||| 02 de setembro DE 2026 ||| 4ª feira ||| setembro das campanhas e cores (ver imagem abaixo) ||| *Reflexão: “A descoberta consiste em ver o que todo mundo viu e pensar o que ninguém pensou.” ― Jonathan Swift . |||

 

Bem vindo

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O mês de setembro é marcado por várias campanhas de conscientização em saúde, sendo conhecido por reunir diversas cores.Principais Campanhas de SetembroAmarelo: Prevenção ao suicídio e valorização da vida (campanha mais difundida, com o Dia Mundial em 10 de setembro).Verde: Incentivo à doação de órgãos e tecidos, além da prevenção ao câncer de intestino e conscientização sobre pessoas com deficiência.Vermelho: Prevenção, conscientização e tratamento de doenças cardiovasculares.Dourado: Conscientização e diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil.Roxo: Conscientização sobre a Fibrose Cística e a Doença de Alzheimer.Azul: Divulgação da cultura e dos direitos da comunidade surda (Setembro Azul).

pensamento dia

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Frase

Frase
Jonathan Swift (Dublin, 30 de novembro de 1667 – Dublin, 19 de outubro de 1745) foi um escritor anglo-irlandês, panfletário político (primeiro para os Whigs, depois para os Tories), poeta e clérigo que depois se tornou reitor da Catedral de São Patrício, em Dublin. Swift é conhecido por suas obras, entre as quais: As Viagens de Gulliver; A história de um tonel; Argumentos contra a abolição do cristianismo; e Uma Modesta Proposta. Ele é considerado pela Encyclopædia Britannica o principal satirista de prosas da língua inglesa, e não tão conhecido por suas poesias. Swift originalmente publicou todas suas obras assinadas por pseudônimos — como Lemuel Gulliver, Isaac Bikerstaff, the Drapier — ou anonimamente.[1] Seu estilo irônico de escrita, gerou o termo em inglês "Swiftian" ou "swiftiniano" em português, usado para denominar sátiras que carregam estilo tão particular.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Jonathan_Swift]

 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Faixa de Gaza - Quanto vale esta vida?

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Não há como ficar insensível à imagem, trágica, da garotinha palestina morta pelas bombas israelenses que "chovem" na Faixa de Gaza contra os foguetes do Hamas.

Nada! Nada existe neste mundo que justifique a morte de uma criança inocente como a da garota Dona, de apenas quatro aninhos, absolutamente inocente em meio ao desvario e da sanha dos homens e dos povos ao seu redor.

Saber que esta é apenas uma, entre milhares de crianças que morrem todos os dias vítimas dos estilhaços nas guerras do Oriente Médio ou nos genocídios da África; ou ainda nos extermínios que a fome impõe às populações pobres de todos os continentes, só nos atormenta e nos envergonha como seres humanos que somos, infelizmente semelhantes a estes assassinos de crianças e inocentes que "governam" suas nações com tanta insensatez.

Mas é nesta imagem da garota Dona que quero me concentrar.

Aos nossos olhos de ocidentais chega a ser considerado um gesto bárbaro a exposição dos corpos de palestinos mortos nestas guerras estúpidas principalmente crianças, sendo carregados pelas multidões aos gritos de protesto e lamentações pelas ruas de suas cidades. Todavia é um costume deles e temos que respeitar.

Penso, por outro lado, que se não fosse assim não ficaríamos chocados ao ver uma garota com rosto tão angelical, a própria imagem da ingenuidade, da inocência e da pureza, assassinada brutalmente .

Não fosse eu temente a Deus e crente em Seus desígnios duvidaria de Sua presença neste mundo louco em que vivemos nossas vidas atuais.

Por mais que procure racionalizar com explicações e teorias geo-políticas sobre interesses vários que justifiquem uma guerra como essa, entre judeus de Israel e palestinos da Faixa de Gaza, não consigo encontrar nada plausível quando me defronto com a morte de crianças como a dessa garota, Dona, de apenas quatro anos. Quatro anos. Meu Deus!

Quantas crianças mais, quantos inocentes mais e quantas famílias mais terão que morrer para que os líderes destes governos e seus apoiadores - responsáveis todos eles por essa e outras tragédias - consigam vencer seus ódios, suas vaidades e arrogâncias para construírem a paz definitiva e sustentável entre seus povos?

Que tristeza meu Deus!

É um péssimo augúrio para o ano de 2009 que ele se inicie sob esse derramamento, absurdo, de sangue e essa perda, sem sentido, de vidas humanas.

Que me desculpem o plágio de uma frase tão linda atribuída a Jesus Cristo, mas não encontro outra para expressar minha indignação:

Que Deus não os perdoe porque eles sabem o fazem!


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