||| 09 de fevereiro DE 2026 ||| DOMINGO ||| fEVEREIRO rOXO E lARANJA ||| "O fraco nunca perdoa. O perdão é a característica do forte.” (Mahatma Gandhi) |||

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O mês de fevereiro recebeu as cores roxo e laranja com o propósito de conscientizar a sociedade brasileira sobre Lupus, Mal de Alzheimer, Fibromialgia e Leucemia. Apesar de atingir um número significativo da população, muitas pessoas ainda não entendem as dificuldades vividas diariamente pelos pacientes portadores dessas doenças graves. Mas, nos próximos tópicos vamos explicar mais sobre cada uma delas. Fevereiro Roxo: o que é? O Fevereiro Roxo surgiu em 2014 para conscientizar a população em relação ao Lúpus, ao Alzheimer e à Fibromialgia. A campanha teve início em Uberlândia, Minas Gerais, e passou também a ser promovida por ONGs e pelo Governo Federal. Ainda que tenham diferentes sintomas e tratamentos, as três doenças têm uma coisa em comum: o fato de não possuírem cura. É por isso que o Fevereiro Roxo enfatiza tanto a importância do diagnóstico correto e precoce. Assim, o paciente tem acesso mais rápido a um tratamento eficaz que pode aumentar significativamente sua qualidade de vida.Fevereiro Laranja: o que é? O Laranja é a cor usada no mês de fevereiro para chamar atenção da população sobre a prevenção, diagnóstico e combate à leucemia, tipo de câncer mais frequente entre crianças e adolescentes. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) é que, entre 2023 e 2025, o Brasil tenha mais de 11 mil casos de Leucemia por ano. A informação pode ser encontrada no documento Estimativa 2023 – Incidência de Câncer no Brasil. Assim, para conscientizar o público sobre a doença e incentivar a doação de medula óssea, a Assembleia Legislativa de São Paulo criou a iniciativa Fevereiro Laranja em 2019.


Quinto Horácio Flaco (em latim Quintus Horatius Flaccus, Venúsia, 8 de dezembro de 65 a.C. — Roma, 27 de novembro de 8 a.C.) foi um poeta e filósofo romano, amplamente reconhecido como um dos maiores e mais importantes poetas da Roma Antiga. Sua Odes exerceram grande influência na literatura e língua latina, e seu poema didático Ars Poetica é uma das bases teóricas da poesia de tradição clássica. A obra de Horácio, assim como a de Virgílio, foi patrocinada por Caio Clínio Mecenas com o intuito de reestabelecer a ordem após a consolidação do Império Romano por César Augusto. Por conta disso, ambos os poetas foram considerados, ao longo do séculos, como os maiores da Roma Antiga, no entanto, muitos críticos modernos rejeitam essa posição. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Hor%C3%A1cio]


terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Rubens Paiva foi preso pelo governo militar do Brasil, desapareceu e nunca foi encontrado (1971).

Jornal do Brasil: Matéria ganha Prêmio Wladimir Herzog de Jornalismo

O nome do deputado cassado em 1964 Rubens Beyrodt Paiva figura na lista dos desaparecidos da ditadura militar desde 1971. O ex-deputado foi preso em casa e obrigado a sair dirigindo o seu próprio carro para não despertar suspeitas. Três dias depois, o Fusca do ex-deputado foi encontrado crivado de balas no Alto da Boa Vista. Segundo a versão sustentada pelos órgãos de segurança, o veículo transportava um prisioneiro para interrogatório quando foi interceptado por outro carro com cinco ocupantes armados, possivelmente terroristas. Houve confronto e o grupo conseguiu resgatar o preso, que teria sido ferido. A ação teria ocorrido às 4h30 de 22 de janeiro. 

Em 1979, os jornalistas Fritz Utzeri e Heraldo Dias, do jornal do Brasil, ganharam o Prêmio Wladmir Herzog, com a matéria Quem Matou Rubens Paiva, em que revelam as contradições dos militares ao tentarem explicar o caso.

Segundo a matéria, uma testemunha afirmara ter visto Rubens 30 horas antes do suposto ataque no Alto da Boa vista, bastante machucado, deitado no fundo de um carro. A testemunha e o ex-deputado estavam sendo transportados da Terceira Zona Aérea, próximo ao Aeroporto Santos Dumont, para o quartel da PE, no Rio. 

Ainda de acordo com a matéria, o desaparecimento de Rubens está ligado ao primeiro voo Santiago–Rio, logo depois da chegada ao Chile de 70 presos políticos trocados pelo embaixador suíço Enrico Bucher. Entre os passageiros estavam duas mulheres, que voltavam de uma visita ao filho e à irmã, ambos exilados. Elas traziam várias cartas entre elas duas tinham destinatários identificados – Rubens Paiva e o ex-deputado Almino Afonso. As cartas foram confiscadas pelos agentes de segurança da Aeronáutica e Rubens em seguida foi preso, possivelmente confundido como um contato dos grupos de esquerda no Brasil.

Caso foi arquivado

Na época, Eunice Facciolla Paiva, mulher de Rubens, e a filha do casal Eliana também foram presas. Eunice ficou incomunicável por 12 dias e Eliana, 15 anos, ficou detida por 24 horas. O corpo de Rubens não foi encontrado, e as circunstâncias do seu desaparecimento continuam um mistério até hoje.

O processo que apurava o desaparecimento de Rubens Paiva foi arquivado. O ex-deputado só foi considerado legalmente morto em 1996, depois da aprovação da Lei dos Desaparecidos, que determinou o reconhecimento da responsabilidade do Estado pela morte de 136 desaparecidos políticos.
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