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||| 26 de junho DE 2026 ||| SÁBADO ||| Dia Internacional do Orgulho Gay ||| *Reflexão: “A censura é o imposto da inveja sobre o mérito". (Laurence Sterne) |||

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O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ é comemorado anualmente em 28 de junho em todo o mundo. Esta data tem o principal objetivo de conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia para a construção de uma sociedade livre de preconceitos e igualitária, independente do gênero sexual. Nos últimos anos, o movimento passou a utilizar a sigla reduzida LGBTQIA+, cujo termo completo é LGBTQQICAPF2K+ para os indivíduos que se identifiquem como: L: Lésbicas G: Gays B: Bissexuais T: Transexuais, Transgêneros, Travestis Q: Queer Q: Questionando C: Curioso I: Intersexo A: Assexual P: Pansexual P: Polissexual F: Familiares e amigos 2: 2-espíritos K: Kink +: Demais orientações sexuais e identidades de gênero Ainda que não explícitos na sigla, Não-Binariedade e Drag Queen também são considerados. O Dia do Orgulho LGBTQIA+ também é um reforço para lembrar as pessoas que todos devem se orgulhar de sua sexualidade e não sentir vergonha da sua orientação sexual. multidão com bandeira LGBT esvoaçando Não importa a orientação sexual de uma pessoa, o importante é ser respeitada como um ser humano e ter todos os seus direitos garantidos. Normalmente, são organizadas festas e desfiles nas grandes cidades para reunir os membros da comunidade e simpatizantes do movimento com o intuito de celebrar o amor e a igualdade entre todos os gêneros. Além disso, em algumas cidades, ainda acontece a tradicional Parada do Orgulho Gay, um gigantesco desfile que chega a reunir milhões de pessoas, como em São Paulo, por exemplo. Origem do Dia do Orgulho LGBT O Dia do Orgulho LGBT foi criado e é celebrado em 28 de junho em homenagem a um dos episódios mais marcantes na luta da comunidade gay pelos seus direitos: a Rebelião de Stonewall Inn. Em 1969, esta data marcou a revolta da comunidade contra uma série de invasões da polícia de Nova York aos bares que eram frequentados por homossexuais, que eram presos e sofriam represálias por parte das autoridades. A partir deste acontecimento foram organizados vários protestos em favor dos direitos dos homossexuais por várias cidades norte-americanas. A 1ª Parada do Orgulho Gay foi organizada no ano seguinte (1970), para lembrar e fortalecer o movimento de luta contra o preconceito. A Revolta de Stonewall Inn é tida como o “marco zero” do movimento de igualdade civil dos homossexuais no século XX.

pensamento dia

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Frase

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domingo, 12 de novembro de 2023

Se tiver ambição de chefiar, não cometa esses erros.

 

Quem não quer ser chefe? Existem alguns, sim, mas são uma minoria insignificante no mundo corporativo. A verdade é que todos querem ser chefes nos seus ambientes de trabalho. E quanto mais escalam na hierarquia, mais o desejo de continuar a sê-lo.

É uma espécie de... "vício". Estarei exagerando? Acho que não e quem estiver lendo este post poderá confirmá-lo, porque não tenho dúvidas de que também quer... Uma vez provado o gostinho de mandar... será sempre um sofrimento deixar de fazê-lo. E falo  por experiência própria...

Só que chefiar não é só mandar; é preciso saber mandar. Esta frase é um clichê, mas encerra uma enorme verdade. E aí surge a pergunta: o que é "saber mandar"? 

Por curiosidade fiz essa mesma pergunta ao Google: “O que é saber mandar?”; e sabem quantos resultados apareceram? 

  • Aproximadamente 1.790.000.000 resultados. Assustador, não é ?

Isso mesmo! Um bilhão, setecentos e noventa milhões de links que estão relacionados à expressão (clique aqui). Não é preciso muito para se entender como o tema é pesquisado pelos interessados. Me arrisco a dizer que isso só confirma aquela afirmação de que “todos querem ser chefes”.

Por curiosidade, também, fiz a mesma pergunta, em inglês, ao Google: “What it means to know how to command”?

  •  Aproximadamente 1.060.000.000 resultados

Nem vou me estender no texto para comentar sobre o que é necessário para chefiar; comandar; controlar; reger; governar. Mesmo porque cada um que tenha passado ou esteja, neste momento, em cargo de chefia terá sua definição para o conceito de como fez para chegar lá.

E notem que não estou falando de “liderança”. Estamos tratando de chefia. São coisas bastante diferentes e controversas. Para ilustrar o nível de interesse nesta questão, vamos ao Google novamente?

Pergunta: “Qual a diferença entre chefiar e liderar? Resposta: aproximadamente 25.900.000 resultados. 

Vamos ficar por aqui mesmo.

O foco deste post está ilustrado por um excelente artigo que transcrevi  abaixo da seção “Sua carreira” do Estadão  e cujo título é: “3 dos erros mais comuns de quem quer ser promovido a chefe”.


Boa leitura.

PSPara os interessados recomendo a leitura do livro "Aprenda a ser chefe" do Max Gehringer (imagem ao lado)

Ele existe em PDF, é curtinho (14 páginas) e pode ser acessado ao clicar aqui. Recomendo, para quem tem a pretensão de ser chefe.




Por 
Mirella Joels

Muitos colaboradores anseiam por uma oportunidade de ser promovido a chefe no trabalho, mas nem todos estão prontos para assumir as responsabilidades que o cargo demanda. Enquanto alguns priorizam o desenvolvimento de habilidades técnicas, outros colaboradores estão mais preocupados em ter o nome de chefe no crachá, mesmo sem se identificar com o ofício.

Para listar alguns dos erros mais comuns de quem está em busca de uma promoção ainda no início de carreira, o Estadão conversou com o diretor-geral do LinkedIn para a América Latina, Milton Beck. Saiba o que não fazer e direcione a rota de acordo com suas aspirações:

1. Não reconhecer a necessidade de aprender

Seja como chefe ou colaborador, o aprendizado precisa ser constante. E o equilíbrio é importante: embora existam cursos que podem ajudar os futuros gestores a se desenvolverem, outros elementos só poderão ser aprendidos durante a carreira.

A pessoa deve estar disposta a aprender como mediar conflitos, como motivar o time de acordo com as personalidades de cada um, como ter inteligência emocional e conduzir situações difíceis, entre outras técnicas de gerenciamento.

O profissional precisa ir além do título de gestor e agir como um líder autêntico. “O gestor é quem entrega a performance e as métricas que a empresa quer. O líder é a pessoa que mobiliza o time a seguir na mesma direção, que ajuda no processo decisório e cria um ambiente agradável”, afirma Milton Beck.

2. Esperar promoção sem boas práticas

Para ser chefe, é preciso gostar de lidar com pessoas e suas particularidades. Se você não sabe lidar com diferenças e busca cópias de si mesmo, o cargo pode gerar mais frustração do que satisfação.

De acordo com Milton Beck, a diferença entre ser gestor e ser líder pode ser percebida muito antes da oportunidade de promoção, afinal, atitudes de líder devem ser aprendidas e exercitadas enquanto você é um contribuidor individual. “Exerça a função, que o cargo vem depois”, diz.

3. Não buscar conexões ou networking

Mais importante do que alcançar o cargo com rapidez, é chegar lá com consciência. Para isso, uma das dicas que Milton Beck dá é usar ferramentas como o LinkedIn a seu favor.

“Sugiro ver o perfil das pessoas que estão ocupando os cargos que você gostaria de ocupar. O que ela estudou? O que aprendeu? O que desenvolveu? Acompanhe a progressão de carreira.”

Quer ir mais além? Procure entrar em contato com os líderes de cargos que você deseja ocupar, peça sugestões de cursos e dicas para tomar decisões em relação a sua carreira.

Se desejar conhecer o artigo no site do Estadão é só clicar aqui

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