||| 02 de agosto DE 2026 ||| domingo ||| Campanha do Agosto Dourado - Mês do Aleitamento Materno ||| *Reflexão: "Não basta conquistar a sabedoria, é preciso usá-la". (Cícero) |||

 

Bem vindo

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O Agosto Dourado é a campanha nacional dedicada à conscientização sobre a importância do aleitamento materno. Instituída no Brasil pela Lei nº 13.435/2017, a escolha da cor dourada simboliza o "padrão ouro" de qualidade do leite materno, considerado o alimento mais completo e precioso para o desenvolvimento saudável dos bebês. Prefeitura de São Paulo +2 Principais Objetivos da Campanha Incentivar a amamentação exclusiva até os 6 meses de vida do bebê. Estimular o aleitamento complementar até os 2 anos de idade ou mais. Fortalecer a rede de apoio que envolve mães, pais, familiares e profissionais de saúde. Promover a doação de leite humano para abastecer os bancos de leite e salvar bebês prematuros. Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) +4 Benefícios do Leite Materno Nutrição completa: Contém todas as proteínas, vitaminas, gorduras e água que o recém-nascido precisa. Anticorpos naturais: Funciona como uma vacina, protegendo a criança contra infecções respiratórias, alergias e diarreias. Desenvolvimento orofacial: O movimento de sucção fortalece os músculos da face, auxiliando na respiração, fala e dentição correta. Recuperação da mãe: Ajuda o útero a voltar ao tamanho normal mais rápido e reduz o risco de câncer de mama e ovário.

pensamento dia

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Frase

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Mayse Braga de Oliveira (Rio de Janeiro, 1957) é uma médium, escritora e uma das mais notórias palestrantes espíritas do Brasil. Reconhecida internacionalmente por sua atuação na divulgação da doutrina codificada por Allan Kardec, ela acumula mais de cinco décadas de dedicação voluntária às atividades da Comunhão Espírita de Brasília. Suas preleções públicas são marcadas por um estilo afetuoso e acolhedor, acumulando milhões de visualizações em plataformas digitais.Biografia e JuventudeNascida na cidade do Rio de Janeiro, Mayse Braga mudou-se para Brasília com a família ainda na primeira infância. Aos 13 anos de idade, começou a manifestar os primeiros sinais visíveis de sua mediunidade, com episódios marcantes de vidência e audiência. Pouco tempo depois, aos 14 anos, aproximou-se formalmente do Espiritismo.Sua trajetória como oradora iniciou-se de forma inesperada aos 15 anos de idade na Comunhão Espírita de Brasília. Na ocasião, devido à ausência do palestrante escalado para o momento da prece direcionada aos espíritos suicidas, Mayse voluntariou-se para falar ao público, dando início à sua carreira de pregações evangélico-doutrinárias. (criado pela IA /Google)

 

domingo, 11 de janeiro de 2009

Patrícia Pilar é o grande nome da televisão, no momento.

De que adianta ter um blog se não puder "falar "das coisas que eu gosto e quero me expressar a respeito? Terei de criar outro blog?

Brincadeira à parte resolvi sair, um pouco, da trilha da Oficina de Gerência e prestar uma homenagem a essa artista brasileira que encanta, mesmo no papel de uma vilã psicopata e assassina, a todos os noveleiros de plantão por esses "Brasis" afora (estou incluído nessa lista). Só posso estar me referindo à lida e doce Patrícia Pilar.

Não vou me estender comentando sobre ela, mesmo porque todos os órgão das mídias - especializadas ou não - estampam em suas capas e páginas o belo rosto e o elogios a essa atriz e mulher que nos faz - religiosamente - sentar na frente da TV e acompanhar "seus crimes e maldades" na interpretação de Flora, na novela "A Favorita" da Rede Globo. É um sucesso retumbante.

Patrícia Pilar interpreta uma personagem completamente má e sem escrúpulos, mas ninguém consegue "desejar o seu fim". Fato raro nas novelas aonde os vilões chegam a ser agredidos nas ruas pelos fãs mais, digamos, envolvidos nas tramas. Com Patrícia Pilar ocorreu um fato que, embora não ouse chamar de "fenômeno" é inédito (ou quase...). Pelo menos eu não recordo um vilão - em novelas passadas - tão malvado (a Flora já "assassinou" uns quatro ou cinco e faz "maldades e grosserias" com todos) que não tenha sido execrado pelos telespectadores. Mas com Patrícia Pilar não. A personagem é detestável, mas a leveza e a expressão da atriz não nos deixam esquecer que é apenas uma interpretação. O amor e o carinho do público por Patrícia Pilar não permitem que o papel "contamine" a atriz. Pelo contrário.

Devo confessar que tive a oportunidade de ver, pessoalmente, Patrícia Pilar algumas (poucas) vezes. Como mulher do então ministro Ciro Gomes ela esteve presente, acompanhando-o em alguns eventos dos quais eu, como diretor da Codevasf e subordinado ao ministro, também estava.

Cheguei a recepcioná-los uma vez na minha empresa - quando o ministro foi presidir um determinado evento no auditório - e tive a honra de ser apresentado a ela pelo hoje deputado federal Ciro Gomes. Posso dizer sem medo de errar que, pessoalmente, Patrícia Pilar é mais bonita do que na tela da TV. E sem maquiagem. Também é uma pessoa tímida e discretíssima. Exatamente a imagem que fazemos dela.

Pronto! Terminei a minha "coluna sobre televisão". Aos leitores mais "puristas" mil perdões, mas para prestar tributo a essa atriz maravilhosa que nos orgulha a todos, vale qualquer crítica dos mais "ranzinzas". Ah! Já ia esquecendo, hoje (11 de janeiro) Patrícia Pilar faz aniversário. Sou mais um fã incondicional a lhe dar os parabéns. Que Deus a proteja e a mantenha sempre essa figura doce que encanta os brasileiros de todos os recantos e classes sociais.

Cortinas fechadas.



Patr�cia

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