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||| 14 de abril DE 2026 ||| 3ª feira ||| Dia Mundial do café e da Doença de Chagas ||| “Nenhum dever é mais importante do que a gratidão.” (Cícero) |||

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O Dia Mundial do Café é comemorado anualmente em 14 de abril. A data homenageia uma das bebidas mais adoradas do mundo: o café! Seja ele carioca, pingado, cappuchino, americano ou expresso, o café é uma paixão mundial, sem dúvidas. De acordo com o Sumário Executivo - Café, de março de 2026, documento da responsabilidade do Ministério da Agricultura Pecuária e Estabelecimento, o Brasil é considerado o maior produtor e exportador de café do mundo, seguido do Vietnã e da Colômbia. Dia internacional e dia nacional do café O Dia Mundial do Café, em 14 de abril, é uma data bastante popular. Além dela, existe também o Dia Internacional do Café, em 1 de outubro. O Dia Internacional do Café foi criado em 2015 por iniciativa da OIC - International Coffee Organization. A ideia dos membros da OIC era organizar uma única celebração do café em todo o mundo. comemoração do dia do café Mas, como o café é amado e consumido em vários países pelo mundo, cada nação criou o seu Dia Nacional do Café. Já em 2005, por iniciativa da ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café, havia sido criado no Brasil o Dia Nacional do Café, comemorado em 24 de maio. Confira outros Dias Nacionais do Café pelo mundo: Indonésia - 17 de agosto Costa Rica - 12 de setembro Alemanha - 24 de setembro Japão - 1 de outubro Nepal - 17 de novembro Estados Unidos e Inglaterra - 29 de setembro Curiosidades sobre o café A borra do café funciona como um excelente adubo; A borra do café também é ótima para tirar o mau cheiro da geladeira; O café, quando consumido nas doses corretas, aumenta a capacidade de concentração; A cafeína, nas quantidades certas, evita a depressão e o mau humor.

O Dia Mundial da Doença de Chagas é celebrado em 14 de abril para conscientizar sobre essa infecção parasitária negligenciada, que afeta milhões de pessoas, principalmente nas Américas. A data, instituída pela OMS em 2019 e celebrada desde 2020, marca o primeiro diagnóstico da doença em humanos feito por Carlos Chagas em 1909. Principais Aspectos do Dia e da Doença: Objetivo: Aumentar a visibilidade da "doença silenciosa", promover detecção precoce, diagnóstico e acesso equitativo ao tratamento. O que é: Infecção causada pelo parasita Trypanosoma cruzi, transmitido pelas fezes do inseto "barbeiro", alimentos contaminados, transfusão de sangue ou da mãe para o filho. A "Doença Silenciada": Afeta populações de baixa renda, com curso clínico lento e frequentemente assintomático, tornando o diagnóstico tardio comum. Dados: Estima-se que cerca de 6 a 7 milhões de pessoas estejam infectadas no mundo, com cerca de 12 mil mortes anuais. Prevenção: Foco na melhoria das habitações para evitar o barbeiro, controle de alimentos e acompanhamento médico. A data incentiva a ação contínua para eliminar a transmissão e cuidar dos infectados, reforçando que é um problema de saúde pública que exige atenção.


Friedrich Wilhelm Nietzsche (Röcken, 15 de outubro de 1844 – Weimar, 25 de agosto de 1900) foi um filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor alemão. Escreveu vários textos criticando a religião, a moral, a cultura contemporânea, a filosofia e a ciência, exibindo certa predileção por metáfora, ironia e aforismo. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Nietzsche]


segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Israel promove um "Pogrom" contra os palestinos.

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"Pogrom (do russo погром) é um ataque violento maciço a pessoas, com a destruição simultânea do seu ambiente (casas, negócios, centros religiosos). Historicamente, o termo tem sido usado para denominar atos em massa de violência, espontânea ou premeditada, contra judeus e outras minorias étnicas da Europa.A palavra tornou-se internacional após a onda de pogroms que varreu o sul da Rússia entre 1881 e 1884, causando o protesto internacional e levando à emigração maciça dos judeus."

Quem já leu sobre a história do povo judeu sabe o que é e quando ocorreram os maiores e mais famosos pogroms da história; e não foram poucos contra as comunidades de judeus. Os próprios hebreus se encarregaram de tornar o termo um sinônimo e um ícone de sua propaganda para demonstrar sua perseguição ao longo dos séculos.
Fico relutante em escrever sobre a guerra (?) na Faixa de Gaza. Leio, vejo e ouço tudo que posso sobre o conflito. Nada de novo. Raríssimas exceções são alguns comentaristas que aqui e ali colocam um ponto de vista novo ou nos abrem uma nova janela de entendimento. Nada que possa iluminar as trevas que caem a cada dia sobre aquela terra desditada.
De novo mesmo só os números de mortos. Principalmente do lado dos palestinos. Principalmente as crianças e civis cujo único pecado é terem sido colocados ali pelo destino que lhes negou as venturas.
Por mais que os israelenses possam ter razão na retaliação que realizam contra o Hamas não há como justificar a matança com todas as cores de um genocídio levada a efeito contra famílias de palestinos que não são nem do Hamas e nem do Fatah. São meros cidadãos que procuram sobreviver em meio ao caos que predomina naquela região devastada.
Não é aceitável que as nações do mundo sejam tão impotentes e não impeçam um país filiado à ONU, como Israel, de prosseguir matando seres humanos inocentes indiscriminadamente com suas bombas - hoje mais assassinas que guerreiras - nesse desvario que eles chamam de autodefesa e o Hamas de agressão.

A indignação que coloco nestas linhas faz parte de uma onda que percorre o mundo todo vociferando contra o governo israelense e neste momento, contra seu povo que apóia o partido político Kadima, atualmente no poder e responsável pelo aniquilamento, carnificina, massacre ou qualquer nome que se queira dar, dos palestinos da Faixa de Gaza. A operação dos israelenses tem todos os requintes de um extermínio e isso espanta mais os povos do planeta por serem eles - até então - as grandes vítimas do ódio nazista que tentou aniquilar os judeus nos campos de concentração da 2ª Guerra Mundial. E agora? O que dirão os judeus quando forem comparados com seus antigos algozes?
Pelo pouco que conheço da história e dos valores judaicos a maior ofensa que se pode fazer ao seu povo é assemelhá-los aos filhotes de Hitler. Todavia depois dessa "guerra" e das imagens de tantas crianças mortas é impossível não relacionar as duas coisas.
É uma pena, pois os judeus eram os ícones que a humanidade tinha para exibir a crueldade das nações e dos governos contra os povos indefesos. Agora terão que, no mínimo, dividir esta triste memória com suas próprias vítimas, as crianças e os civis palestinos.
Tenho amigos judeus - daqueles sionistas ferrenhos - que já se posicionam contra os exageros do exército israelense, mas não tem ou não conseguem expressar isto como indignação. Estão sempre à procura de uma justificativa. Nada diferente dos líderes judeus e seus aliados de hoje.
O mundo chora as crianças, tão pequenas, tão puras e tão inocentes, mortas ou mutiladas naquele inferno em que a cidade de Gaza se transformou, mas o exército de Israel, indiferente, continua matando-as com suas bombas e mísseis assassinos. Os foguetes do Hamas, em vista do poder de destruição da força israelense, transformaram-se - no imaginário da opinião pública mundial - em "traques de massa" (também conhecidos como "traques de chumbinho").
Um futuro tenebroso e funesto espera aqueles povos após os ventos do Sinai dissipar as negras fumaças dos escombros de Gaza. Tanto israelenses quanto palestinos; tanto judeus quanto muçulmanos pelas suas raízes e histórias não terão, tão cedo, a paz que o mundo lhes deseja. Muito ódio e muito sangue ainda vão brotar desse matadouro em que Israel transformou a Faixa de Gaza. As bombas de hoje serão as sementes de fúria, rancor, e sanha que farão brotar os frutos dos horrores que o futuro reserva para o porvir das gerações de judeus e palestinos. Que Alá e o Deus de Israel os proteja.




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