||| 02 de junho DE 2026 ||| 3ª feira ||| Campanhas e cores do mês: Junho Vermelho: incentivo à doação de sangue - Junho Laranja: Dedicada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce da anemia e da leucemia - Junho Violeta: Focada no combate e na conscientização contra a violência à pessoa idosa. ||| "Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga". (Denis Diderot) |||

Bem vindo

Bem vindo

No mês de junho, destacam-se três principais campanhas nacionais de conscientização e saúde, cada uma representada por uma cor:Vermelho (Junho Vermelho): Campanha de incentivo à doação de sangue. O movimento visa manter os estoques dos hemocentros abastecidos, uma vez que as doações costumam cair durante o outono e o inverno devido ao aumento das infecções respiratórias. 14 de junho é o Dia Mundial do Doador de Sangue.Laranja (Junho Laranja): Campanha dedicada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce da anemia e da leucemia.Violeta (Junho Violeta): Focada no combate e na conscientização contra a violência à pessoa idosa.

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
Robert Louis Stevenson (Edimburgo, Escócia, 13 de novembro de 1850 – Vailima, Ilhas Samoa, 3 de dezembro de 1894), tendo nascido Robert Lewis Balfour Stevenson, foi um influente novelista, poeta e escritor de roteiros de viagem britânico, nascido na Escócia. Escreveu clássicos como A Ilha do Tesouro, O Médico e o Monstro, Raptado e As Aventuras de David Balfour. Considerado um dos mais importantes escritores britânicos do século XIX, está entre os autores mais traduzidos em todo o mundo. Foi, em vida, também um ativista político, crítico social e humanista. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson}

 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Max Gehringer - "Não é uma catástrofe"

Como manter seu emprego durante a crise (parte VI - final)

Não é uma catástrofe
.
RICARDO CORRÊA

Nos últimos 25 anos, o Brasil passou por cinco crises. Esta é a sexta

Por Max Gehringer

"Já passamos da fase em que nossas autoridades insinuaram que a crise era dos outros. Todos nós já estamos convencidos de que a crise é nossa também. Porque a economia brasileira depende muito das exportações e dos investimentos estrangeiros, duas coisas que diminuíram nos últimos meses.

O lado ruim é que toda crise sempre gera desemprego. Isso é uma desgraça? Uma tragédia? Uma catástrofe? Não. Essa é uma situação passageira. Nos últimos 25 anos, o Brasil passou por cinco crises. Esta é a sexta.

Segundo o IBGE, o Brasil tem cerca de 5 milhões de empresas privadas. Desde gigantes com mais de 50 mil colaboradores até micronegócios com apenas um funcionário. Juntas, essas empresas têm 30 milhões de empregados.

A boa notícia é que 29 milhões não vão ficar sem emprego. A notícia não tão boa é que a crise colocou 1 milhão de trabalhadores na zona de risco.

E a má notícia é que a maioria dos que poderão perder o emprego são metalúrgicos, ajudantes de chão de fábrica e operários da construção civil. Esse é o lado perverso da crise. Ela afeta mais quem ganha menos. Os maiores prejudicados são aqueles que nada tiveram a ver com a crise, e muitas vezes nem conseguem entendê-la.

Em novembro e dezembro do ano passado, duas medidas permitiram mascarar um pouco a situação. A primeira foi a contratação de temporários, principalmente pelo comércio. Para as estatísticas, temporário conta como empregado. A segunda medida foram as férias coletivas concedidas por muitas empresas.

A partir de janeiro, sem temporários nem férias, a situação fica mais clara, e um pouco mais preocupante.

Para quem está empregado, aqui vão três sugestões.

1. Não mude de emprego agora. Quando ocorrem demissões, os empregados mais recentes são os primeiros da fila de dispensados, porque o custo de demissão é mais baixo. Mesmo que você tenha bons motivos para mudar, seja paciente e aguarde até a tormenta passar.

2. Concentre sua energia em seu trabalho. Trabalhe cada dia como se fosse seu primeiro dia de trabalho. E não perca seu tempo discutindo a situação da empresa. A pior coisa que pode acontecer num momento de crise, em que a situação externa não está ajudando, é criar uma situação interna ruim, por meio de boatos e diz-que-diz.

3. Não seja pessimista, mas não exagere no otimismo. Não é preciso parar de comer ou de se divertir com a família, mas é prudente evitar fazer dívidas pesadas e de longo prazo. Se ficar sem emprego não é bom, ficar sem emprego e com dívidas é muito pior.

E duas dicas para quem ou perdeu o emprego ou pode vir a perder.

1. Não se sinta envergonhado nem deprimido. Quando as demissões são causadas por circunstâncias externas, não há culpa de ninguém. E não se esconda. Passar horas pensando no que deveria ter feito, ou deixado de fazer, não vai ajudar em nada. Fale abertamente sobre sua demissão com quem quiser ouvi-lo. Dessa forma, além de se sentir mais aliviado, você informará a muita gente que está procurando um novo emprego.

2. Depois de solicitar o auxílio-desemprego, não fique parado. Se surgir uma possibilidade de um serviço temporário, ou como autônomo, aceite, mesmo que seja em outro ramo de atividade. Fazer cursos rápidos de aperfeiçoamento também é uma boa ideia. Além da atualização, permite incrementar o círculo de relacionamentos, que aumenta muito de importância em uma situação de pouco empregos disponíveis." (final)


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.