||| 15 de maio DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia internacional das famílias ||| "A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". (Sun Tzu) |||

Bem vindo

Bem vindo

O Dia Internacional da Família é comemorado anualmente em 15 de maio e foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Mais do que uma homenagem, essa comemoração visa destacar a importância da família na sociedade, promovendo discussões sobre temas que impactam diretamente seu bem-estar, como economia, saúde e relações interpessoais. A família, independentemente de sua configuração, é a base da formação moral, ética e cultural de cada indivíduo. Seja composta por pais e filhos, avós, tios, mães ou pais solteiros, casais do mesmo sexo ou laços afetivos construídos ao longo da vida, ela representa amor, proteção e pertencimento. No Brasil, além da celebração internacional, há também o Dia da Família, comemorado em 8 de dezembro. Ambas as datas reforçam a necessidade de reconhecer e valorizar todas as formas de família, incentivando o respeito, a união e o apoio mútuo como pilares essenciais para uma sociedade mais equilibrada. O Dia Internacional da Família foi instituído pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, durante reunião feita em 20 de setembro de 1993. A data foi celebrada pela primeira vez em 1994. A família é um projeto de Deus para refletir Seu amor e cuidado por nós. Feliz Dia da Família!


Kamal Ravikant é um autor e investidor indiano-americano, conhecido principalmente pelo livro motivacional Love Yourself Like Your Life Depends On It (em português: Ame a si mesmo: sua vida depende disso), que se tornou um best-seller mundial. Além de escritor, ele também atua como venture capitalist no Vale do Silício

MAIO


 



sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Domingo Sangrento: o exército inglês também já protagonizou uma chacina de civis, na Irlanda, em 1977.



30/01/1972 - O 'Domingo Sangrento'

Jornal do Brasil: Manifestantes param a Irlanda do Norte
Treze pessoas morreram e 16 ficaram feridas quando soldados do batalhão de paraquedistas britânicos abriram fogo contra civis, em Derry, na Irlanda do Norte. As vítimas faziam uma manifestação pacífica contra a prisão sumária de suspeitos de terrorismo. Os incidentes começaram no Guild Hall onde manifestantes católicos haviam se reunido, desobedecendo pelo segundo dia consecutivo a ordem do governo que proibia os protestos. A ação das tropas inglesas resultou no maior número de mortos desde o início da intervenção na Irlanda do Norte, em 1969. O general Robert Ford, comandante das tropas terrestres inglesas, disse que os soldados foram recebidos a tiros pelos manifestantes. A versão foi desmentida por testemunhas e por um porta-voz do Exército Republicano Irlandês (IRA), que prometeu uma vingança implacável contra os agressores. Depois do episódio, o IRA dividiu-se em duas frentes de luta: Uma que acreditava no movimento político e na participação nos parlamentos de Londres, Dublin e Belfast, e outra, que optou por continuar a luta armada.
A tragédia ficou conhecida como Domingo Sangrento e desencadeou uma onda de atentados na Irlanda e na Inglaterra, comandados pelo braço armado do IRA. Em função da chacina, o Exército Republicano Irlandês arregimentou um grande número de voluntários entre os jovens católicos da Irlanda do Norte.
Em represália ao massacre, o IRA convocou uma greve geral cujo apelo foi atendido por 90% da população. Milhares de pessoas saíram às ruas sob uma forte tempestade de neve para atirar pedras, explodir bombas, incendiar veículos e arrancar barricadas feitas pela polícia. Dois policiais foram feridos por franco-atiradores. 

Militantes fazem greve de fome 
Os militantes do IRA presos em 1981 iniciaram uma série de greves de fome. Bobby Sands foi o primeiro a morrer depois de ficar mais de dois meses sem receber alimento algum. Ele tornou-se um símbolo e mártir da luta da minoria católica contra o domínio inglês. Outros nove presos católicos também morreram em greve de fome. De 1969 a 1982, a disputa causou mais de 2 mil mortes, na maioria de civis. Depois de várias tentativas de cessar-fogo, o IRA depôs as armas em julho de 2005, sem contudo conseguir os seu objetivo de independência da Irlanda do Norte, que continuou a fazer parte do Reino Unido.
***************************************************************************

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.