||| 14 de outubro DE 2026 ||| 4ª FEIRA ||| Campanhas de outubro em cores: 🌸 Rosa - Conscientização, prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero. 🍏 Verde - Combate e prevenção à sífilis e à sífilis congênita (transmitida de mãe para filho). 🟤 Marrom - Alerta sobre a saúde ocular e a prevenção de doenças que podem levar à cegueira (como a retinopatia diabética). 🔮 Roxo - Conscientização sobre a Síndrome de Rett, uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento neurológico. 🪙 Prata - Valorização do envelhecimento saudável e proteção aos direitos e à saúde da pessoa idosa. || # Reflexão: "Quem nunca cometeu um erro nunca tentou algo novo". – Albert Einstein. . |||

 

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Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802 – Paris, 22 de maio de 1885) foi um romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras clássicas de fama e renome mundial. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Hugo]

 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Roberto Rodrigues, mais uma vez na Oficina de Gerência (Folha de SP)

http://www.marceloabdon.com.br/upload/Roberto%20Rodrigues.jpg
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 professor Roberto Rodrigues dispensa apresentação. Sou um admirador incansável da inteligência e do preparo desse brasileiro ilustre. 

Conheci-o pessoalamente (ele não me conhece) quando participei de algumas reuniões entre o então ministro da Agricultura do primeiro governo Lula, Roberto Rodrigues, e o também ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, a quem eu, como diretor da Codevasf, estava vinculado.

Dois homens públicos brilhantes produziram naquelas oportunidades discussões e debates de alto nível. Tive esse privilégio. De Roberto Rodrigues já acompanhava a trajetória e aqueles contatos rápidos apenas confirmaram-me as qualidades de competência, cultura, organização e planejamento. Pena que não tivesse suportado as mazelas da Administração Pública. Na verdade ele era maior que a função de ministro e pediu o boné. Estava perdendo tempo e o país foi quem perdeu com a sua saída.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTkdwBoKEvaGEjaQWUiWMpLq5uTd3JS1sN77Mv0rCkpMuWzyqR8qajyZiz2aPdfM2EBlH6wXOao9B8-I0hMrD0Wv_0aEnpIZ6SET7gcVr9BMbtIqgTdcCsEHFNlhgX7OjcO2ZPN_jZaLjd/s1600/andes.jpg
Não perco oportunidade de transcrever os escritos dele aqui na Oficina de Gerência quando estão sintonizados com a "linha editorial" do blog. É o caso desse artigo que está abaixo. Aproveitei a edição digital da Folga de São Paulo e o  copiei tal como está na página do jornal.

Roberto Rodrigues escreve sobre as reflexões que exercitou ao assistir a palestra de um empresário uruguaio de nome Nando Parrado que vem a ser um dos sobreviventes do famoso acidente nos Andes conhecido como Tragédia dos Andes ou Milagre dos Andes ocorrido em outubro de 1972

No texto não se fala "sobre a necessidade dos sobreviventes se alimentarem dos companheiros mortos fato que à época teve grande repercussão". A narrativa se atém à saga dramática dos sobreviventes e de onde os sobreviventes tiraram suas forças para aguardar o socorro sabendo que a civilização já tinha desistido de encontrá-los.

Ao final do artigo uma linda mensagem que merece a leitura de todos e por isso estou compartilhando-a com os leitores do blog.
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