||| 23 de março DE 2026 ||| 2ª feira ||| dia mundial da meteorologia ||| "Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade". (Carlos Drummond de Andrade) |||

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O Dia Mundial da Meteorologia é comemorado em 23 de março. A data celebra a técnica responsável por analisar e prever as variações climáticas da Terra. A partir do recolhimento de informações sobre a umidade do ar, pressão atmosférica, temperatura do ar, volume de chuva, entre outras, os meteorologistas, profissionais formados no curso de ensino superior em meteorologia, conseguem traçar uma previsão da condição do clima para determinada região. Através do seu trabalho, esses profissionais ajudam a prevenir acidentes e prejuízos para os setores de serviços e produção, além de evitar que você passe frio ou pegue uma chuva desprevenido na rua. Origem do Dia Mundial da Meteorologia O Dia Mundial da Meteorologia ou Dia Mundial do Meteorologista é comemorada em 23 de Março. A data surgiu em 1961, por causa da celebração da criação da Organização Meteorológica Mundial - OMM, instituição que é ligada à ONU (Organização das Nações Unidas) e que existe desde 1950. Atualmente, esta organização está presente em 189 países ao redor do planeta.


Thomas Jefferson (Shadwell, 13 de abril de 1743 – Charlottesville, 4 de julho de 1826) foi o terceiro presidente dos Estados Unidos (1801-1809) e o principal autor da declaração de independência (1776) dos Estados Unidos. Jefferson foi um dos mais influentes Founding Fathers (os "Pais Fundadores" da nação), conhecido pela sua promoção dos ideais do republicanismo nos Estados Unidos. Visualizava o país como a força por trás de um grande "Império de Liberdade" que promoveria o republicanismo e poderia combater o imperialismo britânico. Entre os eventos de destaque da história americana que ocorreram durante sua presidência estão a Compra da Louisiana (1803) e a Expedição de Lewis e Clark (1804-1806), bem como a escalada das tensões entre a Grã-Bretanha e a França que levaram à guerra com o Império Britânico em 1812, ano em que deixou o cargo. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Jefferson}


segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Israel promove um "Pogrom" contra os palestinos.

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"Pogrom (do russo погром) é um ataque violento maciço a pessoas, com a destruição simultânea do seu ambiente (casas, negócios, centros religiosos). Historicamente, o termo tem sido usado para denominar atos em massa de violência, espontânea ou premeditada, contra judeus e outras minorias étnicas da Europa.A palavra tornou-se internacional após a onda de pogroms que varreu o sul da Rússia entre 1881 e 1884, causando o protesto internacional e levando à emigração maciça dos judeus."

Quem já leu sobre a história do povo judeu sabe o que é e quando ocorreram os maiores e mais famosos pogroms da história; e não foram poucos contra as comunidades de judeus. Os próprios hebreus se encarregaram de tornar o termo um sinônimo e um ícone de sua propaganda para demonstrar sua perseguição ao longo dos séculos.
Fico relutante em escrever sobre a guerra (?) na Faixa de Gaza. Leio, vejo e ouço tudo que posso sobre o conflito. Nada de novo. Raríssimas exceções são alguns comentaristas que aqui e ali colocam um ponto de vista novo ou nos abrem uma nova janela de entendimento. Nada que possa iluminar as trevas que caem a cada dia sobre aquela terra desditada.
De novo mesmo só os números de mortos. Principalmente do lado dos palestinos. Principalmente as crianças e civis cujo único pecado é terem sido colocados ali pelo destino que lhes negou as venturas.
Por mais que os israelenses possam ter razão na retaliação que realizam contra o Hamas não há como justificar a matança com todas as cores de um genocídio levada a efeito contra famílias de palestinos que não são nem do Hamas e nem do Fatah. São meros cidadãos que procuram sobreviver em meio ao caos que predomina naquela região devastada.
Não é aceitável que as nações do mundo sejam tão impotentes e não impeçam um país filiado à ONU, como Israel, de prosseguir matando seres humanos inocentes indiscriminadamente com suas bombas - hoje mais assassinas que guerreiras - nesse desvario que eles chamam de autodefesa e o Hamas de agressão.

A indignação que coloco nestas linhas faz parte de uma onda que percorre o mundo todo vociferando contra o governo israelense e neste momento, contra seu povo que apóia o partido político Kadima, atualmente no poder e responsável pelo aniquilamento, carnificina, massacre ou qualquer nome que se queira dar, dos palestinos da Faixa de Gaza. A operação dos israelenses tem todos os requintes de um extermínio e isso espanta mais os povos do planeta por serem eles - até então - as grandes vítimas do ódio nazista que tentou aniquilar os judeus nos campos de concentração da 2ª Guerra Mundial. E agora? O que dirão os judeus quando forem comparados com seus antigos algozes?
Pelo pouco que conheço da história e dos valores judaicos a maior ofensa que se pode fazer ao seu povo é assemelhá-los aos filhotes de Hitler. Todavia depois dessa "guerra" e das imagens de tantas crianças mortas é impossível não relacionar as duas coisas.
É uma pena, pois os judeus eram os ícones que a humanidade tinha para exibir a crueldade das nações e dos governos contra os povos indefesos. Agora terão que, no mínimo, dividir esta triste memória com suas próprias vítimas, as crianças e os civis palestinos.
Tenho amigos judeus - daqueles sionistas ferrenhos - que já se posicionam contra os exageros do exército israelense, mas não tem ou não conseguem expressar isto como indignação. Estão sempre à procura de uma justificativa. Nada diferente dos líderes judeus e seus aliados de hoje.
O mundo chora as crianças, tão pequenas, tão puras e tão inocentes, mortas ou mutiladas naquele inferno em que a cidade de Gaza se transformou, mas o exército de Israel, indiferente, continua matando-as com suas bombas e mísseis assassinos. Os foguetes do Hamas, em vista do poder de destruição da força israelense, transformaram-se - no imaginário da opinião pública mundial - em "traques de massa" (também conhecidos como "traques de chumbinho").
Um futuro tenebroso e funesto espera aqueles povos após os ventos do Sinai dissipar as negras fumaças dos escombros de Gaza. Tanto israelenses quanto palestinos; tanto judeus quanto muçulmanos pelas suas raízes e histórias não terão, tão cedo, a paz que o mundo lhes deseja. Muito ódio e muito sangue ainda vão brotar desse matadouro em que Israel transformou a Faixa de Gaza. As bombas de hoje serão as sementes de fúria, rancor, e sanha que farão brotar os frutos dos horrores que o futuro reserva para o porvir das gerações de judeus e palestinos. Que Alá e o Deus de Israel os proteja.




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