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||| 03 de abril DE 2026 ||| 6ª feira ||| sexta-feira da paixão ||| "A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas." (Francis Bacon) |||

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A Sexta-feira Santa é a sexta-feira que ocorre antes do domingo de Páscoa. Neste dia, os cristãos relembram o dia em que Jesus Cristo morreu crucificado. Também é chamada de Sexta Feira da Paixão, porque com origem do latim, paixão significa sofrimento. Assim, para os cristãos, a paixão de Cristo representa a crucificação de Jesus Cristo. A Sexta-feira Santa é um feriado nacional, conforme Lei n.º 9.093, de 12 de setembro de 1995. A data é móvel e está inserida na Semana Santa. Significado da Sexta-feira Santa: A Sexta-feira Santa é uma data importante para os cristãos, pois a igreja recorda o dia em que Jesus Cristo morreu crucificado. Por esse motivo, é um dia de reflexão. A data se insere no tríduo pascal, em que se realizam as últimas celebrações da Semana Santa. O tríduo pascal tem início na quinta-feira santa à noite e termina no domingo de Páscoa, em que se comemora a ressurreição de Jesus. Nesta data, acontecem diversos rituais religiosos. A Igreja Católica aconselha aos fiéis cristãos a fazerem algum tipo de penitência, como o jejum e a abstinência de carne ou de qualquer ato que se refira ao prazer mundano. Procissões e reconstituições da Via Sacra (caminho que Cristo teria percorrido ao carregar a cruz antes de morrer) são alguns dos rituais mais populares. Sexta-feira santa A adoração da cruz pelos católicos também é um símbolo que representa as tradições típicas da Sexta-Feira da Paixão. Muitos devotos costumam beijar os seus crucifixos em sinal de respeito e eterno agradecimento a Jesus, por ter se sacrificado em prol da humanidade. Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu em um domingo, no dia 14 de Nisã, de acordo com o calendário hebraico. Assim sendo, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico era contar o primeiro e o último dia, concluiu-se que Jesus morreu numa sexta-feira.




quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

De Gaulle toma posse na Quinta República da França (1959)

08/01: 1959 -- A posse do general De Gaulle

Jornal do Brasil: De Gaulle assume a presidência Quinta República


O general Charles De Gaulle recebeu a Ordem da Grande Corrente da Legião de Honra ao assumir o cargo de primeiro presidente da Quinta República francesa. Depois de uma tentativa de golpe militar na Argélia, a Assembléia Nacional pressionada pelos militares convidou De Gaulle para resolver a crise argelina. O governo anterior fracassara e o general só aceitou o cargo sob a condição de que a presidência tivesse amplos poderes. A Constituição foi alterada e De Gaulle conquistou o cargo.

O general decepcionou parte do eleitorado ao estabelecer negociações oficiais com a Frente de Libertação da Argélia (FNL). Por causa dessas conversações de paz, militares de direita rebelaram-se contra De Gaulle, que foi vítima de um atentado em 1961. Um ano depois, o presidente francês assinou o Tratado de Évian que estabeleceu a paz e a independência da Argélia, pondo fim um conflito sangrento de oito anos. Nos anos seguintes, conseguiu reerguer a economia francesa. 

O general foi prisioneiro dos alemãs na Primeira Guerra e, na Segunda Guerra, liderou de Londres o movimento de resistência francês contra o nazismo. Os grupos de sabotagem e a rede de informações de inteligência militar comandados por ele foram fundamentais para a retomada da França pelos aliados. Aclamado como herói foi eleito presidente em 1945. Não conseguiu maioria na Assembléia Nacional e renunciou em 1946. Retornou à presidência em 1958, reelegendo-se em 1965. Entretanto o seu governo não resistiu às s revoltas estudantis de maio de 1968. De Gaulle renunciou novamente em 1969 após ser derrotado no plebiscito sobre a reforma constitucional que pretendia fazer. Morreu aos 80 anos.

Frase cria mal-estar

O presidente Charles De Gaulle negava ter dito a frase "O Brasil não é um país sério". O autor da expressão foi o embaixador do Brasil na França Carlos Alves de Souza. O diplomata fez essa observação durante a Guerra da Lagosta, no início dos anos 60, ao conceder uma entrevista ao jornalista Luiz Edgar de Andrade. A crise entre os dois países foi motivada pela apreensão de pesqueiros franceses que capturavam lagostas nas costas do nordeste brasileiro. O conflito foi resolvido mas o mal-estar continuou. Alves de Souza assumiu a autoria da frase em seu livro Embaixador em tempos de crise e absolveu De Gaulle.
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