21 de set. de 2020

Você já ouviu falar da "Doença do Vazio"?

Grupo Violes: Até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do  mundo, diz OMS



Você pode ter sido ou está sendo vítima. Aprenda um pouco mais.

Para os mortais comuns a expressão é pouco conhecida. Para os psicólogos se confunde com "Sensação de Vazio" ou "Sentimento de Vazio". 

A diferença entre o que preconiza a Psicologia e a Logosofia é que o termo Doença do Vazio é oriundo da doutrina logosófica e reúne aspectos que vão além das vertentes psicológicas.  Envolve sentimentos que, segundo a doutrina, a ciência médica desconhece; ou seja, a "Doença do Vazio" ainda não está classificada nos compêndios médicos. 

O tema é realmente instigante, desafiador e desconcertante. Ninguém gosta de falar de suas próprias fragilidades. Muito menos de algo tão pessoal e privativo quanto a sua intimidade psicológica.

Em site de Logosofia sobre o tema, está dito:
  • “As exigências e solicitações da vida moderna geralmente levam as pessoas a voltar o olhar somente para realizações materiais. Buscam preencher o tempo com coisas que, ao invés de preencher a vida e trazer alegria, só aumentam o "vazio" existencial que normalmente é sentido nos momentos em que se está só. A Logosofia nos apresenta elementos vivos para tratar deste sintoma tão comum atualmente”.
Sintomas da Depressão |Na verdade, o que consegui observar da pesquisa que fiz para publicar o post no blog - me desculpem os experts - é que a “Doença do Vazio” é conceito único da Logosofia. Sob o prisma da psicologia tem concepção limitada como algo que atinge o interior físico, mas não espiritual, das pessoas. Os sintomas de depressão seriam apenas pontos visíveis, partes das verdadeiras reações que atingem as pessoas vítimas da Doença do Vazio.

O fato, que a Logosofia considera, é que essa “doença” existe. Quem já foi vítima de depressão  - e é vasta a bibliografia sobre o tema (leia “ O Demônio do Meio Dia – Uma Anatomia da Depressão”, de Andrew Solomon) percebe que falta algo nas explicações “técnicas” da conceituação psicológica sobre .

Quem já foi vítima de depressão (profunda ou por menor que tenha sido) – e quem não o foi? – percebe que realmente há algo além dos sintomas físicos e psicológicos conhecidos. Aquela sensação de vazio, de interesse pelas coisas mais comuns e de desalento geral por tudo que seja real atinge o âmago da alma humana. Vai além da ciência e das explicações racionais. 

Se a Logosofia explica ou não, não sei dizer. Não sou versado na doutrina. Apenas trago o tema para no blog como informação provocativa; por saber que é uma realidade recorrente, nos meios corporativos a existência de algo que pode ser classificado como doença e que envolve os sinais de uma depressão ligada ao sentimento de um profundo vazio nas vidas das pessoas.

O artigo abaixo é antigo na data, mas atual; descobri-o nas prateleiras de antiguidades do blog (estava lá há alguns anos) e considerei que deveria trazê-lo à tona, visto que cada vez mais, nesse mundo louco que vivemos, precisamos de defesas contra esses “demônios do meio dia”.

Recomendo que o leiam com atenção e não desprezem os sinais da do sentimento, sensação ou Doença do Vazio. Eles existem, e estão ali, prontos para nos assaltar a qualquer instante; de tocaia.

O texto é abaixo é longo e muito explicativo. Não recomendo para os apressados. Há que dispor de tempo para ler, reler, refletir e considerar. Para quem se atrever e o tema lhe interessar, tenho certeza de que vai apreciar.

Boa leitura. 
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A POUCO CONHECIDA DOENÇA DO VAZIO

(Ana Paula Ruiz*)

Uma pessoa desanimada, sem estímulo e com problemas, produz menos. Quem produz menos, põe em risco o sucesso profissional e a carreira dentro da empresa ou na vida fora do trabalho.

A depressão é uma das doenças psicológicas que mais comprometem o dia-a-dia dos executivos hoje em dia; executivos esses que sofrem com estresse e pressões constantes. E se a depressão já é ruim para o executivo e o ser social, imagine uma doença pior, que tem a depressão apenas como um dos seus sintomas... Essa doença existe e é conhecida como Doença do Vazio. O doente passa a conviver com distúrbios de todas as ordens, impedindo-o de pensar e de agir com bom senso nos aspectos mais profundos de sua vida.

Sebastião Coelho de Menezes é médico e dedica parte do seu tempo para estudar a Doença do Vazio, o que ele chama de “Grande desafio para o médico do próximo milênio”.

Como a Logosofia prega, existe um mundo interno em cada um de nós; um mundo metafísico. A Doença do Vazio é um mal que acomete a parte interna do ser humano, sem nenhuma ligação com o corpo físico, a não ser as consequências que ela pode trazer ao organismo quando não diagnosticada e tratada. Importante também é não a confundir com uma doença psicológica. A natureza desta doença é ânimo-psíquica, e ela não está classificada no código da Medicina convencional por não ser uma doença física.

A Doença do Vazio - Sympla
“A Doença do Vazio é simplesmente um vazio que a pessoa sente; a procura por alguma coisa que ela não sabe definir o que é”, explica Dr. Sebastião. E a depressão também não é a busca por algo? “Sim, mas a depressão é apenas um dos sintomas da Doença do Vazio”, complementa.

O problema, segundo o estudioso médico, tem como principais causas a falta de conhecimento de valores superiores e um estado de consciência superficial de humanidade. 

“Para mudar isso e acabar evitando o problema basta obter conhecimento do mundo interior de cada um e aplicar as tecnologias logosóficas para cuidar desta parte”, finaliza.

A Doença do Vazio foi reconhecida pelo cientista, humanista e pensador Carlos Bernardo González Pecotche que, em princípio, a chamava de Moléstia do Vazio. A doença foi reconhecida publicamente pela primeira vez por ele em Montevidéu, no Uruguai, em 1945.

POUCAS PESSOAS SABEM QUE TÊM A DOENÇA

Todo mundo tem variação de humor, preguiça ou vontade de jogar tudo para cima de vez em quando. “O problema é quando isso se torna comum e começa a prejudicar a vida do doente – aí ele pode ser mais uma vítima da pouco conhecida Doença do Vazio”, avisa o médico, Doutor Sebastião Coelho de Menezes.

Apesar da doença ser de fácil reconhecimento por quem entende do assunto, o problema pode se agravar se não identificado no começo. Os sintomas podem variar muito e aparecer com maior ou menor incidência, dependendo do perfil do doente e do tipo de vida que ele leva. “Em alguns casos, dependendo do estágio, a depressão pode levar ao suicídio, enquanto, em outras pessoas, o problema pode ser contornado com o uso de antidepressivos leves”.

Desânimo, abatimento moral, nervosismo, irritabilidade, estresse, depressão, reações nocivas e apego em pensamentos perniciosos são os sintomas mais frequentes que a doença apresenta. Geralmente o próprio paciente consegue descobrir que está doente. Neste estágio, segundo o doutor, ele procura médicos, psicólogos e até crenças, mas não encontra a solução, uma vez que nem sabe explicar direito o que está sentindo. “A própria Medicina desconhece o problema”, ressalta Dr. Sebastião.

Se não diagnosticado como portador da Doença do Vazio, o paciente pode piorar, ficando cada vez mais irritado, depressivo, mal humorado e buscando alguma coisa. A Doença do Vazio é provoca por distúrbios que atingem os neurônios, o que bloqueia a liberdade de pensar. Então, a pessoa fica completamente dominada por pensamentos negativos e a inteligência passa a funcionar mal.

SE NÃO SE CUIDAR, O DOENTE COLOCA O EMPREGO EM RISCO...

A depressão, um dos sintomas da Doença do Vazio, assim como o estresse e o cansaço, pode acabar colocando em risco o emprego e o crescimento profissional do paciente. O depressivo tende a ficar desanimado e a relaxar nos cuidados com a aparência.
A pesquisa "A aparência do executivo brasileiro", realizada pelo Grupo Catho em abril de 1998, mostrou que o cuidado com a aparência é fundamental para o executivo em algumas situações profissionais. Uma das 128 perguntas da pesquisa foi:
  • "Qual importância você dá para a aparência nas seguintes situações..."
Os 557 executivos que responderam à pesquisa (20,5% mulheres e 79,5% homens), consideraram a importância da aparência nas seguintes situações:

1.   Ser mais aceito no trabalho
2.   Boa impressão na entrevista de emprego
3.   Boa impressão aos clientes
4.   Boa impressão aos empregadores
5.   Boa impressão aos subordinados
6.   Conseguir promoção

As situações foram cruzadas com as seguintes avaliações e separadas por sexo:

1.   Sem importância
2.   Pouca importância
3.   Importante
4.   Muito importante
5.   Extremamente importante

Todas as situações tiveram maior avaliação nos itens 3 e 4. Interessante é que a boa aparência só foi considerada "Extremamente importante" para a situação de "Boa entrevista no emprego".

Quanto ao entusiasmo, que também fica comprometido quando o executivo está em estado depressivo, ele é muito importante no momento da contratação de um funcionário.

Outra pesquisa realizada pelo Grupo Catho (resultados de agosto de 1997 comparados com pesquisa de outubro de 1994), "A contratação, a demissão e a carreira dos executivos brasileiros", mostrou que na hora da admissão, os profissionais responsáveis pela contratação levam em conta o entusiasmo do candidato, classificando a qualidade em sexto lugar no ranking dos 14 fatores considerados na hora da contratação. Os itens analisados foram:

1- Experiência técnica anterior
2- Resultados alcançados anteriormente
3- Experiência anterior em supervisionar pessoas
4- Relacionar-se bem com os outros
5- Formação acadêmica
6- Entusiasmo do candidato
7- Renome das empresas em que trabalhou
8- Estabilidade empregatícia
9- Aparência pessoal
10- Idiomas falados fluentemente
11- Capacidade de usar o micro no trabalho
12- Número de promoções anteriores
13- Estabilidade familiar
14- Idade

COMO TRATAR O PROBLEMA?

DEPRESSÃO - 7 Histórias de Superação! - Meditar TransformaFora as pessoas que têm conhecimento do que é a Logosofia, toda a humanidade corre o risco de ficar doente, independentemente da idade, do local onde vive e da cultura à qual tem acesso.

Se a Medicina desconhece o problema, não existe nenhum medicamento para cuidar da doença, certo? CERTO! 

“O tratamento consiste em ensinamentos logosóficos, através de um processo de evolução consciente, sem nenhum remédio”, esclarece Sebastião. Para adultos, o que se recomenda é um poderoso reconstituinte psicológico-mental-espiritual, que nada mais é do que o reconhecimento de si mesmo.
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Ana Paula Ruiz | JORNALISTA FREELANCER Freelancer | 99Freelas*Ana Paula Ruiz é a autora deste artigo que foi publicado no site da Catho a algum tempo. Garimpando nos meus arquivos considerei que valia a pena publicá-lo no blog. São inúmeras as pessoas que conheço, amigos, companheiros e conhecidos que se queixam da "doença do vazio" sem saber que ela existe. 

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Convido os leitores que chegaram até aqui a visitar os seguintes endereços que abordam o tema que acabaram de conhecer:  
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