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Joaquim José da Silva Xavier (Fazenda do Pombal, então sob jurisdição da Vila de São José del-Rei, batizado em 12 de novembro de 1746 – Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792), conhecido como Tiradentes, foi um militar e ativista político do Brasil, notabilizado por sua participação na Inconfidência Mineira, conspiração de caráter separatista contra o domínio de Portugal. Atuante nas capitanias de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, destacou-se como um dos principais propagandistas das ideias emancipacionistas em um contexto marcado pela crise da economia mineradora e pelo aumento da pressão fiscal exercida pela Coroa portuguesa. Preso em 1789, foi julgado por crime de lesa-majestade e executado em 1792. Sua morte, inicialmente concebida como instrumento de repressão exemplar, foi posteriormente reinterpretada, sobretudo a partir da República, quando sua figura passou a ser associada ao martírio cívico e consolidada como símbolo político da nação brasileira. O dia de sua execução, 21 de abril, foi instituído como feriado nacional, e seu nome foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria. Sua trajetória e execução foram posteriormente reinterpretadas pela historiografia e pela memória política brasileira, que o consagraram como um dos principais símbolos da identidade nacional. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiradentes}




sábado, 17 de janeiro de 2009

Começa o bombardeio de Bagdá,pelos EUA, transmitido ao vivopela CNN (Guerra do Golfo - 1971)

Jornal do Brasil: guerra do Golfo

Um ataque aéreo contra Bagdá deu início à Guerra do Golfo. Os Estados Unidos haviam articulado uma coalizão com 33 países, que juntos atacariam o Iraque. Mais de meio milhão de soldados das nações aliadas foram para a região. O resultado foi a morte de 100 mil soldados e 6 mil civis iraquianos, além de 30 mil kuwaitianos, contra 293 baixas entre as tropas da coalizão. 
A Guerra do Golfo foi a primeira da história a ser transmitida ao vivo pela TV. Os 45 jornalistas confinados no hotel descreviam os primeiros bombardeios para cerca de 100 milhões de pessoas em 100 países. Os ataques duraram toda aquela madrugada.
O confronto começou quando Saddam Hussein, então presidente do Iraque, acusou o Kuwait de vender o petróleo a preços muito baixos, o que estaria causando prejuízo à economia iraquiana. Saddam também exigiu que o Kuwait perdoasse uma dívida de US$ 10 bilhões contraída durante a guerra contra o Irã e que pagasse uma compensação de US$ 2,4 bilhões por ter extraído petróleo dos campos fronteiriços de Rumalia. Como as reivindicações não foram atendidas, Saddam resolveu invadir o Kuwait e anexá-lo ao seu território. O objetivo do líder iraquiano era ampliar o seu domínio, incorporar os poços de petróleo do país vizinho e facilitar o acesso ao Golfo Pérsico. 

A anexação do Kuwait fez os preços do petróleo subirem e provocou o racionamento de combustíveis em vários países, inclusive no Brasil. A ONU condenou a ação iraquiana e impôs embargos comerciais àquele país, além de dar um prazo para a retirada dos soldados iraquianos do Kwait. Saddam desprezou as advertências e em janeiro o Conselho de Segurança da ONU autorizou os EUA e seus aliados a invadirem o Iraque. 

Novas tecnologias de guerra
Os gastos com a guerra chegaram a US$ 61 bilhões. Pela primeira vez foram usados tanques e outros veículos blindados com detectores de radiação infravermelha e sensores capazes de ampliar a luz das estrelas. A arma mais sofisticada foi o avião americano F-117, o caça invisível, projetado para não ser captado pelo radar inimigo.
O Iraque foi derrotado em fevereiro, mas antes de retirar-se do Kuwait destruiu poços de petróleo e despejou óleo no mar. 
Nos meses seguintes ao fim da guerra, Saddam sufocou rebeliões de xiitas e curdos, que tentaram derrubá-lo.
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