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O Dia Nacional da Biblioteca é comemorado em 9 de abril no Brasil. Instituída pelo Decreto nº 84.631 de 1980, a data visa celebrar a importância desses espaços como centros de cultura, educação e informação. O dia homenageia a fundação da Biblioteca Nacional e promove o acesso democrático ao saber


Niccolò di Bernardo dei Machiavelli (em português: Nicolau Maquiavel; Florença, 3 de maio de 1469 — 21 de junho de 1527) foi um filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento.[1] É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo fato de ter escrito sobre o Estado e o governo como realmente são, e não como deveriam ser. Após sua morte, o nome de Maquiavel passou a evocar atos inescrupulosos do tipo que ele aconselhou mais famosamente em sua obra, O Príncipe. Ele se preocupava com as maneiras pelas quais um governante poderia ter sucesso na política e acreditava que aqueles que prosperavam recorriam à decepção, traição e violência. Ele aconselhava os governantes a praticar o mal quando a necessidade política o exigisse. O Príncipe, de Maquiavel, tem sido envolto em controvérsia desde que foi publicado. Alguns o consideram uma descrição direta da realidade política. Muitos veem O Príncipe como um manual, ensinando aspirantes a tiranos como devem tomar e manter o poder. Mesmo em tempos recentes, estudiosos como Leo Strauss reafirmaram a opinião tradicional de que Maquiavel era um "mestre do mal". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_Maquiavel]


sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Acordo de Versalhes: delegação do Brasil partiu rumo a Paris para representar o país. (1919)

Jornal do Brasil: Partida para Paris
O navio Curvello deixou o Cais do Porto do Rio de Janeiro com destino a Paris, transportando o embaixador Epitácio Pessoa e seus auxiliares, que representariam o Brasil na Conferência de Paz de Versalhes. As 27 nações vencedoras da Grande Guerra participaram do encontro. 

O acordo resultante da reunião, o Tratado de Versalhes, foi implacável com os vencidos. Os alemães foram obrigados a aceitar os 440 itens impostos por Woodrow Wilson, presidente dos Estados Unidos, David Lloyd George, primeiro-ministro britânico, e Georges Clemenceau, primeiro-ministro francês. O tratado foi assinado depois de seis meses de negociações, pelos representantes alemães, sob protestos e ameaças de invasão por parte dos exércitos vencedores. 

A Alemanha foi obrigada a entregar a Alsácia e a Lorena à França, e outros territórios à Dinamarca e à Polônia. As minas de carvão do Sarre foram cedidas à França para exploração por 15 anos. O porto de Danzig foi entregue à jurisdição da Liga das Nações, e sua exploração à Polônia. A Alemanha teve de entregar aos vencedores os seus navios e submarinos, e foi proibida de ter aviação militar e marinha de guerra. O exército foi limitado a 100 mil homens. Como compensação pelas perdas e danos sofridos pelos países da Entente - França, Império Russo e Inglaterra - os alemães foram condenados a pagar US$ 33 bilhões, calculados em 1921. 

O tratado causou choque e humilhação à população alemã, o que contribuiu para a queda da República de Weimar em 1933 e a ascensão do Nazismo. O nacionalismo e o militarismo se fortaleceram em outros países e resultaram em novos governos autoritários. Outros acordos foram assinados em separado com os aliados da Alemanha na guerra. O Império Austro-Húngaro foi desmembrado e criadas a Tchecoslováquia, Hungria, Polônia e Iugoslávia. O território ocupado pelo Império Otomano foi partilhado entre os vencedores da guerra.
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