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Leonardo di Ser Piero da Vinci, ou simplesmente Leonardo da Vinci (Anchiano, 15 de abril de 1452 — Amboise, 2 de maio de 1519), foi um polímata nascido na atual Itália, uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico. É ainda conhecido como o precursor da aviação e da balística. Leonardo frequentemente foi descrito como o arquétipo do homem do Renascimento, alguém cuja curiosidade insaciável era igualada apenas pela sua capacidade de invenção. É considerado um dos maiores pintores de todos os tempos e, possivelmente, a pessoa dotada de talentos mais diversos a ter vivido. Segundo Helen Gardner, historiadora de arte, a profundidade e o alcance de seus interesses não tiveram precedentes e "sua mente e personalidade parecem sobre-humanos para nós, e o homem em si [nos parece] misterioso e distante". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Leonardo_da_Vinci]


quarta-feira, 10 de maio de 2023

Rita Lee partiu e com ela um lindo momento da arte brasileira.




Não sou  de escrever sobre assuntos extensamente explorados (no bom sentido) pelas grandes mídias. É o caso da morte da Rita Lee. Entretanto pensei, se a Rita foi uma artista que acompanhei desde os tempos dos Mutantes (final dos anos 60/início dos 70) - e ela não era a protagonista... - e que despontou depois com a turma do Tutti Frutti e a partir daí emplacou um sucesso atrás do outro (após parceria e casamento com Roberto de Carvalho) marcando com sua presença, sobretudo, irreverente, a música brasileira e a sua paixão, o "Rock Enrrow".

Então, o que vou fazer através deste post é a homenagem à minha Rita Lee, sim, porque ela era uma Rita para cada um de nós e  vou usar a prerrogativa de o blog para - saindo do seu tema principal - honrá-la, como parte importante que foi, numa fase marcante da minha vida lúdica.

Costumo dizer que quando uma artista  como Rita Lee morre é uma parte das nossas vidas que também vai embora. Ficam preenchidas pelas lembranças, pelos vídeos e histórias que relacionamos a ela e sua arte. 

Rotulá-la de "apenas roqueira" é muito pouco para fazer jus à sua marca na vida cultural brasileira. Dizer que ela foi única, gigante, inteligente, irreverente, inquieta é, de certa forma, limitar um pouco sua dimensão.

Coletei alguns qualificativos nessa ampla e mais que justa cobertura da mídia pela sua morte: Cantora, Compositora, Apresentadora, Multi-instrumentista, Letrista, Autora de Livros, Feminista, Revolucionária, Corajosa, Culta, Doce, Divertida, Alto Astral, À frente do seu tempo, Sorriso amplo ... Tudo verdadeiro.

O que a gente sabe é que ela está e vai permanecer no Panteão dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos e ainda vamos receber sua influência, agora silenciosa, durante muitos anos.

Sua vida foi uma aventura e, corajosamente, nos deixou compartilhar dela. Como disse em sua última entrevista para o Pedro Bial: "Fiz muita gente feliz". E fez mesmo! Quantos poderão dizer a mesma coisa?

Balada do Louco


Se não teve oportunidade de assistir, veja a cobertura que a GloboNews fez da morte de Rita Lee. Está muito completa.

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