||| 25 de setembro DE 2026 ||| 6ª feira ||| Celebrações do dia: Dia Mundial do Sonho # Dia Nacional do Rádio e da Radiodifusão # Dia Nacional do Trânsito ||| Reflexão: “A esperança é o sonho do homem acordado.” – Aristóteles . |||

 

Bem vindo

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O Dia Mundial do Sonho comemora-se a 25 de setembro. Esta data, conhecida globalmente como "World Dream Day", foi criada por um instrutor na Universidade de Columbia em 2002 com o objetivo de refletirmos sobre nossos sonhos e em como os atingir, fazendo do mundo um melhor lugar para se viver. Neste dia as pessoas são incentivadas a partilharem ideias, sonhos e recursos, formando sinergias que permitem efetivamente a realização de objetivos e de sonhos comuns, contribuindo para a melhoria da comunidade mundial. sonho Unir as pessoas sonhadoras e torná-las concretizadoras é a missão do Dia Mundial do Sonho, que pode ser sonhado e concretizado em conjunto na internet no site oficial do evento.

pensamento dia

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Frase

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Bertrand Arthur William Russell, 3.º Conde Russell (Trelleck, País de Gales, 18 de maio de 1872 — Penrhyndeudraeth, País de Gales, 2 de fevereiro de 1970) foi um dos mais influentes matemáticos, filósofos, ensaístas, historiadores e lógicos do século XX. Em diversos momentos, considerou-se liberal, socialista e pacifista, embora tenha admitido que jamais pertenceu a essas correntes num sentido profundo. Como divulgador da filosofia, Russell foi respeitado por muitos como um porta-voz da vida racional e da criatividade, embora as suas posturas em vários temas tenham sido controversas. Russell nasceu em 1872, no auge do poderio económico e político do Reino Unido, e faleceu em 1970, vítima de uma gripe, numa época em que o império já se havia desmoronado e o seu poder fora exaurido por duas guerras vitoriosas, mas debilitantes. Russell foi um pacifista e defensor do anti-imperialismo. Inicialmente, chegou a defender a pressão nuclear preventiva como forma de evitar conflitos maiores. Foi preso pelo seu pacifismo durante a Primeira Guerra Mundial. Mais tarde, concluiu que a guerra contra Adolf Hitler era um "mal necessário" e criticou severamente o totalitarismo estalinista, além de condenar o envolvimento dos Estados Unidos na Guerra do Vietname. Recebeu o Nobel de Literatura de 1950, "em reconhecimento dos seus variados e significativos escritos, nos quais lutou por ideais humanitários e pela liberdade de pensamento". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russell]

 

sábado, 19 de setembro de 2009

Fotos que abalaram o mundo (Obvious)

         Passo no Obvious - que é um dos blogs mais sensacionais da internet - e não resisto em publicar a histórica foto que ajudou a acelerar o fim da Guerra do Vietnã. O General sul-vietnamita Nguyen Ngoc Loan mata friamente um prisioneiro vietcong. A foto e um vídeo do assassinato abalaram as estruturas conservadoras do mundo inteiro. Provocou revolta e mobilizou a opinião publica dos EUA com mais força para o encerramento da guerra.
         Neste episodio, como em outros que cercam as guerras de forma geral, há um componente de hipocrisia que nunca é trazida à baila pelos órgãos da mídia.  Refiro-me às brutalidades que ocorrem em em todos os conflitos e que não aparecem nas primeiras páginas dos grandes jornais ou nos jornais das televisões. Então, de repente surge uma foto (normalmente receberá um premio) ou vídeo exibindo uma cena chocante e brutal. Ai o mundo inteiro se mobiliza para condenar "aquela" selvageria como se fosse uma exceção e não a regra de uma guerra ou de uma tragédia.

         É uma sindrome de hipocrisia (para não dizer cinismo) de uso coletivo. Vale o mesmo o mesmo principio para todas as mazelas que sofrem os povos dos países e regiões  pobres do planeta (Brasil incluido) que são ou estão permanentemente açoitadas, atormentadas, dilaceradas, flageladas, oprimidas, supliciadas e torturadas. São multidões  mundo afora.
         E o que fazemos nós, os protegidos, os favoritos da fortuna, os "barões"? Nada, exceto nos "mobilizarmos regularmente" levados pela emoção de uma imagem como aquela ou como outra daquela criança à beira da morte com um abutre esperando pelo seu fim para devorá-la, na África (se tiver coragem veja-a aqui e prepare-se para mais algumas outras do mesmo teor...).
         É isto! Nem ousamos ferir as nossas sensibilidades exibindo estas imagens. Eu mesmo não olho. Acho mórbido, mas reconheço que se tivessemos - como sentimento coletivo - a coragem, o destemor, e a resolução para enfrentar estas realidades poderiamos, com a força das multidões e das sociedades melhorar muito este mundo de brutalidades que atrasa nosso planeta do contexto espiritual do universo.
         Olha só no que deu passar pelo Obvious e ver a foto famosa da Guerra do Vietnã! Botei pra fora um pouquinho da minha (burguesa) indignação reprimida. Ou seja, cumpri o ritual...
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 [clique no logotipo]

[texto copiado do Obvious]
"Eddie Adams, fotógrafo de guerra da Associated Press, obteve esta foto em 1 de Fevereiro de 1968 nas ruas de Saigão. Com ela ganhou um Pulitzer Prize. A imagem mostra o assassinato a sangue frio de um guerrilheiro vietcong, presumivelmente o oficial vietcong Nguyen Van Lém, pelo chefe da polícia de Saigão, o General Nguyen Ngoc Loan.
Decorria a Ofensiva do Tet e presumivelmente Lém pertencia a um comando vietcong encarregue de abater oficiais sul-vietnamitas ou seus familiares. Eddie Adams, correspondente em 13 guerras, obteve por esta fotografia o Pulitzer Prize for Spot News Photography de 1969, mas anos mais tarde viria a lamentar publicamente o facto de imagens como a que obteve em Saigão poderem só contar meia verdade e a esse propósito escreveria na Time:
  • "The general killed the Viet Cong; I killed the general with my camera. Still photographs are the most powerful weapon in the world. People believe them, but photographs do lie, even without manipulation. They are only half-truths...What the photograph didn't say was, 'What would you do if you were the general at that time and place on that hot day, and you caught the so-called bad guy after he blew away one, two or three American soldiers?"
Para a história fica o ícone em que esta imagem se transformou e o contributo que deu para incendiar a opinião pública americana e mundial e acelerar o fim da Guerra do Vietname."


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