||| 20 de setembro DE 2026 ||| domingo ||| DIA da Revolução Farroupilha e Dia do gaúcho ||| *Reflexão: “No teatro da vida quem tem o papel de sinceridade é quem, geralmente, mais bem vai no seu papel.” ― Fernando Pessoa . |||

 

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(Imagem criada pelo CHATGPT - Nano Banana) ------- Guerra dos Farrapos, também chamada de Revolução Farroupilha ou Revolta Farroupilha, foi como ficou conhecida a revolução, guerra ou revolta regional, de caráter republicano, contra o governo imperial do Brasil, na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense. Estendeu-se de 20 de setembro de 1835 a 1 de março de 1845. A revolução influenciou movimentos que ocorreram em outras províncias brasileiras: irradiando influência para a Revolução Liberal que viria a ocorrer em São Paulo em 1842 e para a revolta denominada Sabinada na Bahia em 1837, ambas de ideologia do Partido Liberal da época. Inspirou-se na recém findada guerra de independência do Uruguai, mantendo conexões com a nova república do Rio da Prata, além de províncias independentes argentinas, como Corrientes e Santa Fé. Chegou a expandir-se à costa brasileira, em Laguna, com a proclamação da República Juliana e ao planalto catarinense de Lages. A revolta teve como líderes: general Bento Gonçalves da Silva, general Neto, coronel Onofre Pires, coronel Lucas de Oliveira, deputado Vicente da Fontoura, general Davi Canabarro, coronel Corte Real, coronel Teixeira Nunes, coronel Domingos de Almeida, coronel Domingos Crescêncio de Carvalho, general José Mariano de Mattos, general Gomes Jardim, além de receber inspiração ideológica de italianos da Carbonária refugiados, como o cientista e tenente Tito Lívio Zambeccari e o jornalista Luigi Rossetti, além do capitão Giuseppe Garibaldi, que embora não pertencesse a carbonária, esteve envolvido em movimentos republicanos na Itália. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_dos_Farrapos}

pensamento dia

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Frase

Frase
Giuseppe Garibaldi (Nice, 11 de julho de 1807 – Caprera, 2 de junho de 1882) foi um general, guerrilheiro, patriota e revolucionário italiano. Foi alcunhado de "herói de dois mundos", devido à sua participação em conflitos na Europa e na América do Sul. Uma das mais notáveis figuras da unificação italiana, projectada pela organização republicana Jovem Itália da qual fazia parte ao lado de Giuseppe Mazzini e de Camilo Benso, Conde de Cavour. Nasceu em Nizza (hoje Nice, na França), então ocupada pelo Primeiro Império Francês e que retornaria ao Reino da Sardenha, com a queda de Napoleão Bonaparte, para ser depois cedida à França por Cavour, pelo tratado de Turim (24 de março de 1860).[https://pt.wikipedia.org/wiki/Giuseppe_Garibaldi]

 

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Dicas de Portugues: Traz ou trás?





Traz ou trás?

É comum a permuta das palavras “traz” e “trás” na linguagem escrita, pois na falada não há uma maneira exata de saber qual dos dois termos está sendo utilizado.

Você já deve ter ouvido esta oração em algum lugar: O dinheiro trás ou não felicidade?
A resposta dependerá de cada um, mas vamos nos ater à gramática.

O termo “trás”  (com acento e grafado com “s”) tem o mesmo significado de atrás, detrás. Tem função de advérbio de lugar, vem sempre acompanhado de uma preposição, formando com esta uma locução adverbial.

Exemplos
  • Ela olhou para trás e se arrependeu do que fez.
  • O menino surgiu de trás da moita.
  • Na coreografia você deve passar por trás do seu par e não na frente dele.
O termo “traz” (sem acento e escrito com “z”) tem o mesmo significado de conduzir, transportar, causar, ocasionar, oferecer. É a conjugação do verbo “trazer” na terceira pessoa do singular do indicativo ou na primeira pessoa do singular do imperativo.

Exemplos
  • Ele traz notícias boas para nós!
  • A água contaminada da enchente traz doenças à população, como a leptospirose.
  • Ele traz café da manhã todos os dias para mim.
  • Só dinheiro não traz felicidade a ninguém.
Retomando a pergunta em questão “O dinheiro trás ou não felicidade?” e de acordo com a análise do que foi exposto, observamos que o emprego da palavra “trás” está errada, pois não se trata de um advérbio e sim de um verbo. Veja quando substituímos pelo verbo “trazer”:

O dinheiro traz ou não felicidade? ou O dinheiro pode ou não trazer felicidade?

Ou ainda, na substituição de um similar do verbo “trazer”:

O dinheiro ocasiona (traz) ou não felicidade? 


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