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François, Duque de La Rochefoucauld (Paris, 15 de setembro de 1613 – Paris, 17 de março de 1680) foi um moralista francês, François 6.º, príncipe de Marcillac e, mais tarde, duque de La Rochefoucauld, nasceu em Paris a 15 de setembro de 1613 e morreu na mesma cidade na noite de 16 para 17 de março de 1680. São de Rochefoucauld as famosas frases: "O orgulho é igual em todos os homens (ricos ou pobres), só diferem os meios e as maneiras de mostrá-los"; e "A hipocrisia é uma homenagem que o vício presta à virtude". {https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_de_La_Rochefoucauld}


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Arte com fita adesiva. Conheça Mark Khaisman (Obvious)

Não perco nenhuma oportunidade de navegar pelo Obvious. Tenho uma tag que é inteiramente dedicada a este que considero o blog mais fascinante do universo da blogosfera. 
É difícil resistir às reproduções de seus posts. Dá vontade de fazer um "cover" do Obvious pois sempre fico com a sensação de que muita gente ainda não o conhece e vem o desejo de compartilhar seus posts que são em sua maioria maravilhosos, como este abaixo.


Clique e tenha o prazer de navegar pelo Obvious

mark khaisman - artista de fita adesiva


A paixão pelo cinema levou o ucraniano Mark Khaisman a deixar a arquitectura de lado e a dedicar-se a uma coisa completamente nova: a arte de pintar com fita adesiva, de forma a que a sobreposição de camadas crie quadros originais, claro está, inspirados em imagens famosas de cinema.
A técnica é bastante simples de explicar: através da justaposição de um número diferente de camadas de fita adesiva, chega-se a sombras de intensidade distinta que, através da iluminação posterior, criam a ilusão de imagens reconhecíveis pelo espectador. Sendo um apaixonado pelo cinema, Khaisman recorre aos cenários dos seus filmes preferidos: O Anjo do Mal (de Jacques Lourcelles) e Os 39 Graus (de Alfred Hitchcock) são dois exemplos.
Khaisman chega a usar cem metros de fita e passa em média uma semana para realizar cada trabalho. Parte de um plano estruturado mas, a partir daí, o processo criativo pode levar a diversos caminhos, dependendo da motivação. Para ele, trabalhar com este material é como oscilar entre dois pólos - o do cálculo e o do aleatório - trabalhando para o fim último do reconhecimento, quer seja de uma sensação, de uma imagem ou de uma memória. Qualquer coisa como a existência de um trabalho de construção e desconstrução no mesmo quadro.
A inspiração para esta técnica surgiu-lhe da sua familiaridade com a pintura em vidro, que também tira proveito dos jogos de iluminação. Apercebeu-se, depois, que poderia continuar este diálogo com a luz, de uma forma completamente diferente, usando outros materiais além do vidro. Na fita adesiva encontrou a matéria-prima ideal para a projecção do seu trabalho.
Mark Khaisman reside actualmente em Filadélfia, Estados Unidos. Os seus quadros podem ser encomendados no seu website oficial. Enquanto que as reproduções de cenas cinematográficas previamente executadas custam 200 dólares, os quadros personalizados podem chegar aos 10 000.

http://www.khaismanstudio.com/





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