||| 07 de outubro DE 2026 ||| 4ª feira ||| Dia de N.S. do Rosário ||| # Reflexão: "A força mais potente do universo é a fé". -- Madre Teresa de Calcutá . |||

 

Bem vindo

Bem vindo

Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora do Santo Rosário ou Nossa Senhora do Santíssimo Rosário é o título mariano apresentado quando da aparição da Santíssima Virgem Maria a São Domingos de Gusmão em 1214 na igreja do mosteiro de Prouille, na qual a mãe de Jesus entregou o Rosário ao fiel frade dominicano. É também o título pelo qual a Virgem Maria se apresentou aos três pastorinhos nas suas aparições em Fátima. Em 1214, São Domingos de Gusmão, o fundador da Ordem dos Pregadores (ou dos Frades Dominicanos) estava na cidade de Toulouse, em França. Enquanto orava e fazia penitência pelos pecados dos homens, tendo passado três dias e três noites rezando e macerando o seu corpo visando aplacar a cólera divina, parecia estar já morto pelas severas disciplinas quando a Virgem Maria lhe apareceu. Com Sua voz materna, disse-lhe: «– Sabes tu, meu querido Domingos, de que arma se serviu a Santíssima Trindade para reformar o mundo?» «– Ó Senhora! — respondeu ele, — Vós o sabeis melhor que eu, porque depois de vosso Filho, Jesus Cristo, fostes o principal instrumento de nossa Salvação.» Respondeu-lhe Maria Santíssima: «– Sabei que a peça principal da bateria foi a saudação angélica, que é o fundamento do Novo Testamento; e, portanto, se queres ganhar para Deus esses corações endurecidos, reza o meu saltério.» Após a aparição mariana, São Domingos entrou na Catedral de Toulouse para reunir e falar aos fiéis, enquanto os sinos começaram a tocar sem qualquer intervenção humana. Quando o santo começou a pregar, uma espantosa tormenta se iniciou, houve um tremor de terra, o sol se velou, ouviram-se terríveis trovões e o céu iluminou-se de relâmpagos. Uma imagem de Nossa Senhora levantou três vezes os braços para solicitar a Deus justiça para aqueles que não se arrependessem e recorressem à Sua proteção. São Domingos, perante tal fenómeno, orou das orações do Santo Rosário e, por fim, cessou a tormenta. Pôde ele, então, continuar tranquilamente a sua pregação, e fê-lo com tal zelo e ardor nas palavras que os habitantes da cidade abraçaram quase todos a devoção ao Rosário da Virgem Maria. Em pouco tempo, viu-se uma substancial conversão de vida das pessoas. São Domingos, após a aparição e ter recebido o Santo Rosário das mãos de Nossa Senhora, tornou-se, ele próprio, o grande propagador dessa devoção mariana no início do século XIII. A Igreja Católica lhe conferiu o título de “Apóstolo do Santo Rosário”. Naquela época havia muitos hereges que desviavam os fiéis da Igreja Católica. São Domingos, com a prática da oração do Rosário da Virgem Maria e a pedido expresso de Nossa Senhora, começou a combater as heresias dos albingenses, as quais cresciam vertiginosamente na França. O Papa mandou vários missionários para combater os hereges, mas nada conseguiram. Somente São Domingos, com a criação de sua ordem religiosa e com a insistente oração do Rosário, é que conseguiu acabar com esses hereges. São Domingos dizia que em todas as orações do Rosário solicitava a intercessão de Maria Santíssima para converter os hereges e, com o passar dos anos, conseguiu essa conquista. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_do_Ros%C3%A1rio]

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
José Saramago foi um escritor, poeta, contista, dramaturgo e jornalista português. É considerado a maior expressão da literatura portuguesa contemporânea. Foi o primeiro escritor em língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 1998. Saramago nasceu em 16 de novembro de 1922, na aldeia de Azinhaga. A aldeia é localizada na província portuguesa do Ribatejo. O escritor morreu em 18 de junho de 2010, em Lazaronte, na Espanha, na presença da esposa, a jornalista espanhola Pilar Del Rio, e da família. Em 1976, tomou a decisão de viver exclusivamente da literatura. Começou como tradutor antes de chegar à fase autoral. Recebeu o Prêmio Camões em 1995. Principais obras de José Saramago: Terra do Pecado (1947) # Levantado do Chão (1980) # Memorial do Convento (1982) # O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984) # A Jangada de Pedra (1986) # História do Cerco de Lisboa (1989) # O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991). {https://www.todamateria.com.br/jose-saramago/}

 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Israel promove um "Pogrom" contra os palestinos.

http://philistine.files.wordpress.com/2008/03/gaza-assault-800.png

"Pogrom (do russo погром) é um ataque violento maciço a pessoas, com a destruição simultânea do seu ambiente (casas, negócios, centros religiosos). Historicamente, o termo tem sido usado para denominar atos em massa de violência, espontânea ou premeditada, contra judeus e outras minorias étnicas da Europa.A palavra tornou-se internacional após a onda de pogroms que varreu o sul da Rússia entre 1881 e 1884, causando o protesto internacional e levando à emigração maciça dos judeus."

Quem já leu sobre a história do povo judeu sabe o que é e quando ocorreram os maiores e mais famosos pogroms da história; e não foram poucos contra as comunidades de judeus. Os próprios hebreus se encarregaram de tornar o termo um sinônimo e um ícone de sua propaganda para demonstrar sua perseguição ao longo dos séculos.
Fico relutante em escrever sobre a guerra (?) na Faixa de Gaza. Leio, vejo e ouço tudo que posso sobre o conflito. Nada de novo. Raríssimas exceções são alguns comentaristas que aqui e ali colocam um ponto de vista novo ou nos abrem uma nova janela de entendimento. Nada que possa iluminar as trevas que caem a cada dia sobre aquela terra desditada.
De novo mesmo só os números de mortos. Principalmente do lado dos palestinos. Principalmente as crianças e civis cujo único pecado é terem sido colocados ali pelo destino que lhes negou as venturas.
Por mais que os israelenses possam ter razão na retaliação que realizam contra o Hamas não há como justificar a matança com todas as cores de um genocídio levada a efeito contra famílias de palestinos que não são nem do Hamas e nem do Fatah. São meros cidadãos que procuram sobreviver em meio ao caos que predomina naquela região devastada.
Não é aceitável que as nações do mundo sejam tão impotentes e não impeçam um país filiado à ONU, como Israel, de prosseguir matando seres humanos inocentes indiscriminadamente com suas bombas - hoje mais assassinas que guerreiras - nesse desvario que eles chamam de autodefesa e o Hamas de agressão.

A indignação que coloco nestas linhas faz parte de uma onda que percorre o mundo todo vociferando contra o governo israelense e neste momento, contra seu povo que apóia o partido político Kadima, atualmente no poder e responsável pelo aniquilamento, carnificina, massacre ou qualquer nome que se queira dar, dos palestinos da Faixa de Gaza. A operação dos israelenses tem todos os requintes de um extermínio e isso espanta mais os povos do planeta por serem eles - até então - as grandes vítimas do ódio nazista que tentou aniquilar os judeus nos campos de concentração da 2ª Guerra Mundial. E agora? O que dirão os judeus quando forem comparados com seus antigos algozes?
Pelo pouco que conheço da história e dos valores judaicos a maior ofensa que se pode fazer ao seu povo é assemelhá-los aos filhotes de Hitler. Todavia depois dessa "guerra" e das imagens de tantas crianças mortas é impossível não relacionar as duas coisas.
É uma pena, pois os judeus eram os ícones que a humanidade tinha para exibir a crueldade das nações e dos governos contra os povos indefesos. Agora terão que, no mínimo, dividir esta triste memória com suas próprias vítimas, as crianças e os civis palestinos.
Tenho amigos judeus - daqueles sionistas ferrenhos - que já se posicionam contra os exageros do exército israelense, mas não tem ou não conseguem expressar isto como indignação. Estão sempre à procura de uma justificativa. Nada diferente dos líderes judeus e seus aliados de hoje.
O mundo chora as crianças, tão pequenas, tão puras e tão inocentes, mortas ou mutiladas naquele inferno em que a cidade de Gaza se transformou, mas o exército de Israel, indiferente, continua matando-as com suas bombas e mísseis assassinos. Os foguetes do Hamas, em vista do poder de destruição da força israelense, transformaram-se - no imaginário da opinião pública mundial - em "traques de massa" (também conhecidos como "traques de chumbinho").
Um futuro tenebroso e funesto espera aqueles povos após os ventos do Sinai dissipar as negras fumaças dos escombros de Gaza. Tanto israelenses quanto palestinos; tanto judeus quanto muçulmanos pelas suas raízes e histórias não terão, tão cedo, a paz que o mundo lhes deseja. Muito ódio e muito sangue ainda vão brotar desse matadouro em que Israel transformou a Faixa de Gaza. As bombas de hoje serão as sementes de fúria, rancor, e sanha que farão brotar os frutos dos horrores que o futuro reserva para o porvir das gerações de judeus e palestinos. Que Alá e o Deus de Israel os proteja.




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Incentivo ao debate, à informação, à diversidade de opiniões. Obrigado.