||| 02 de junho DE 2026 ||| 3ª feira ||| Campanhas e cores do mês: Junho Vermelho: incentivo à doação de sangue - Junho Laranja: Dedicada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce da anemia e da leucemia - Junho Violeta: Focada no combate e na conscientização contra a violência à pessoa idosa. ||| "Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga". (Denis Diderot) |||

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No mês de junho, destacam-se três principais campanhas nacionais de conscientização e saúde, cada uma representada por uma cor:Vermelho (Junho Vermelho): Campanha de incentivo à doação de sangue. O movimento visa manter os estoques dos hemocentros abastecidos, uma vez que as doações costumam cair durante o outono e o inverno devido ao aumento das infecções respiratórias. 14 de junho é o Dia Mundial do Doador de Sangue.Laranja (Junho Laranja): Campanha dedicada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce da anemia e da leucemia.Violeta (Junho Violeta): Focada no combate e na conscientização contra a violência à pessoa idosa.

pensamento dia

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Frase

Frase
Robert Louis Stevenson (Edimburgo, Escócia, 13 de novembro de 1850 – Vailima, Ilhas Samoa, 3 de dezembro de 1894), tendo nascido Robert Lewis Balfour Stevenson, foi um influente novelista, poeta e escritor de roteiros de viagem britânico, nascido na Escócia. Escreveu clássicos como A Ilha do Tesouro, O Médico e o Monstro, Raptado e As Aventuras de David Balfour. Considerado um dos mais importantes escritores britânicos do século XIX, está entre os autores mais traduzidos em todo o mundo. Foi, em vida, também um ativista político, crítico social e humanista. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson}

 

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Geração Y está se ajustando à realidade do mundo em que vive. (Época)

Imagem extraída da revista Galileu


Ao ler essa matéria na revista Época resolvi trazê-la para o blog. Tudo que se refere à Geração Y tem interessado - desde que surgiu esse novo conceito - a todos os pesquisadores e estudiosos das coisas do mundo corporativo. É Geração Y prá lá, "Geração X" prá cá e já tem até "Geração Z" na parada (veja figura abaixo).

Pois bem, a grande marca da "Geração Y" que é a turma que está predominando como força motriz no mercado de trabalho atualmente (idade entre 30 a 18 anos) era a inquietação com a carreira pessoal sem preocupação com a carreira na empresa, a quebra dos paradigmas tradicionais da gerência e uma elevada autoestima que se confundia com a arrogância dos jovens. Na verdade as organizações estão (ou estavam?) procurando adaptar-se aos hábitos dessa galera. Afinal de contas eles serão o futuro das empresas.
Por isso fiquei surpreso quando li o artigo que a Época publicou em seu último número. A respeitada empresa PricewaterhouseCoopers (PWC)  fez uma pesquisa recente em 75 países, incluindo o Brasil, que deu sinais de alterações significativas no comportamento corporativo da Geração Y. O grupo, antes tão exigente com os benefícios que as empresas lhes ofereciam para não mudar de emprego, mostra-se agora em tempos de vacas magras para seus empregadores mais propensos a aceitar reduções em suas condições de permanência nas organizações.
Sem dúvidas que é uma notícia importante para o mundo corporativo. Afinal de contas a crise é de todos e para todos. Vamos acompanhar esse assunto bem de perto. Por isso recomendo a leitura da reportagem abaixo e ao final cliquem no link laranja para conhecer outra excelente matéria que coletei na revista Galileu sobre o mesmo assunto.
Assistam ao vídeo e leiam com atenção o resumo da pesquisa no quadro "As marcas de Uma Geração Antenada".
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Eles caíram na real 

Acostumados a mimos e salários atraentes, os jovens ajustaram suas expectativas diante da crise financeira global

LUCIANA VICÁRIA (TEXTO), MARCO VERGOTTI, RODRIGO FORTES, GERSON MORA E ALEXANDRE LUCAS (GRÁFICO)

A geração do milênio, formada por quem nasceu a partir da década de 1980, começou a carreira de forma atípica. Eles tiveram boa educação e deram a sorte de entrar no mercado num momento favorável, com empresas dispostas a pagar benefícios raros a iniciantes e salários bem acima da média, incluindo bônus, premiações e horários flexíveis de trabalho. “Era a única forma de reter essa turma tão disputada”, afirma João Lins, da consultoria PricewaterhouseCoopers (PWC).  Não mais. 
Com os desdobramentos da crise financeira global, o mercado cortou os excessos. A oferta de vagas diminuiu, e a nova geração teve de fazer concessões, mostra uma pesquisa inédita da PWC. Ela compara dados de 2011 com os de 2008, antes da crise. O levantamento foi feito em 75 países, entre eles o Brasil. Trabalhadores americanos e europeus foram os que mais perderam benefícios. Boa parte dos jovens (32%) diz que aceita ganhar menos do que supõe merecer e 15% topam trabalhar em empresas distantes de sua residência, algo pouco comum há cerca de três anos.




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