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O Dia do Trabalho, também conhecido como Dia do Trabalhador, é comemorado anualmente em 1º de maio em diversos países do mundo. A data simboliza a luta histórica dos trabalhadores por melhores condições laborais. Além disso, representa um momento de reflexão sobre os direitos conquistados e os desafios que ainda existem no mundo do trabalho. O Dia do Trabalho é feriado nacional no Brasil, em Portugal, Rússia, França, Espanha, Argentina, entre outras nações. Nos Estados Unidos e no Canadá, o Dia do Trabalho é conhecido como Labor Day e é celebrado na primeira segunda-feira do mês de setembro. Comemoração do 1º de maio, dia do trabalho Origem do Dia do Trabalho A origem do Dia do Trabalho remonta ao final do século XIX, quando operários dos Estados Unidos passaram a se mobilizar em busca de uma jornada de trabalho de oito horas diárias. Em 1º de maio de 1886, uma greve geral foi organizada em Chicago, reunindo milhares de trabalhadores. A manifestação culminou na chamada Revolta de Haymarket, em 4 de maio, quando um confronto entre manifestantes e policiais resultou em mortos e feridos. O evento marcou a história do movimento operário e levou a Segunda Internacional Socialista a instituir o 1º de maio como o Dia Internacional dos Trabalhadores, em 1889, em homenagem aos que lutaram e perderam suas vidas pela causa. A criação do Dia do Trabalho nos Estados Unidos tem origens disputadas. Alguns historiadores atribuem a proposta do feriado a Peter J. McGuire, secretário-geral da Irmandade de Carpinteiros e Marceneiros, enquanto outros defendem que a ideia partiu de Matthew Maguire, maquinista e secretário do Sindicato Central dos Trabalhadores de Nova York. O primeiro desfile oficial do Dia do Trabalho aconteceu em 5 de setembro de 1882, em Nova York, e mais tarde a data foi oficializada no país como a primeira segunda-feira de setembro. A consolidação da data como feriado aconteceu em diferentes momentos ao redor do mundo. Na França, o Senado ratificou a jornada de oito horas em 1919 e declarou o 1º de maio feriado nacional. Após alguns anos, outros países também seguiram o exemplo da França e decretaram o dia 1º de maio como feriado nacional dedicado aos trabalhadores. Dia do Trabalho no Brasil No Brasil, a data foi oficializada como feriado nacional em 26 de setembro de 1924, durante o governo de Artur Bernardes. No entanto, apenas em 1943, com a criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) pelo então presidente Getúlio Vargas, o Dia do Trabalho passou a ser celebrado com grandes manifestações, discursos e eventos governamentais, nos quais frequentemente eram anunciadas novas leis trabalhistas. Importância do Dia do Trabalho A importância do Dia do Trabalho vai além da comemoração. A data representa um momento de reflexão sobre as condições laborais e a luta por direitos, como salários justos, segurança no ambiente de trabalho, carga horária adequada e demais benefícios fundamentais para os trabalhadores. Apesar das conquistas históricas, o Dia do Trabalho continua sendo uma oportunidade para debater temas como desemprego, terceirização, direitos trabalhistas e novas formas de relação de trabalho que surgem com as mudanças tecnológicas e sociais. Dessa forma, a data permanece viva e relevante, lembrando a importância da união dos trabalhadores e da busca por um mercado de trabalho mais justo. Mensagem para o Dia do Trabalhador Abençoadas são as mãos dos trabalhadores, responsáveis por fazer o motor da nossa nação em constante funcionamento! Feliz Dia do Trabalho! Como já diz o conhecido ditado: "o trabalho dignifica o homem!" Feliz Dia do Trabalhador! Não importa se é médico, advogado, empresário, faxineira ou porteiro... Todos os trabalhos são dignos e os trabalhadores devem ser respeitados e reconhecidos pelos serviços que prestam ao bem da comunidade! Feliz Dia do Trabalho! (https://www.calendarr.com/brasil/dia-do-trabalho/)


Leonardo di Ser Piero da Vinci ou simplesmente Leonardo da Vinci (Anchiano, 15 de abril de 1452 — Amboise, 2 de maio de 1519), foi um polímata nascido na atual Itália, uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico. É ainda conhecido como o precursor da aviação e da balística. Leonardo frequentemente foi descrito como o arquétipo do homem do Renascimento, alguém cuja curiosidade insaciável era igualada apenas pela sua capacidade de invenção. É considerado um dos maiores pintores de todos os tempos e, possivelmente, a pessoa dotada de talentos mais diversos a ter vivido. Segundo Helen Gardner, historiadora de arte, a profundidade e o alcance de seus interesses não tiveram precedentes e "sua mente e personalidade parecem sobre-humanos para nós, e o homem em si [nos parece] misterioso e distante".[https://pt.wikipedia.org/wiki/Leonardo_da_Vinci]


segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Israel promove um "Pogrom" contra os palestinos.

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"Pogrom (do russo погром) é um ataque violento maciço a pessoas, com a destruição simultânea do seu ambiente (casas, negócios, centros religiosos). Historicamente, o termo tem sido usado para denominar atos em massa de violência, espontânea ou premeditada, contra judeus e outras minorias étnicas da Europa.A palavra tornou-se internacional após a onda de pogroms que varreu o sul da Rússia entre 1881 e 1884, causando o protesto internacional e levando à emigração maciça dos judeus."

Quem já leu sobre a história do povo judeu sabe o que é e quando ocorreram os maiores e mais famosos pogroms da história; e não foram poucos contra as comunidades de judeus. Os próprios hebreus se encarregaram de tornar o termo um sinônimo e um ícone de sua propaganda para demonstrar sua perseguição ao longo dos séculos.
Fico relutante em escrever sobre a guerra (?) na Faixa de Gaza. Leio, vejo e ouço tudo que posso sobre o conflito. Nada de novo. Raríssimas exceções são alguns comentaristas que aqui e ali colocam um ponto de vista novo ou nos abrem uma nova janela de entendimento. Nada que possa iluminar as trevas que caem a cada dia sobre aquela terra desditada.
De novo mesmo só os números de mortos. Principalmente do lado dos palestinos. Principalmente as crianças e civis cujo único pecado é terem sido colocados ali pelo destino que lhes negou as venturas.
Por mais que os israelenses possam ter razão na retaliação que realizam contra o Hamas não há como justificar a matança com todas as cores de um genocídio levada a efeito contra famílias de palestinos que não são nem do Hamas e nem do Fatah. São meros cidadãos que procuram sobreviver em meio ao caos que predomina naquela região devastada.
Não é aceitável que as nações do mundo sejam tão impotentes e não impeçam um país filiado à ONU, como Israel, de prosseguir matando seres humanos inocentes indiscriminadamente com suas bombas - hoje mais assassinas que guerreiras - nesse desvario que eles chamam de autodefesa e o Hamas de agressão.

A indignação que coloco nestas linhas faz parte de uma onda que percorre o mundo todo vociferando contra o governo israelense e neste momento, contra seu povo que apóia o partido político Kadima, atualmente no poder e responsável pelo aniquilamento, carnificina, massacre ou qualquer nome que se queira dar, dos palestinos da Faixa de Gaza. A operação dos israelenses tem todos os requintes de um extermínio e isso espanta mais os povos do planeta por serem eles - até então - as grandes vítimas do ódio nazista que tentou aniquilar os judeus nos campos de concentração da 2ª Guerra Mundial. E agora? O que dirão os judeus quando forem comparados com seus antigos algozes?
Pelo pouco que conheço da história e dos valores judaicos a maior ofensa que se pode fazer ao seu povo é assemelhá-los aos filhotes de Hitler. Todavia depois dessa "guerra" e das imagens de tantas crianças mortas é impossível não relacionar as duas coisas.
É uma pena, pois os judeus eram os ícones que a humanidade tinha para exibir a crueldade das nações e dos governos contra os povos indefesos. Agora terão que, no mínimo, dividir esta triste memória com suas próprias vítimas, as crianças e os civis palestinos.
Tenho amigos judeus - daqueles sionistas ferrenhos - que já se posicionam contra os exageros do exército israelense, mas não tem ou não conseguem expressar isto como indignação. Estão sempre à procura de uma justificativa. Nada diferente dos líderes judeus e seus aliados de hoje.
O mundo chora as crianças, tão pequenas, tão puras e tão inocentes, mortas ou mutiladas naquele inferno em que a cidade de Gaza se transformou, mas o exército de Israel, indiferente, continua matando-as com suas bombas e mísseis assassinos. Os foguetes do Hamas, em vista do poder de destruição da força israelense, transformaram-se - no imaginário da opinião pública mundial - em "traques de massa" (também conhecidos como "traques de chumbinho").
Um futuro tenebroso e funesto espera aqueles povos após os ventos do Sinai dissipar as negras fumaças dos escombros de Gaza. Tanto israelenses quanto palestinos; tanto judeus quanto muçulmanos pelas suas raízes e histórias não terão, tão cedo, a paz que o mundo lhes deseja. Muito ódio e muito sangue ainda vão brotar desse matadouro em que Israel transformou a Faixa de Gaza. As bombas de hoje serão as sementes de fúria, rancor, e sanha que farão brotar os frutos dos horrores que o futuro reserva para o porvir das gerações de judeus e palestinos. Que Alá e o Deus de Israel os proteja.




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