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Bertrand Arthur William Russell, 3.º Conde Russell (Trelleck, País de Gales, 18 de maio de 1872 — Penrhyndeudraeth, País de Gales, 2 de fevereiro de 1970) foi um dos mais influentes matemáticos, filósofos, ensaístas, historiadores e lógicos do século XX. Em diversos momentos, considerou-se liberal, socialista e pacifista, embora tenha admitido que jamais pertenceu a essas correntes num sentido profundo. Como divulgador da filosofia, Russell foi respeitado por muitos como um porta-voz da vida racional e da criatividade, embora as suas posturas em vários temas tenham sido controversas. Russell nasceu em 1872, no auge do poderio económico e político do Reino Unido, e faleceu em 1970, vítima de uma gripe, numa época em que o império já se havia desmoronado e o seu poder fora exaurido por duas guerras vitoriosas, mas debilitantes. Russell foi um pacifista e defensor do anti-imperialismo. Inicialmente, chegou a defender a pressão nuclear preventiva como forma de evitar conflitos maiores. Foi preso pelo seu pacifismo durante a Primeira Guerra Mundial. Mais tarde, concluiu que a guerra contra Adolf Hitler era um "mal necessário" e criticou severamente o totalitarismo estalinista, além de condenar o envolvimento dos Estados Unidos na Guerra do Vietname. Recebeu o Nobel de Literatura de 1950, "em reconhecimento dos seus variados e significativos escritos, nos quais lutou por ideais humanitários e pela liberdade de pensamento". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russell]
domingo, 13 de dezembro de 2009
COP 15 - Reportagem do Arquivo N (GloboNews)
Tian'anmen Square. Quem se lembra destas cenas?
O mundo todo ficou chocado com as raras cenas que conseguiam ser "exportadas" daquela praça e que imediatamente caiam na rede mundial para serem divulgadas e gerar protestos ao redor do mundo.
De lá para cá (e antes também) os protestos continuam ocorrendo e as repressões, com o uso desproporcional da força pelos governos alvos das manifestações, também. Brasilia é um exemplo. Na COP 15, certamente teremos repetição das cenas. Infelizmente a humanidade avançou pouco nesta encarniçada e eterna luta entre o diálogo e a violência.
Entretanto uma imagem maravilhosa, antológica, atravessou os tempos e resistiu como símbolo da luta entre a força e o idealismo; do confronto entre as ideias desarmadas e a força bruta das repressões...
Falo da cena daquele cidadão solitário que barrou, armado apenas dos seus ideais e sua coragem, a coluna de tanques que se deslocava para coibir a manifestação. Foram momentos que passaram imediatamente a fazer parte da historia universal.
Faço este post em homenagem àqueles que, apesar de todas as brutalidades que sofrem e das desvantagens nos confrontos que enfrentam ainda se dispõem a afrontar tanques, cavalos, balas de borracha e granadas de gás lacrimogênio para defender seus ideais e manifestar-se contra os erros dos poderosos. Agora mesmo, na COP 15 já temos os protestos em curso (clique aqui). Ainda bem que eles existem...
Assistam ao vídeo chines que correu o mundo e depois aos três outros vídeos - em sequencia - que fazem parte do programa que o Arquivo N da Rede Globo apresentou com o titulo de "O Massacre de Tiananmen: Vinte Anos Depois”.
sábado, 17 de maio de 2008
1968 - Um ano de transformações - (4)
"Pense em 1789 e você logo imaginará o início da revolução francesa. No século XX, 1945 entrou para a História como o marco do fim da Segunda Guerra Mundial e 1989 carrega a lembrança da queda do Muro de Berlim. Todos esses anos têm eventos tão únicos e extraordinários associados a eles que é fácil saber de imediato o que representam. No entanto, nenhum deles possui a aura de magia que acompanha 1968. Quarenta anos depois, 68 continua enigmático, estranho e ambíguo como um adolescente em crise existencial. Ele foi o ano da livre experimentação de drogas. Das garotas de minissaia. Do sexo sem culpa. Da pílula anticoncepcional. Do psicodelismo. Do movimento feminista. Da defesa dos direitos dos homossexuais. Do assassinato de Martin Luther King. Dos protestos contra a Guerra do Vietnã. Da revolta dos estudantes em Paris. Da Primavera de Praga. Da radicalização da luta estudantil e do recrudescimento da ditadura no Brasil. Da tropicália e do cinema marginal brasileiro. Foi, em suma, o ano do “êxtase da História”, para citar uma frase do sociólogo francês Edgar Morin, um dos pensadores mais importantes do século XX. Foi um ano que, por seus excessos, marcou a humanidade. As utopias criadas em 68 podem não ter se realizado. Mas mudaram para sempre a forma como encaramos a vida.O cantor americano Bob Dylan disse recentemente que 1968 foi o último ano em que todas as utopias eram permitidas e que hoje em dia “ninguém mais quer sonhar”. Numa simplificação, pode-se afirmar que o período simboliza a utopia de milhões de jovens rebeldes e cabeludos de acabar com a moral repressora da velha sociedade. Por si só, isso já seria grande o suficiente. Mas foi só isso? Para o escritor e jornalista Zuenir Ventura, autor de 1968 – O Ano Que Não Terminou, serão necessários muitos anos para que se entenda seu legado. “Ainda ninguém explicou por que tudo aconteceu naquele ano e de que forma o mundo absorveu os impulsos revolucionários daquela geração." [...] (Texto copiado do site da Revista Época. Para ler na íntegra clique aqui.)
Este é o quarto e último vídeo da série "1968 - Um Ano de Transformações" que a equipe do Programa Arquivo N, da GloboNews, está apresentando a cada semana, às quartas feiras.
Como no posts anteriores [1968 - Um ano de transformações - (1), 1968 - Um ano de transformações - (2) e 1968 - Um ano de transformações - (3)],tive que dividir o programa em dois vídeos por conta de limitações do Blogger. O último episódio da série sobre 1968 faz uma reflexão sobre os impactos de 1968 sobre os anos vindouros.
A GloboNews acertou em cheio ao produzir esta série e a Oficina de Gerência em aproveitá-la para os seu leitores. Não tenho dúvidas em dizer que os posts de "1968 - Um ano de transformações" são pontos altos do blog.
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.......... BBC/Português
.......... Portal Terra/Zuenir Ventura
.......... História/Voltaire Shilling
.......... http://especiais.globonews.globo.com/68/category/personagens-de-1968/
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sexta-feira, 9 de maio de 2008
1968 - Um ano de transformações - (3)



Este é o terceiro vídeo da série "1968 - Um Ano de Transformações" que a equipe do Programa Arquivo N, da GloboNews, está apresentando a cada semana, às quartas feiras. Muitas lembranças, muitas emoções... Para os mais jovens, história da melhor qualidade. Os sites colocados no final do post devem ser visitados para aproveitar a maravilhosa pesquisa que GloboNews produziu para o documentário.
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Imagem de uma avenida em Berlim, em 1968 e nos dias de hoje. Foi neste cenário que diversos estudantes se manifestavam contra o regime. A exemplo do que fizemos em Paris, fomos em busca deste local para retratar como é nos dias de hoje o que foi o palco dos movimentos de 1968.
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quarta-feira, 7 de maio de 2008
1968 - Um ano de transformações - (2)
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(primeiro vídeo) ...............................................................................(segundo vídeo)
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http://especiais.globonews.globo.com/68/category/personagens-de-1968/
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sexta-feira, 25 de abril de 2008
1968 - Um ano de transformações - (1)

Tenho o enorme prazer de apresentar aos amigos e visitantes da Oficina de Gerência um dos seus melhores posts. Trata-se do primeiro programa da série "1968 - Um Ano de Transformações" que a equipe do Programa Arquivo N, da GloboNews, está apresentando neste canal de televisão.Este primeiro programa da série está sensacional. Imperdível! Um trabalho técnico padrão Globo e uma produção que não economizou para apresentar entrevistas com os personagens da época, vídeos, fotos, comentaristas e tudo mais que o público tem direito. Com certeza essa série será premiada em algum festival de vídeo-jornalismo.
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quinta-feira, 24 de abril de 2008
1968 - Um ano de transformações. (Abertura)
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Conforme compromisso que assumi com os leitores do blog iniciarei amanhã (25/04) a série "1968 - Um ano de transformações" que a equipe do Programa Arquivo N, da GloboNews está apresentando naquele canal de televisão. Já consegui capturar o primeiro programa que foi apresentado no dia 16/04 e disponibilizado ontem (23/4)..
"Sarah Haffner, engajada nos movimentos de 1968 em Berlim, se envolvia principalmente nas questão dos direitos femininos. Filha de Sebastian Haffner (pseudônimo de Raimund Pretzel) considerado o mais bem sucedido autor de história da Alemanha e um dos mais importantes jornalistas do pós-guerra."
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"Wolfgang Kraushaar, cientista político, pertence ao Instituto de Pesquisas Sociais de Hamburgo e da Associação de cientistas alemães.
É considerado o cronista do movimento de 68. Desde 1977 publica artigos sobre o tema, além de ter vários livros sobre o mesmo assunto. O mais recente “Achtundsechzig. Eine Bilanz” [Sessenta e oito. Um balanço] foi publicado este ano."
















