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Frase

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Esopo (Nessebar, 620 a.C. – Delfos, 564 a.C.) foi um escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares. A ele se atribui a paternidade da fábula como gênero literário. Sua obra, que constitui as Fábulas de Esopo, serviu como inspiração para outros escritores ao longo dos séculos, como Fedro e La Fontaine. Malgrado sua existência permaneça incerta e pouco se saiba quanto à origem de várias de suas obras, seus contos se disseminaram em muitas línguas pela tradição oral. Em muitos de seus escritos, os animais falam e têm características humanas. Biografia: O fabulista grego teria nascido no final do século VII a.C. ou no início do século VI a.C. Heráclides do Ponto na obra Acerca dos Samios, afirmava que Esopo nascera na Trácia. Em suas origens, porém, várias hipóteses foram formuladas: Frígia, Egito, Etiópia, Samos, Atenas, Sardes e Amório. A hipótese de sua origem africana hoje é bastante creditada: o mesmo nome "Esopo" poderia ser uma contração da palavra grega para "etíope", um termo usado pelos gregos para se referir a todos os africanos subsaarianos. Além disso, alguns dos animais que aparecem nas fábulas de Esopo eram comuns na África, mas não na Europa (devemos ter em mente a diferente distribuição na época de animais como o leão berbere, hoje extinto). Também deve ser notado que a tradição oral de muitos povos africanos (mas também dos povos do Oriente Próximo e dos Persas) inclui contos de fadas com animais personificados, cujo estilo muitas vezes se assemelha ao de Esopo.* Certo é que morreu em Delfos, tendo sido executado injustamente, segundo descreve Heródoto (Histórias, II, 134) e a Suda. Segundo Heródoto, Esopo foi escravo do filósofo Janto (Xanto), um cidadão de Samos, juntamente com uma outra escrava chamada Rodópis [https://pt.wikipedia.org/wiki/Esopo]

 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Ronaldo Boscoli conta histórias da "Bossa Nova".

29/01/1960 - As histórias da bossa nova

Jornal do Brasil: um novo ritmo chamado bossa nova
Ronaldo Bôscoli contou à repórter Miriam Lima de Alencar, do Jornal do Brasil, que o movimento bossa nova começou com pequenas reuniões familiares nas quais ele e outros rapazes mostravam suas composições, tocavam e cantavam. Naquela época, Carlos Lyra e Roberto Menescal, que também integravam o grupo, ensinavam violão e, com isso conseguiam novos adeptos para o novo ritmo.

O número de participantes aumentou tanto que os encontros antes realizados em salas pequenas foram para os salões. A primeira apresentação do conjunto, que contava ainda com Tom Jobim e João Gilberto, foi realizada em um clube israelita. Foi nesse local que apareceu escrito no quadro negro: "Hoje, João Gilberto e um grupo bossa nova, apresentando sambas modernos."

Tom Jobim confessou na época que não sabia o que era bossa nova. O maestro explicou entretanto que a expressão sempre existiu e que era antiga. "Noel Rosa já falava dela em seus sambas. Considero bossa nova tudo o que está a frente do seu tempo, e que é vanguarda em qualquer atividade". Como exemplos, Jobim citou Bach, Debussy, Villa-Lobos, Carlos Drummond de Andrade, Niemeyer e Juscelino Kubitschek, a quem ele chamou de "o presidente bossa nova".

Para Ari Barroso, no entanto, nunca existiu bossa nova ou bossa antiga, o que havia era apenas bossa. O compositor elegeu Tom Jobim como o papa do novo gênero musical. Segundo Ari Barroso, Tom conseguiu trazer o ritmo das escolas de samba para as orquestras de salão. E acrescentou: "O mesmo que eu fiz com a Aquarela do Brasil, que trouxe da marcação do tamborim para as grandes orquestras."

João Gilberto, o líder do movimento entre os cantores, podia ser encontrado todos os fins de noite no Bar Plaza, fazendo improvisações ao violão, por brincadeira. Um dia conseguiu tirar do instrumento uma batida diferente, uma marcação totalmente nova. Aos que perguntavam o que era aquele som respondia que conseguira aquilo acompanhando os requebros irregulares das lavadeiras de sua terra, Juazeiro, na Bahia.

O desafio de cantar no Rio
João Gilberto chegou ao Rio em 1954. Começou a carreira tocando e cantando na Rádio Tupi. Não achava gravadora que o aceitasse porque diziam que sua voz era esquisita. Nessa época acompanhava ao violão vários cantores, como Elizeth Cardoso, Agostinho dos Santos, Maísa e Silvinha Teles.

Tom Jobim quis ajudá-lo e o levou para a Odeon onde gravou Chega de saudade. O disco foi enviado para um disc jóquei de São Paulo, que se recusou a tocá-lo e ainda o quebrou em dois pedaços. A música foi lançada logo em seguida e tornou-se um marco da bossa nova. Na sequência vieramLobo Bobo e Desafinado, que o consagraram como intérprete.

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