recorde de visualizações

recorde de visualizações

||| 22 de abril DE 2026 ||| 4ª feira ||| descobrimento do brasil (oficial) e dia da comunidade luso-brasileira ||| "Um amigo sensato é um bem precioso.” (Homero) |||




 

Bem vindo

Bem vindo

Descoberta do Brasil ou descobrimento do Brasil é a designação tradicional do episódio da chegada da armada comandada por Pedro Álvares Cabral ao litoral da América do Sul em 1500, evento que resultou na incorporação do território à esfera de domínio do Reino de Portugal e marcou o início da presença europeia contínua na região que viria a constituir o Brasil. O avistamento da costa ocorreu nas imediações do Monte Pascoal, sendo a nova terra denominada inicialmente Ilha de Vera Cruz e, posteriormente, Terra de Santa Cruz. A data tradicional de 22 de abril de 1500 baseia-se na Carta de Pero Vaz de Caminha e corresponde a 3 de maio de 1500 no calendário gregoriano. A viagem cabralina integrava o movimento das navegações portuguesas voltadas à rota marítima para as Índias, aberta por Vasco da Gama em 1498, e inseria-se no processo mais amplo da expansão ultramarina europeia dos séculos XV e XVI, associado à formação do sistema comercial atlântico e à difusão do cristianismo. No plano jurídico e ideológico, a apropriação das novas terras foi posteriormente relacionada ao princípio conhecido como doutrina da descoberta, segundo o qual as monarquias cristãs reivindicavam soberania sobre territórios não cristãos, frequentemente desconsiderando as populações autóctones. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Descoberta_do_Brasil]


Umberto Eco (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016), foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro"). [https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco]


sábado, 24 de janeiro de 2009

Censura no Brasil começa a afrouxar e libera peça teatral "Calabar" de Chico Buarque após seis anos de proibição.

24/01/1980 - Peça Calabar é liberada pela Censura

Jornal do Brasil: Censura libera Calabar e Z
A peça Calabar, um elogio à traição, foi liberada depois de ficar seis anos proibida pelo Conselho Nacional de Censura. O espetáculo escrito por Chico Buarque e Ruy Guerra, dirigido por Fernando Peixoto, fora suspenso oito dias antes da estreia. O general Antônio Bandeira, da Polícia Federal, sem esclarecer os motivos, proibiu a peça, proibiu o nome Calabar do título e, ainda proibiu que a proibição fosse divulgada.
O empresário Fernando Torres gastou 30 mil dólares na produção, uma das mais caras do teatro brasileiro até então, com 40 atores no elenco e outros 40 profissionais nos bastidores. Torres disse que obtivera três meses antes da proibição a garantia dos órgãos de censura de Brasília de que o texto não seria vetado. 
O prejuízo foi enorme. Para recuperar parte do investimento, o produtor improvisou na época a montagem de outro texto já conhecido do público e liberado pela censura – A torre em concurso. Depois da liberação, Chico Buarque e Ruy Guerra reescreveram o texto original, considerado pelos próprios autores "muito metafórico e obscuro" e a peça entrou em cartaz. 
As músicas que compunham a trilha sonora de Calabar, como BárbaraAna de Amsterdan, Não existe pecado ao sul do Equador e Tatuagem, fizeram sucesso. A história foi publicada em livro e virou um best seller. A saga do comerciante Domingos Fernandes Calabar passava-se no século 17, durante a invasão holandesa em Pernambuco. Calabar preferiu ficar do lado dos invasores e contra a coroa portuguesa e tornou-se um herói.
O diretor da Censura em 1974, Rogério Nunes, esclareceu em ofício que "A peça teatral faz apologia da traição (...) Exalta a figura execrável do traidor Domingos Fernandes Calabar".

O filme Z também é liberado 
No mesmo dia, o Conselho Nacional de Censura liberou para maiores de 14 anos o filme Z, do diretor Costa Gavras, cuja proibição ocorreu em 1975. Zganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1969, com roteiro baseado no livro de Vassili Vassilikos e Yves Montand e Irene Papas no elenco. A história sobre a perseguição e assassinato de um líder de oposição da Grécia chegou às telas brasileiras com mais de 10 anos de atraso. 
Os membros do Conselho também aprovaram uma moção enviada ao então governador do Rio, Chagas Freitas, contra o fechamento do Teatro Opinião.
***************************************************************************

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.