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Hoje, o calendário global destaca a importância da diversidade cultural para o diálogo e o desenvolvimento. No ambiente corporativo e na gestão, olhar para a diversidade vai muito além do cumprimento de agendas sociais. Trata-se de um ativo estratégico fundamental: equipes com repertórios, origens e visões de mundo diferentes quebram a miopia organizacional. Onde todos pensam igual, ninguém inova. Gestão inteligente é aquela que transforma a pluralidade em sinergia e inteligência coletiva. (com ajuda da IA Gemini)

pensamento dia

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Frase

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Tomás de Aquino, em italiano Tommaso d'Aquino (Roccasecca, 1225 – Fossanova, 7 de março de 1274), foi um frade católico italiano da Ordem dos Pregadores (dominicano) cujas obras tiveram enorme influência na teologia e na filosofia, principalmente na tradição conhecida como Escolástica, e que, por isso, é conhecido como "Doctor Angelicus", "Doctor Communis" e "Doctor Universalis". "Aquino" é uma referência ao condado de Aquino, uma região que foi propriedade de sua família até 1137. Tomás de Aquino tinha abordagens diferentes para com seus antecedentes como Agostinho de Hipona, apesar de ter utilizado muito do pensamento de filósofos anteriores em suas especulações. Seu pensamento teológico e filosófico inspiraram inúmeras gerações de pensadores. Seu magnum opus é chamado Suma Teológica. Tomás é venerado como Santo pela Igreja Católica e é tido como o professor modelo para os que estudam para o sacerdócio por ter atingido a expressão máxima tanto da razão natural quanto da teologia especulativa. O estudo de suas obras há muito tempo tem sido o cerne do programa de estudos obrigatórios para os que buscam as ordens sagradas (como padres e diáconos) e também para os que se dedicam à formação religiosa em disciplinas como filosofia católica, teologia, história, liturgia e direito canônico. Tomás foi também proclamado Doutor da Igreja por Pio V em 1568. Declarou Bento XV ser ele um lustre para a Igreja por seus ensinamentos, sendo Aquino merecedor de honra e elogios por parte dos pontífices e orago das escolas católicas. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_de_Aquino}

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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Quais são os paises mais pacificos do mundo? O Brasil está em 74º lugar.

Essa é uma noticia que merece, apesar dos pesares, ser divulgada. 
Na escala dos paises mais pacificos do mundo divulgada pelo Instituto pela Economia e pela Paz (IEP) o Brasil ultrapassou os EUA! Ficou em 74º lugar no Indice Global de Paz (clique no link pois é sensacional) e os EUA estão em 82º.  
Sem duvidas é um avanço, mas ainda estamos longe do Japão, por exemplo, que é o 3º pais mais pacifico do mundo. Leia a materia da BBC Brasil que certamente terá ampla divulgação no final de semana em todos os noticiarios. Entre os 23 aspectos avaliados pelo IEP para montar sua lista, destacam-se
  • relações com os países vizinhos, 
  • instabilidade política, 
  • número de homicídios para cada 100 mil pessoas, 
  • número de população encarcerada,
  • gastos com a militarização e 
  • facilidade de acesso a armas.
Clique na imagem e explore o mapa do "Estado da Paz". É sensacional!
O Brasil ocupa o 74º lugar, está atrás de Cuba (67º) e "ganha" da Bolívia (76º), Peru (85º), Equador (90º), República Dominicana (91º), El Salvador (102º) e Haiti (113º).
É interessante observar -  veja quadro na materia - que na America do Sul, entre os dez mais pacificos é o Uruguai é o pais menos violento e o Brasil está em 9º lugar.
No continente americano como um todo é o Canadá que ocupa a posição de mais pacifico posicionado em 8º lugar entre os dez paises menos violentos.


Brasil sobe nove posições e ultrapassa EUA em ranking global da paz
Policiais e criminosos se enfrentam no Morro do Alemão, no Rio de Janeiro.
Traficantes entram em confronto com a polícia do Rio, em janeiro
Clique no logo e visite a BBC Brasil
O Brasil é o 74º país mais pacífico do mundo, de acordo com o Índice Global de Paz (GPI, sigla em inglês) de 2011. O país subiu nove posições em relação a 2010 e superou os Estados Unidos.
O estudo foi divulgado pelo Instituto pela Economia e pela Paz, um centro de pesquisas internacional sobre as relações entre desenvolvimento econômico e paz no mundo.
O índice, que está em sua quinta edição, classifica os países de acordo com sua pontuação em uma escala de um a cinco. O número 1 representa mais proximidade do estado de paz e o número 5, mais distanciamento.
Para avaliar a ausência de violência nos países, uma equipe de acadêmicos, empresários, filantropos e membros de organizações pela paz analisa indicadores como relações com os países vizinhos, instabilidade política, número de homicídios para cada 100 mil pessoas, número de população encarcerada, gastos com a militarização e facilidade de acesso a armas.
A Islândia ocupa o primeiro lugar no ranking de 2011, seguida por Nova Zelândia, Japão, Dinamarca e República Tcheca.
Já a Somália foi considerada o país menos pacífico, substituído o Iraque, que foi para o penúltimo lugar. Acima deles estão Sudão, Afeganistão e Coreia do Norte.

Menos pacífico
Em 2011, o Brasil subiu da 83ª para a 74ª posição e ultrapassou os Estados Unidos, que está em 82º lugar, devido principalmente ao envolvimento em conflitos internacionais, à exportação de armas e aos gastos com a militarização do país.
Na América do Sul, o Brasil é o nono país mais pacífico, atrás do Uruguai, que ocupa o primeiro lugar, e de países como Costa Rica, Panamá, Chile e Cuba. Em 2010, o Brasil ocupava a décima posição, atrás da Bolívia.
No entanto, a pesquisa mostra que o Brasil apresenta níveis de crimes violentos, desrespeito aos direitos humanos, número de população encarcerada e número de homicídios por 100 mil pessoas iguais ou maiores do que os níveis da Colômbia e do México, respectivamente o primeiro e o quarto país menos pacíficos do continente.
O Instituto pela Economia e pela Paz, que organiza a avaliação, diz que o mundo está menos pacífico pelo terceiro ano consecutivo.
Em 2011, a pontuação geral média dos países ficou em 2,05 (em uma escala de 1 a 5, em que 5 representa mais violência). Em 2010, o índice global era de 2,02 e em 2009, de 1,96.
“A deterioração no índice entre 2009 e 2010 parece ter sido reflexo dos conflitos que eclodiram em diversos países, estimulados pelo rápido aumento nos preços de alimentos e combustível em 2008 e pela crise econômica”, diz a pesquisa.
Outro fator, de acordo com a instituição, teria sido o aumento do risco de ataques terroristas em 29 países.
No entanto, a pesquisa também atribui a melhora no índice de paz de alguns países a uma diminuição nos gastos com a defesa nacional, forçada pela crise econômica que afetou o mundo em 2008.

Oriente Médio
Os levantes populares e conflitos nos países do Oriente Médio contribuíram para deteriorar os índices de paz de alguns países da região, como Bahrein, Egito e Tunísia, de acordo com a pesquisa.
A Líbia, palco de enfrentamentos entre rebeldes e forças favoráveis ao líder Muamar Khadafi desde fevereiro, caiu 83 posições e está entre os países 20 menos pacíficos do mundo.
O Catar, que está 12ª posição no ranking global, é o país mais bem colocado da região.
De acordo com a pesquisa, a violência custou mais de US$ 8 trilhões (R$ 130 trilhões) à economia mundial em 2011.
Além disso, o GPI também identificou um aumento da possibilidade de manifestações violentas em 33 países do mundo.
O índice, que engloba 153 países e 99% da população mundial, foi o primeiro criado para classificar as nações do mundo de acordo com seus níveis de paz.
Para fazer a classificação dos países, a equipe de avaliação utiliza dados do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, do Banco Mundial, de agências da ONU, de institutos de paz e do centro de pesquisas econômicas da revista britânica The Economist.

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