||| 16 de setembro DE 2026 ||| 4ª feira ||| dia nacional do caminhoneiro ||| *Reflexão: "A personalidade pode abrir portas, mas somente o caráter consegue mantê-las abertas." -- Elmer G. Letterman . |||

 

Bem vindo

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O Dia do Caminhoneiro é celebrado anualmente em 16 de setembro. A data é uma homenagem a todos os profissionais que atravessam as longas estradas brasileiras e internacionais, transportando as mais diversas mercadorias e movimentando a economia nacional. Caminhões estão presentes em praticamente todas as etapas da vida cotidiana. Alimentos, medicamentos, combustíveis, roupas, materiais de construção e inúmeros outros produtos dependem do transporte rodoviário para chegar a diferentes regiões. Três datas para homenagear os caminhoneiros No Brasil, existem três datas comemorativas que homenageiam os caminhoneiros: 30 de junho, 25 de julho e 16 de setembro. A existência de três datas pode causar confusão, mas cada uma possui uma origem diferente. Dia Nacional do Caminhoneiro A nível nacional, o ex-vice-presidente do Brasil, José Alencar Gomes da Silva, decretou, por meio da Lei nº 11.927, de 17 de abril de 2009, o Dia Nacional do Caminhoneiro para ser comemorado em 16 de setembro. Assim, essa é a data oficialmente reconhecida em âmbito nacional para homenagear a categoria. Dia de São Cristóvão A nível popular, o Dia do Caminhoneiro continua a ser celebrado em 25 de julho, data em que também se comemora o Dia de São Cristóvão, considerado o padroeiro dos motoristas e viajantes. Por isso, é comum encontrar homenagens e celebrações para caminhoneiros em diferentes cidades brasileiras nessa data. Dia do Caminhoneiro em São Paulo O 30 de junho é considerado uma data regional, pois celebra a profissão de caminhoneiro no estado de São Paulo. A data foi oficializada por meio da Lei nº 5.487, de 30 de dezembro de 1986. Assim, enquanto 16 de setembro possui caráter nacional, 30 de junho está ligado à tradição paulista e 25 de julho ganhou força popular por sua relação com São Cristóvão. caminhões na estrada Uma profissão essencial para o país O caminhoneiro ocupa uma posição importante na cadeia de abastecimento. O transporte rodoviário permite conectar produtores, indústrias, centros de distribuição, lojas e consumidores em um território de dimensões continentais como o Brasil. Em muitas regiões, o caminhão é o principal meio de chegada de produtos e matérias-primas. Isso faz com que a atividade dos caminhoneiros tenha impacto direto sobre setores como agricultura, indústria, comércio e construção civil.

pensamento dia

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Frase

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Steven Paul Jobs (São Francisco, 24 de fevereiro de 1955 – Palo Alto, 5 de outubro de 2011) foi um inventor, empresário e magnata norte-americano do setor da informática. Notabilizou-se como cofundador, presidente e diretor-executivo da Apple Inc. e por revolucionar seis indústrias: computadores pessoais, filmes de animação, música, telefones, tablets e publicações digitais. Além de sua ligação com a Apple, foi diretor-executivo da empresa de animação por computação gráfica Pixar, e acionista individual máximo da The Walt Disney Company. Morreu no dia 5 de outubro de 2011, aos 56 anos de idade, devido a um câncer pancreático. Currículo de Steve Jobs "Estou procurando um lugar que necessite de muitas reformas e consertos, mas que tenha fundações sólidas. Estou disposto a demolir paredes, construir pontes e acender fogueiras. Tenho uma grande experiência, um monte de energia, um pouco dessa coisa de ‘visão’ e não tenho medo de começar do zero". No final da década de 1970, Jobs, em parceria com Steve Wozniak e Mike Markkula, entre outros, desenvolveu e comercializou uma das primeiras linhas de computadores pessoais de sucesso, a série Apple II. No começo da década de 1980, ele estava entre os primeiros a perceber o potencial comercial da interface gráfica do usuário guiada pelo mouse, o que levou à criação do Macintosh. Após perder uma disputa de poder com a mesa diretora em 1985, Jobs foi demitido da Apple e fundou a NeXT, uma companhia de desenvolvimento de plataformas direcionadas aos mercados de educação superior e administração. A compra da NeXT pela Apple em 1996 levou Jobs de volta à companhia que ele ajudara a fundar, sendo então seu CEO de 1997 a 2011, ano em que anunciou sua renúncia ao cargo, recomendando Tim Cook como sucessor. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs)

 

domingo, 11 de janeiro de 2009

Mantendo a qualidade - Emílio Odebrecht (Folha de São Paulo)

Já fui criticado, aqui mesmo no blog, por reproduzir os artigos de Emílio Odebrecht na Folha de São Paulo simplesmente porque ele é representante de uma das maiores empreiteiras do país. Ora, ora! Nem vou comentar. Faço o registro para destacar que é exatamente por isso que publico seus textos. Além de conhecer de perto o trabalho e a filosofia do Grupo Odebrecht (hoje muito mais que uma gigantesca construtora), onde poderia encontrar alguém com a experiência dele, como engenheiro, empresário e poderoso homem de negócios que se dispusesse a escrever sobre assuntos nos níveis mais altos do mundo corporativo?
Não foi à toa que a Folha de São Paulo o convidou para escrever uma coluna três domingos por mês. Vamos em frente.
Neste artigo Odebrecht aborda dois aspectos importantíssimos para quem queira alcançar o topo da carreira no universo corporativo. Seja "pessoa" jurídica ou física. Obviamente ele se refere às empresas, mas o que escreve pode ser transferido ipsis literis para os profissionais que investem em suas carreiras. Falo de Qualidade e Produtividade. Vamos ler o que ele pensa sobre o assunto.

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Mantendo a qualidade
EMÍLIO ODEBRECHT

Nunca será demais falarmos o quanto alguns setores da economia brasileira evoluíram nas últimas duas décadas, inclusive quanto aos ganhos de produtividade.
Desde o final dos anos de 1980, empresários e trabalhadores, com o apoio de instituições públicas e privadas, têm investido continuamente no aperfeiçoamento das rotinas de produção de bens e de prestação de serviços.
Maquinário novo foi colocado no chão da fábrica de muitas empresas e operários passaram por inúmeros programas de qualificação e de reciclagem profissional. Hoje, em vários segmentos, algumas de nossas indústrias despontam entre as melhores do planeta.
Na agricultura, graças aos esforços de proprietários de terras e às pesquisas da Embrapa, temos liderança inconteste, principalmente na produção de grãos e de carne.
No setor de serviços, foram notáveis os avanços do Brasil. Nossas construtoras destacam-se entre os grandes exportadores do país, e a engenharia nacional é reconhecida em todo o mundo pela capacidade tecnológica e pela competência das equipes.
Porém é fundamental que nos empenhemos para que tal patrimônio não se perca nos tempos de crise. Não podemos permitir que a falta de investimentos envelheça nosso parque industrial, nos defase tecnologicamente ou deixe os profissionais desatualizados em relação à evolução em suas áreas de especialidade.
Tempos difíceis e necessidade de racionalização de custos não podem ser pretextos para a perda de um padrão de qualidade tão arduamente alcançado.
Para tanto, o incentivo do poder público, em suas diversas esferas (municipal, estadual e, especialmente, federal), pode ter importância decisiva. As obras do PAC, por exemplo, que já vêm desempenhando papel relevante na manutenção e na ampliação da infraestrutura, podem servir também ao propósito de formar as pessoas de que o Brasil precisará para enfrentar os desafios do futuro.
Ações estruturadas nesse sentido certamente terão o efeito de uma injeção de confiança nas empresas que há alguns meses viveram o drama da escassez de profissionais qualificados e hoje se veem na iminência de reduzir os seus efetivos.
A perda da produtividade que tem assegurado o atendimento de nossas necessidades de consumo e gerado excedentes para exportação é um risco que não vale a pena correr.
As gerações futuras, para incrementar o crescimento qualificado a partir do patamar que alcançamos, dependem do que fizermos hoje para a preservação da competitividade da economia nacional.
Não as decepcionemos.


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