e viver experiências paralelas à vida profissional.
  • É assim que se forma o volume da experiência que vamos construindo ao longo de nossas vidas e carreiras.



sexta-feira, abril 02, 2021

Dicas para quem evoluiu no seu organograma pessoal.


Dicas para quem subiu de caixinha

Pretende subir na carreira? Assumir as próximas "caixinhas de cima"? Melhorar sua posição na hierarquia? Aceitou ótima proposta para mudar de empresa? Ou seja, vai crescer profissionalmente mudando de ares? É com você mesmo que quero conversar.

Para quem deseja e projeta enfrentar a ascensão na carreira e enfrentar a Fórmula 1 das corridas corporativas, tenho algumas dicas.

Antes devo dizer que tenho certa experiência nesse jogo. Coloco a modéstia de lado para dizer que fiz minha carreira galgando postos por promoções e méritos, sempre buscando crescer nas diversas corporações onde trabalhei. Veja meu perfil no LinkedIn clicando aqui .

Assim sendo, gostaria de passar-lhes aquelas dicas que prometi acima: 

  • Avalie, apurando todas as informações possíveis sobre o seu novo destino, se vale à pena e como conseguir o apoio do novo grupo que vai recebê-lo. Procure saber sobre o nível de comportamento; às vezes pode estar tão baixo (corrupção, insubordinação, desleixo) que não vale o sacrifício. É melhor pular fora e declinar da proposta. Ou seja não caia no  canto das sereias.
  • Se achar que compensa "enfrentar" a corporação (partindo do princípio de que ela é saudável) assuma a função e então não se movimente com muita agitação no início da sua gestão. Não modifique layouts, mesas e divisórias. E, se possível, nem as secretárias. Adapte-se primeiro ao ambiente que encontrar. Você terá muito tempo para cuidar destas “miçangas” e "enfeites dos pequenos poderes"...

  • Nos primeiros dias deixe o ritmo antigo fluir. Seja muito mais um espectador do que um ator. Não se dê a conhecer facilmente, não tenha e nem faça "confidentes". Eles se transformarão em "clientes" e lhe “venderão” aos colegas; e depois será difícil desatendê-los.
  • Estude muito e tudo a respeito da sua nova função. Pergunte muito e queira saber tudo, do tipo Quem? Quando? Onde? Por quê? Como? Só depois de haver mapeado a sua nova "selva" arrisque-se a explorá-la mais profundamente.
  • Surpreenda sempre com suas atitudes e decisões. Não se deixe ser previsível. Seus novos comandados procurarão sempre descobrir um padrão de comportamento em você.
  • Se o grupo lhe “conceder” o “certificado” de líder (sim, isso mesmo! ser líder é ser portador de um "certificado" concedido pelos liderados) finalmente chegará o momento de colocar sua marca pessoal nas operações do setor. Não perca essa oportunidade. Aja rápido. É uma zona de transição que passa como um bólido à sua frente. É neste ponto que você fará as modificações que julgar necessárias e escolherá seus “colaboradores de confiança”.

A propósito, assista o vídeo abaixo com a consultora, palestrante, Youtuber e autora de livros Maria Fernanda Amaral que aponta, nos seus conceitos, "As 5 Regras de Ouro Para Subir na Carreira



  • Não descuide um só dia de manter a pressão no ponto certo para conseguir a produtividade exigível. Aquela história de “matar um leão por dia” é verdadeira. Escolha o "leão do dia" e concentre-se nele. Se você não “matar o leão de hoje” ele vai persegui-lo para lhe devorar amanhã; e já serão dois para matar... Imagine o que ocorrerá quando você não der conta de matar todos os leões que se acumularam nos dias anteriores!

  • Embora seja importante, não valorize muito o "dar exemplos pessoais" de pequenos comportamentos e valores dos tipos: chegar antes de todos e sair depois; ser rigorosamente pontual; ser intolerante com pequenos erros e coisas que tais.
  • É mais importante você desenvolver seu trabalho e se fazer respeitar por seu estilo pessoal de convivência e definir com clareza os seus níveis e critérios de exigências nas relações profissionais e nos resultados. Seja verdadeiro, sem truques e maquiagens.
  • Respeite profundamente todos os seus subordinados, Sejam de que níveis da hierarquia forem. Goste deles, escute-os sempre com atenção e se interesse pelos seus problemas. Da mesma forma não fuja dos problemas. Eles são a grande alavanca que movimenta sua ascensão em qualquer setor da vida profissional e pessoal

  • Esteja atento à "radio-corredor", mas não valorize além da conta as informações que recebe dessas... "fontes". Procure saber as origens mais importantes das "notícias" e fique de olho nelas. Os executivos de alto nível são vítimas naturais das fake news. Quanto menos você se importar com o "noticiário" ele terá menor impacto. Não o despreze, mas não o valorize.
  • Finalmente, lembre-se sempre que lealdade é via de mão dupla. Não a reclame se não pode retribuí-la no mesmo nível. Também não exija performance de quem não tenha capacidade de cumpri-la. Lembre-se da famosa frase de Vinicius de Moraes: "Não peça muito a ninguém, porque ninguém tem muito para dar".


Para colocá-lo nas posições de destaque são muitos os padrinhos, mas depois que você estiver lá dentro da jaula, sozinho com as feras, não vai aparecer ninguém para ajudá-lo. Será você e suas circunstâncias, como disse Ortega e y Gasset




(Artigo de Herbert Drummond)