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domingo, 31 de outubro de 2010

Quantos anos você ainda vai viver? Quer saber?

E
 ste post é muito interessante. Trata diretamente da expectativa de vida de cada um que queira responder ao questionário. Gostei da forma com que o site "Minha Vida" (clique no logotipo abaixo) tratou do tema. 
A questão da expectativa de vida dos brasileiros tem sido tratada com muita atenção ultimamente. Aliás, não só no Brasil, mas em todo o planeta. A vida tem ficado mais longa e isso gera uma série de paradigmas novos em relação aos conceitos de saúde e das políticas publicas nos países e nas corporações.
Inquestionavelmente estamos caminhando para a existência de uma maioria de pessoas acima de 60 anos em médios e longos prazos. E como será isto? Ninguém sabe as respostas. No momento atual as pessoas com mais idade ainda sofrem muita discriminação por parte da sociedade dominante onde é prevalente o comando politico e corporativo nas mãos dos cidadãos mais jovens (idades abaixo dos 50 anos).
No teste abaixo eu apresento algumas partes  (imagens) do questionário elaborado pelos médicos Luciano Pontes de Azevedo e José Paulo Ladeira. Quem clicar na primeira imagem de apresentação terá acesso às questões. É só ir respondendo e ao final clicar no link indicado para receber o resultado das respostas.
Dai em diante o site apresenta a expectativa de vida que surge das respostas. No exemplo criei um personagem e fui respondendo aleatoriamente às perguntas apenas para chegar aos resultados. É logico que fiz a minha expectativa e vi que preciso melhorar muito os meus hábitos saudáveis para chegar onde quero. 
Pelo resultado do questionário o site vai passando dicas e indicações para o  autor das respostas do tipo "Parar de Fumar" ou "Reduzir o consumo de fast food " e informando as razões. Como não custa nada responder ao questionário acho que vale à pena. Alguma coisa de útil será aproveitada com certeza.




http://msn.minhavida.com.br/avaliacao/Content/imagens/logoMV2009.gif"O objetivo desta avaliação é alertar você sobre alguns fatores do seu dia a dia que podem afetar a sua longevidade. Esta avaliação da expectativa de vida não tem caráter diagnóstico e não substitui nenhum tipo de consulta individual, realizada por especialistas. Todas as informações oferecidas são baseadas em levantamentos científicos e em estatísticas nacionais. No entanto, o impacto efetivo de cada uma das variáveis aqui avaliadas pode variar de pessoa para pessoa. O resultado traz uma estimativa de longevidade para o conjunto da população que apresenta respostas semelhantes." (Texto de apresentação do teste reproduzido da pagina do questionário)






Doenças tropicais atingem 1 bilhão de pessoas (BBC)

Informação importante que não devo deixar passar sem registro. Peguei no site da BBC. As doenças tropicais ainda estão longe do controle por parte das autoridades que cuidam da saúde das populações do mundo. 
Estas doenças, tipo mal de Chagas e dengue ainda afetam o numero absurdo de um bilhão de pessoas em 149 países do mundo, mas de forma “silenciosa”, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O que dizer sobre isso? E o Brasil está mal nessa foto.
Leiam o artigo e preocupem-se como eu fiquei. Acho simplesmente incrível que tais doenças quase medievais ainda estejam "circulando" entre os seres humanos do planeta. Por favor, leiam a matéria da BBC para se manterem informado.

Doenças tropicais negligenciadas afetam ‘silenciosamente’ 1 bilhão de pessoas, diz OMS

Dengue não foi controlada na América Latina, diz relatório
Doenças tropicais geralmente negligenciadas, como o mal de Chagas, a lepra, a dengue e a leishmaniose, ainda afetam cerca de 1 bilhão de pessoas em 149 países do mundo, mas de forma “silenciosa”, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira pela OMS (Organização Mundial da Saúde).
Aedes aegyptiO Brasil é apontado no relatório como tendo incidência da maioria das 17 doenças tropicais listadas, que podem causar problemas como cegueira, úlceras e cicatrizes, dor severa, deformidades e danos em órgãos internos e no desenvolvimento físico e mental do paciente.
O relatório afirma, no entanto, que o controle desses males, mais comuns em áreas rurais e em favelas urbanas, é “viável”.

Recomendações
A OMS pede a continuação da ajuda de empresas farmacêuticas no controle das doenças, recomenda que os sistemas públicos de saúde fiquem atentos a mudanças nos padrões das doenças por conta de fatores climáticos e ambientais e sugere a coordenação entre agentes de saúde pública e agentes veterinários – para controlar a incidência de raiva, por exemplo.
O órgão lista “sucessos” no controle de males, como a erradicação da doença conhecida como “verme da Guiné”, não por conta de vacinas, “mas por educação em saúde e por mudanças comportamentais”.
“Essas doenças debilitantes, às vezes horríveis, são muitas vezes aceitas como parte da vida das pessoas pobres”, diz Margareth Chan, diretora-geral da OMS. “Mas estratégias podem quebrar o ciclo da infecção, da deficiência e da perda de oportunidades que mantém as pessoas na pobreza.”

Brasil e América Latina
O Brasil apresenta incidência de males tropicais como dengue, mal de Chagas, raiva, conjuntivite granulosa, leishmaniose, cisticercose, esquistossomose, tênia, hidática policística e “cegueira dos rios".
O relatório diz que o Brasil vivenciou um aumento nos casos de leishmaniose desde 1999. A doença, antes mais comum nas zonas rurais, “agora também aparece em áreas urbanas”, por conta da migração de pessoas do campo às periferias das cidades.
“No Brasil, os cães são o hospedeiro do parasita” da leishmaniose, que provoca, entre outros problemas, febre, fraqueza e anemia.
No caso da dengue, a OMS afirma que a doença ressurgiu na América Latina porque as medidas de controle não foram mantidas após a campanha para erradicar o Aedes aegypti, seu principal vetor, durante os anos 1960 e 70. “Grandes surtos acontecem atualmente a cada três ou cinco anos”, afirma o relatório.



sábado, 30 de outubro de 2010

Carrtons da Semana - Barack Obama é a grande vítima.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjTCidhv4zQ33WnKE8wUbXCY65UAz-vItYUIok3GdTPLZmFd_MQ05PQP0bp7lCPQFAar91gPMwXfO8Vg4JuVZyPCyRciC51aa0G0-dxafA1Sdehq__XGhvPn38SlG-uL6VR8UKEOKH3gu0/s320/rir.gifA maioria das imagens abaixo foram retiradas do site da super-revista semanal norte-americana "Time Magazine", da "The Economist" e do "About.com".
São trabalhos de variados temas e vários cartunistas que abordam, com graça e a irreverência os fatos do dia-a-dia, os principais acontecimentos dos EUA e do "resto do mundo"
Desta vez não deu tempo de "traduzir" os dizeres dos cartoons, mas preferi solta-los assim do que ficar esperando (até não sei quando) para compartilha-los com os leitores. É o puro exemplo de não deixar que o "ótimo prejudique o bom"...
http://media.economist.com/images/images-magazine/2010/10/30/ld/20101030_ldp001.jpg
http://media.economist.com/images/images-magazine/2010/10/30/WW/20101030_WWD000.jpg
http://media.economist.com/images/images-magazine/2010/10/30/bb/20101030_bbd001.jpg
http://media.economist.com/images/images-magazine/2010/10/23/us/20101023_usd000.jpg
http://30.media.tumblr.com/tumblr_lani8pB9nk1qd65vgo1_400.jpg
http://27.media.tumblr.com/tumblr_laj4zkrYfO1qd65vgo1_400.jpg
http://30.media.tumblr.com/tumblr_l9xsqrzEoS1qd65vgo1_400.jpg
http://25.media.tumblr.com/tumblr_laakds5x0w1qd65vgo1_400.jpg
http://img.timeinc.net//time/cartoons/20101029/cartoons_02.jpg
Political cartoons
http://img.timeinc.net//time/cartoons/20101022/cartoons_01.jpg
http://0.tqn.com/d/politicalhumor/1/7/U/k/3/Palin-Politics.jpg

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Piratas cruéis "retornam" a Sevilha na Espanha (BBC)

Clique no link e visite o site da BBC-Brasil

Exposição na Espanha mostra crueldade da pirataria após século 16

Imagem do Ministério da Cultura Espanhol
Uma exposição na cidade de Sevilha, Espanha, está contando a história dos piratas que aterrorizaram os mares após o início das Grandes Navegações, no século 15.
Rompendo com as versões romanceadas popularizadas por filmes como Piratas do Caribe, a história real, que emerge de depoimentos originais registrados no período, é de violência e crueldade.
Os relatos falam, por exemplo, de El Olonés, um francês conhecido em seu tempo como o mais cruel dos piratas caribenhos. Ele abria o peito de sua vítima, arrancava seu coração e o comia diante da tripulação.
São 170 peças, entre documentos e maquetes, que contam a história do ponto de vista da Espanha.
O evento, intitulado Mare clausum, Mare liberum, La piratería en la América española (Mar Fechado, Mar Livre, A pirataria na América espanhola), está sendo realizado pelo Archivo General de Indias e teve sua data de encerramento adiada devido ao grande interesse do público. 

Versão Idealizada

"A imagem que chegou aos nossos dias mostra os piratas como aventureiros e até heróis", disse à BBC um dos guias da exposição. "A literatura e o cinema deram a eles uma aura romântica, mas a realidade era muito diferente".
"O título (da exposição) faz alusão às teorias que predominavam na Europa desde o descobrimento da América", explica o guia. "A Espanha apoiava a teoria do mar fechado, que lhe dava acesso exclusivo às novas riquezas, enquanto países como França e Holanda, que também queriam um quinhão do Novo Mundo, defendiam a teoria do mar aberto".

Franceses: Os primeiros

O primeiro caso de pirataria documentado ocorreu em 1522, quando o francês Jean Fleury interceptou a embarcação que levava os presentes do imperador asteca Montezuma ao conquistador espanhol Hernán Cortés.
Entretanto, o próprio Cristóvão Colombo tinha sido atacado antes, perto dos Açores, quando retornava de sua terceira viagem à América.
"Os primeiros a atuar foram os franceses. Os ingleses não apareceram até o final do século 16. Holandeses e dinamarqueses vieram depois do século 17", disseram à BBC as curadoras da exposição, Falia González e Pilar Lázaro.
"Foram três séculos de pressão constante sobre o tráfico marítimo mantido pela Espanha e de repetidos assaltos contra suas embarcações".
As Índias Ocidentais (como era chamado no período o continente Americano), eram um território imenso que a Espanha não podia povoar por completo, e os piratas estavam conscientes da debilidade e vulnerabilidade de seus portos.
A exposição detalha, por exemplo, a situação da cidade de Santa Marta, a mais antiga da Colômbia, destruída 20 vezes em um período de 50 anos.
Assim, aos poucos, as lendas de dragões e monstros que até então inundavam o oceano Atlântico deram lugar a uma fauna de personagens rudes e ambiciosos, tatuados ou amputados por espadas e canhões.
Mas havia vários tipos de piratas.

Imagem do Ministério da Cultura Espanhol
A ilha Tortuga era, na verdade, as Ilhas Cayman
De corsários a filibusteros

Os corsários eram piratas que assaltavam a serviço de um país, destacando-se, nessa categoria, ingleses e holandeses.
Para isso, recebiam uma licença especial, a Patente de Corso, que os autorizava a atuar contra os inimigos da coroa. O mais famoso deles foi Francis Drake.
"Drake era considerado um herói em seu país, chegando até a ser nomeado cavaleiro pela rainha Elizabeth Primeira", explicou o guia da exposição.
"Ele foi a segunda pessoa a dar a volta ao mundo cruzando o perigoso Estreito de Magalhães - depois de (Juan Sebastián) Elcano".
"Só conseguiu essa proeza graças ao piloto português Nuño da Silva, que conhecia a região, e a quem ele havia capturado em um ataque".
No Caribe, havia também piratas conhecidos como bucaneros. Seu nome vinha de bucán, um tipo de carne defumada que eles compravam com o produto de seus saques.
"Finalmente, havia os filibusteros (da palavra inglesa flyboat, veleiro rápido), considerados os mais malvados. Eram a soma de todos. Se dedicavam a fazer pilhagens, no mar ou em terra, e tinham sua base na ilha de Tortuga, a ilha dos piratas, hoje, Ilhas Cayman", acrescenta o guia.
Segundo o guia, os piratas da ilha de Tortuga formaram uma confraria que tinha seu próprio código de honra.
Segundo esse código, matar um membro da irmandade era um delito gravíssimo. Como punição, o assassino era amarrado ao corpo da vítima e a uma rocha antes de ser jogado no mar.

Imagem do Ministério da Cultura Espanhol
Mapa do castelo e do porto de Acapulco
Piratas Espanhóis

Embora a América hispânica fosse a mais atacada pelos piratas, também havia piratas espanhóis que entravam em confrontos com navios ingleses e portugueses, como é o caso de Benito Soto Aboal, o mais sanguinário.
Soto Aboal teria sido o último pirata do Atlântico. Em 1823, deixou um rastro de sangue no mar desde a cidade do Rio de Janeiro, de onde zarpou em um barco português.
Depois de comandar um motim, passou a abordar todos os navios que cruzavam seu caminho, entre eles, um barco americano que voltava do Canadá.
Em todos aplicava a mesma tática: matar toda a tripulação e afundar o barco.
Uma estragégia parecida com a do francês El Olonés (François l'Olonnais), o filibustero mais temido do Caribe.
Tinha fama de aventureiro e cruel, e dizia-se que ele havia acumulado muitas riquezas nas Antilhas.
Além de torturar seus prisioneiros, escolhia um para matar, arrancando o coração da vítima e comendo-o diante da tripulação.
Esse ritual cruzou o oceano e teria chegado às selvas mais profundas da América. Tão famoso se tornou o temido pirata que, segundo contam, uma tribo indígena que habitava uma região onde hoje está a Nicarágua teria reconhecido El Olonés.
"No Archivo General de Indias há um depoimento de um dos marinheiros que o acompanhavam. Segundo o relato, a tribo cortou (o pirata) em pedaços, assou-o e em seguida o comeu".
A exposição Mare clausum,Mare liberum, La piratería en la América española fica aberta até o dia 31 de outubro.