||| 22 de outubro DE 2026 ||| 5ª FEIRA ||| CAMPANHAS DE OUTUBRO (VER IMAGEM ABAIXO) || # Reflexão: Otimismo é esperar pelo melhor. Confiança é saber lidar com o pior". --- Roberto Simonsen . |||

 

Bem vindo

Bem vindo

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
Marcus Vinícius da Cruz de Mello Moraes (Rio de Janeiro, 19 de outubro de 1913 – Rio de Janeiro, 9 de julho de 1980), mais conhecido como Vinicius de Moraes, foi um poeta, dramaturgo, jornalista, diplomata, cantor e compositor brasileiro. Poeta essencialmente lírico, o que lhe renderia o apelido "Poetinha", que lhe teria atribuído Tom Jobim, notabilizou-se pelos seus sonetos. Conhecido como um boêmio inveterado, fumante e apreciador do uísque, era também conhecido por ser um grande conquistador. Sua obra é vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e música. Ainda assim, sempre considerou que a poesia foi sua primeira e maior vocação, e que toda sua atividade artística deriva do fato de ser poeta. No campo musical, o Poetinha teve como principais parceiros Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell, João Gilberto, Chico Buarque e Carlos Lyra. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Vinicius_de_Moraes}

 

domingo, 14 de maio de 2023

Santos 1, Vasco 0 - Chega de Barbieri! O tempo ruge...

Normalmente não escrevo estes posts do Vasco da Gama logo após os jogos, no calor dos resultados, mas vou abrir exceção hoje. O time perdeu mais uma dentro de São Januário; 1 a 0 para o Santos agora há poucos minutos.

Assisti integralmente todos os seis jogos do Vasco no Brasileirão (Atlético MG, Palmeiras, Bahia, Fluminense, Coritiba e Santos, hoje); duas derrotas seguidas em casa, sem falar na desclassificação da Copa Brasil. A decadência do coletivo vascaíno é visível e progressiva, a cada jogo. Hoje, então, foi flagrante a debilidade do conjunto. Demais!

Não sou desses torcedores que pedem a cabeça do técnico pelas derrotas que sejam aceitáveis.  Acho sempre  exagerada a sanha das galeras em responsabilizar apenas os técnicos pelos insucessos do clube. Todavia, chega uma hora que é limite. A hora chegou.

No Vasco, é perceptível que o seu treinador - Maurício Barbieri - não tem competência, seja pela falta de experiência e vivência em comando de grandes clubes, seja para conduzir e liderar um esquadrão do porte que o Vasco tem.  Não estou falando em time, mas em clube, torcida.

Não é questão de falta de treino, falta de vontade dos jogadores, falta de estrutura ou algo assim. É caso de competência técnica mesmo! Nada, em geral, contra o jovem - e promissor - técnico, mas é questão de experiência, bagagem, "quilometragem" na profissão. Ele não tem e não dá para o Vasco arriscar seu prestígio em uma aposta que já está perdida; é reconhecer o erro e recuperar o prejuízo logo, o tempo "ruge"...


O Vasco está com Barbieri desde dezembro. É fato que o coletivo foi agrupado quase do zero, mas já dava tempo (cinco meses) de sobra para haver um padrão de jogo digno de um clube do porte do Vasco da Gama para enfrentar a selva da 1ª divisão do futebol brasileiro.  Não é isso que estamos vendo! 

O Vasco, atualmente, se transformou em presa fácil para os predadores (grandes e pequenos) do brasileirão. Nesse campeonato, não é aceitável que os clubes de grandes torcidas sejam  dóceis, transigentes, suaves. É uma guerra sem fronteiras e de altíssima agressividade. É faca nos dentes o tempo todo. Não é o que se vê nesse Vasco atual.

O grupo, sob o comando do Barbieri, é um time sem dinâmica de competição, sem ímpeto, sem movimentação, sem aquela garra dos vencedores; disputa os jogos de  forma errada, sem eficiência e sem eficácia. Não tem padrão de time grande. Ou seja, não está à altura da competição. Partindo do princípio de que o elenco está com peças de boa qualidade, a responsabilidade é de quem esteja com a mão na massa; ou seja primeiro o técnico e depois a diretoria. E digo mais, o grupo perdeu a confiança no Barbieri.

Quem conhece um pouquinho de esportes coletivos sabe que as lideranças dos técnicos são absolutas sobre seus comandados; não há "democracia" entre técnico e atleta. 


Os elencos, individual e coletivamente, obedecem aos seus técnicos como autômatos. O que se cobra deles é empenho nos treinos e jogos, obediência tática e entrega física. Se há um padrão errado, continuado, não tenhamos dúvidas, a responsabilidade é do técnico e sua comissão. Os jogadores procuram, a rigor, cumprir o planejamento dos seus treinadores cegamente.

Para se ter ideia do que seja um sucesso coletivo, nas mesmas condições, basta ver o que estão produzindo os elencos e seus comandantes, do Botafogo e Cruzeiro, "parceiros" do Vasco nas experiências de montar equipes através da SAF (Sociedade Anônima do Futebol).

PS - Ouvi a entrevista de Barbieri no pós-jogo e me assustei mais ainda ao ouvi-lo dizer que o Vasco jogou infinitamente melhor que o Santos. Isso é uma falácia de quem está  mais comprometido em preservar o emprego do que em procurar seus erros. Com a palavra a diretoria da 777 Partners. Detalhe, o Vasco terminou a rodada batendo na porta da zona de entrada da 2ª divisão (veja classificação abaixo). 

Vamos sofrer... de novo?


 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Incentivo ao debate, à informação, à diversidade de opiniões. Obrigado.