05 DE DEZEMBRO DE 2025 ||| 6ª FEIRA ||| Dia Nacional do Médico de família e comunidade ||| "A fé e a esperança nos fazem ver o invisível , crer no incrível e receber o impossível"(Pensador) |||

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Neste sábado (5/12) é comemorado o Dia Nacional do Médico de Família e Comunidade, profissional essencial para a Atenção Primária à Saúde (APS). Aproximadamente 85% das queixas dos pacientes podem ser resolvidas por um médico de família - os demais são encaminhados para outras especialidades. No Brasil, é comum haver confusão entre médico de família e clínico geral, mas tratam-se de funções diferentes, embora complementares. Enquanto o clínico trata especificamente da doença, o médico de família foca na pessoa, acompanhando o paciente durante todas as fases da vida. “A clínica geral é pontual, e a medicina da família é longitudinal”, resume a médica de família do SUS, Fernanda Melchior, atuante em Florianópolis (SC). Além dos sintomas, o estilo de vida, os hábitos, as emoções, as condições de trabalho e a moradia são levados em conta para que o médico de família aponte um diagnóstico. Ou seja, o indivíduo é analisado de forma integral. “Como costumam dizer: quando a boca cala, o corpo fala, e é nisso que nós prestamos atenção”, observa a médica.


A WONCA é a Organização Mundial de Médicos de Família (World Organization of Family Doctors). Ela é uma entidade global que representa médicos de família e comunidade em todo o mundo, com o objetivo de fortalecer a atenção primária à saúde e melhorar a qualidade de vida das pessoas por meio de cuidados médicos integrais. A WONCA é considerada a voz global da medicina de família e comunidade, defendendo que sistemas de saúde fortes começam pela atenção primária. Seu trabalho inspira políticas públicas e práticas médicas em diversos países, incluindo o Brasil, onde a especialidade é cada vez mais valorizada.

Visualizações no blog no mês de novembro/2025.

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sábado, 31 de janeiro de 2009

Eurico Dutra toma posse como 1º presidente brasileiro eleito após 9 anos de ditadura com Getúlio Vargas.


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O governo do presidente Dutra
Jornal do Brasil: Posse de Dutra
A posse do general Eurico Gaspar Dutra, depois de nove anos de ditadura instaurada por Getúlio Vargas, foi marcada por festas em todo o país. O general venceu o pleito realizado em 2 de dezembro de 1945, com 3.351.507 votos, superando Eduardo Gomes, da União Democrática Nacional, e Iedo Fiúza, do Partido Comunista Brasileiro (PCB).

Dutra elegeu-se pela coligação formada pelo Partido Social Democrático (PSD) e pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), com o apoio de Getúlio, de quem fora Ministro da Guerra, no Estado Novo.

No início do seu mandato foi promulgada uma nova Constituição, que assegurou o mandato presidencial de cinco anos, eleições diretas, e a manutenção dos direitos trabalhistas conquistados no governo de Getúlio Vargas.

Na política externa alinhou-se com os norte-americanos na Guerra Fria, conflito ideológico polarizado pelos Estados Unidos, que lideravam os países do bloco capitalista, e pela União Soviética, que comandava o bloco socialista. Dutra rompeu relações com a União Soviética, cassou o registro do PCB e os mandatos dos representantes eleitos pela sigla. O presidente interveio em mais de 100 sindicatos, com o argumento de que estes eram ligados ao movimento comunista.

O general abriu as portas da economia brasileira aos produtos norte-americanos, promoveu a desvalorização da moeda para conter o crescimento excessivo das importações, e congelou o salário-mínimo. Seu ato mais polêmico foi a proibição dos jogos de azar no país.

Durante o seu mandato foi inaugurada a TV Tupi, a primeira emissora de televisão do Brasil. Entre 24
de junho e 16 de julho de 1950, o Brasil foi sede da Copa do Mundo de Futebol. Na partida final da disputa pelo título a equipe do Uruguai derrotou os brasileiros dentro do recém-inaugurado Estádio do Maracanã.

Dutra deixou a presidência em 1951 e, três anos depois, participou da conspiração que levou o presidente Vargas ao suicídio. Em 1964, apoiou o golpe militar que depôs o presidente João Goulart.

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