12 DE DEZEMBRO DE 2025 ||| 6ª feira ||| Dia Mundial da Saúde Universal. ||| "A fé e a esperança nos fazem ver o invisível, crer no incrível e receber o impossível"(Pensador) |||

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O Dia Mundial da Saúde Universal, instituído pela ONU em 2012, é lembrado todos os anos em 12 de dezembro. A data destaca a importância da cobertura universal de saúde, garantindo que ninguém seja privado de atendimento por falta de recursos. Em 2025, o lema da campanha é “Custos de saúde inacessíveis? Chega!”, chamando atenção para os desafios que ainda persistem: milhões de pessoas continuam sem proteção adequada, enquanto outras enfrentam dificuldades financeiras para cuidar da própria saúde. Mais do que uma celebração, o dia é um convite à ação: governos, instituições e sociedade devem se unir para construir sistemas de saúde inclusivos, equitativos e sustentáveis. Afinal, saúde universal não é privilégio, é um direito humano fundamental.


Antonio Sebastiano Francesco Gramsci ( Ales, 22 de janeiro de 1891 – Roma, 27 de abril de 1937) foi um filósofo marxista, escritor, teórico político, jornalista, crítico literário, linguista, historiador e político italiano. Escreveu sobre teoria política, sociologia, antropologia, história e linguística. Foi membro-fundador e secretário-geral do Partido Comunista da Itália, e deputado pelo distrito do Vêneto, sendo preso pelo regime fascista de Benito Mussolini. Gramsci é reconhecido, principalmente, pela sua teoria da hegemonia cultural que descreve como o Estado usa, nas sociedades ocidentais, as instituições culturais para conservar o poder.

Visualizações no blog no mês de novembro/2025.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

General Ernesto Geisel foi o 1º presidente do Brasil a ser eleito pelo colégio eleitoral (1974)

Jornal do Brasil: general Geisel


O general Ernesto Geisel foi eleito pelo voto indireto presidente da República. Geisel assumiu a presidência no dia 15 de março, em meio à crise que precedeu o fim do Milagre Econômico. Naquele ano a inflação chegaria a 34,5% ao ano, e no fim do seu mandato, em 1978, a elevação de preços foi de 42%. 

Geisel foi o primeiro presidente eleito pelo Colégio Eleitoral, instituído pela emenda nº 1 da Constituição de 1967. O dispositivo modificou a forma de escolha do chefe da nação, e previu a criação de um Colégio Eleitoral, composto de membros do Congresso e delegados das Assembléias Legislativas dos Estados. A escolha foi feita entre duas chapas, com nomes indicados pela Arena e pelo MDB. O antecessor de Geisel, Emílio Garrastazu Médici, havia sido indicado pelo Alto Comando Militar e referendado pela Arena. O Colégio Eleitoral era formado por 503 integrantes - 412 do partido do governo e 91 da oposição.

Ernesto Geisel e o vice da Arena Adalberto Pereira dos Santos obtiveram 400 votos (84,04%) contra Ulysses Guimarães e Barbosa Lima Sobrinho, do MDB, que receberam 76 votos (15,96%). Vinte parlamentares votaram em branco e seis se abstiveram de votar. Embora o pleito fosse indireto, Ulysses Guimarães aproveitou a ocasião para percorrer o país, denunciando as eleições indiretas, a supressão da liberdade e a concentração de renda resultante do modelo econômico.

Presidente anuncia mudanças

Geisel anunciou que faria uma abertura democrática "lenta, gradual e segura". A estratégia foi formulada pelo presidente e pelo general Golberi do Couto e Silva, que havia voltado ao governo como chefe do gabinete civil da presidência. 

De acordo com esse projeto, realizou-se já em 1974 eleições livres para senadores, deputados e vereadores. Geisel reduziu o rigor da censura sobre os meios de comunicação e revogou o AI-5, ato institucional que cerceou as liberdades democráticas, que estava em vigor desde 1968.
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