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Mohandas Karamchand Gandhi (Porbandar, 2 de outubro de 1869 — Nova Deli, 30 de janeiro de 1948), mais conhecido como Mahatma Gandhi ("Venerável Gandhi", sendo Mahatma um título), foi um advogado estadista, líder espiritual e ativista indiano. Considerado também um líder religioso, além de nacionalista, anticolonialista e especialista em ética política indiana. Ficou conhecido por ter empregado a resistência não violenta para liderar a campanha bem-sucedida pela independência da Índia do Reino Unido e, por sua vez, por inspirar movimentos pelos direitos civis e pela liberdade em todo o mundo. O título honorífico Mahātmā (do sânscrito: "de grande alma", "venerável"), aplicado-lhe pela primeira vez em 1914 na África do Sul, é agora usado em todo o mundo. O aniversário de Gandhi, 2 de outubro, é comemorado na Índia como Gandhi Jayanti, um feriado nacional e em todo o mundo como o Dia Internacional da Não Violência. Gandhi nasceu e foi criado em uma família hindu no litoral de Guzerate, oeste da Índia, e se formou em Direito no Inner Temple, Londres, Inglaterra. É comumente — embora não formalmente — considerado o Pai da Pátria indiana, também chamado de Bapu (Guzerate: carinho por pai, papa). Seguia o princípio da não violência incorporado à desobediência civil, e empregou pela primeira vez a desobediência civil não violenta como advogado expatriado na África do Sul, na luta da comunidade indiana pelos direitos civis. Após seu retorno à Índia em 1915, começou a organizar camponeses, agricultores e trabalhadores urbanos para protestar contra o imposto sobre a terra e a discriminação excessiva. Assumindo a liderança do Congresso Nacional Indiano em 1921, Gandhi liderou campanhas nacionais para várias causas sociais e para alcançar o Swaraj ou o autogoverno. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Mahatma_Gandhi}

 

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domingo, 11 de janeiro de 2009

Patrícia Pilar é o grande nome da televisão, no momento.

De que adianta ter um blog se não puder "falar "das coisas que eu gosto e quero me expressar a respeito? Terei de criar outro blog?

Brincadeira à parte resolvi sair, um pouco, da trilha da Oficina de Gerência e prestar uma homenagem a essa artista brasileira que encanta, mesmo no papel de uma vilã psicopata e assassina, a todos os noveleiros de plantão por esses "Brasis" afora (estou incluído nessa lista). Só posso estar me referindo à lida e doce Patrícia Pilar.

Não vou me estender comentando sobre ela, mesmo porque todos os órgão das mídias - especializadas ou não - estampam em suas capas e páginas o belo rosto e o elogios a essa atriz e mulher que nos faz - religiosamente - sentar na frente da TV e acompanhar "seus crimes e maldades" na interpretação de Flora, na novela "A Favorita" da Rede Globo. É um sucesso retumbante.

Patrícia Pilar interpreta uma personagem completamente má e sem escrúpulos, mas ninguém consegue "desejar o seu fim". Fato raro nas novelas aonde os vilões chegam a ser agredidos nas ruas pelos fãs mais, digamos, envolvidos nas tramas. Com Patrícia Pilar ocorreu um fato que, embora não ouse chamar de "fenômeno" é inédito (ou quase...). Pelo menos eu não recordo um vilão - em novelas passadas - tão malvado (a Flora já "assassinou" uns quatro ou cinco e faz "maldades e grosserias" com todos) que não tenha sido execrado pelos telespectadores. Mas com Patrícia Pilar não. A personagem é detestável, mas a leveza e a expressão da atriz não nos deixam esquecer que é apenas uma interpretação. O amor e o carinho do público por Patrícia Pilar não permitem que o papel "contamine" a atriz. Pelo contrário.

Devo confessar que tive a oportunidade de ver, pessoalmente, Patrícia Pilar algumas (poucas) vezes. Como mulher do então ministro Ciro Gomes ela esteve presente, acompanhando-o em alguns eventos dos quais eu, como diretor da Codevasf e subordinado ao ministro, também estava.

Cheguei a recepcioná-los uma vez na minha empresa - quando o ministro foi presidir um determinado evento no auditório - e tive a honra de ser apresentado a ela pelo hoje deputado federal Ciro Gomes. Posso dizer sem medo de errar que, pessoalmente, Patrícia Pilar é mais bonita do que na tela da TV. E sem maquiagem. Também é uma pessoa tímida e discretíssima. Exatamente a imagem que fazemos dela.

Pronto! Terminei a minha "coluna sobre televisão". Aos leitores mais "puristas" mil perdões, mas para prestar tributo a essa atriz maravilhosa que nos orgulha a todos, vale qualquer crítica dos mais "ranzinzas". Ah! Já ia esquecendo, hoje (11 de janeiro) Patrícia Pilar faz aniversário. Sou mais um fã incondicional a lhe dar os parabéns. Que Deus a proteja e a mantenha sempre essa figura doce que encanta os brasileiros de todos os recantos e classes sociais.

Cortinas fechadas.



Patr�cia

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