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Frase

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Esopo (Nessebar, 620 a.C. – Delfos, 564 a.C.) foi um escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares. A ele se atribui a paternidade da fábula como gênero literário. Sua obra, que constitui as Fábulas de Esopo, serviu como inspiração para outros escritores ao longo dos séculos, como Fedro e La Fontaine. Malgrado sua existência permaneça incerta e pouco se saiba quanto à origem de várias de suas obras, seus contos se disseminaram em muitas línguas pela tradição oral. Em muitos de seus escritos, os animais falam e têm características humanas. Biografia: O fabulista grego teria nascido no final do século VII a.C. ou no início do século VI a.C. Heráclides do Ponto na obra Acerca dos Samios, afirmava que Esopo nascera na Trácia. Em suas origens, porém, várias hipóteses foram formuladas: Frígia, Egito, Etiópia, Samos, Atenas, Sardes e Amório. A hipótese de sua origem africana hoje é bastante creditada: o mesmo nome "Esopo" poderia ser uma contração da palavra grega para "etíope", um termo usado pelos gregos para se referir a todos os africanos subsaarianos. Além disso, alguns dos animais que aparecem nas fábulas de Esopo eram comuns na África, mas não na Europa (devemos ter em mente a diferente distribuição na época de animais como o leão berbere, hoje extinto). Também deve ser notado que a tradição oral de muitos povos africanos (mas também dos povos do Oriente Próximo e dos Persas) inclui contos de fadas com animais personificados, cujo estilo muitas vezes se assemelha ao de Esopo.* Certo é que morreu em Delfos, tendo sido executado injustamente, segundo descreve Heródoto (Histórias, II, 134) e a Suda. Segundo Heródoto, Esopo foi escravo do filósofo Janto (Xanto), um cidadão de Samos, juntamente com uma outra escrava chamada Rodópis [https://pt.wikipedia.org/wiki/Esopo]

 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Péssimo exemplar de um CEO com traços psicopatas: o indiano Vishal Garg.


Jamais conheci, em tempos contemporâneos, nem de ver ou ouvir falar, tamanho desprezo de alguém que ocupe uma função de CEO de grande corporação, por seu corpo de trabalho, seu time, sua equipe!!! O que se passou na cabeça de um indivíduo como esse, naquele momento. O que pensou que estava fazendo?

E realmente não há precedente na história das relações profissionais entre um... mentecapto como esse Vishal Garg (recuso-me a chamá-lo de líder)  seus liderados. 

Todavia, foi o que aconteceu na corporação n Better.com., empresa que oferece hipotecas ao mercado americano. O seu cofundador e  Diretor-Presidente, Vishal Garg demitiu de uma vez 900 funcionários (9% da força de trabalho), na véspera de Natal e, o pior e até cruel e sádico, fez o comunicado através de uma reunião via Zoom, convocada por ele sem dizer o motivo. Covarde além de tudo o mais..

O episódio aconteceu em meados de dezembro passado e como não poderia deixar de ser, repercutiu no mundo corporativo inteiro, do planeta. Isso mesmo! No mundo inteiro!

As consequências já ocorreram; o "executivo" (deveria ser chamado de executor) foi afastado, mesmo depois de pedir desculpas, como se algo assim merecesse desculpas. Todo o episódio está na internet de forma que não vou me deter no fato em si, mas que foi uma execução em massa, foi!

Quero especular e comentar sobre a atitude. O que levou um cara com muitos anos de mercado e à frente de uma empresa avaliada em quase 7 bilhões de dólares a fazer tamanha burrice?

Antes, vamos assistir o vídeo exibindo a fala do CEO promovendo a demissão. Lembrem-se que os 900 empregados foram "convidados" por ele para uma reunião pelo Zoom.


Já refleti muito sobre a intenção, o propósito e a "inspiração" de um presidente de empresa para engendrar uma calamidade dessas. Sim, porque ele não o fez sem pensar, obviamente. Foi planejado a ponto de convocar 900 pessoas para a guilhotina.

Qual o caminho tortuoso em sua mente que o fez pensar que a sua empresa ganharia alguma vantagem com isso? Não consigo imaginar que um CEO, mesmo em seus momentos mais delirantes, possa planejar algo para trazer desvantagem ao seu negócio. Desejaria entrar na cabeça de um cara desses para descobrir o que ele imaginou quando pensou e colocou em ação a sua "façanha".

Não consegui uma explicação simples para o ato. O mínimo que cheguei a concluir é que o ato foi praticado por uma mente de "nazista". E não estou adjetivando à toa não! 

Tem muito executivo (e conheci alguns)  com as características básicas de mentalidade psicopata ou sociopata. Essas pessoas se caracterizam principalmente por falta de empatia e desprezo pelas emoções das pessoas à sua volta. Foi exatamente o que aconteceu com o Senhor Vishal Garg.

O principal objetivo desta postagem é chamar a atenção dos - principalmente jovens - executivos ou daqueles que buscam galgar essas posições de mando e comando nas organizações.  Defendam-se de si próprios contra a arrogância e a falta de empatia com as pessoas dos seus círculos profissionais, sociais e pessoais. 

O poder, se não for muito bem processado nas mentes dos indivíduos que o detêm pode ser um veneno e o caminho mais curto para uma carreira destinada ao fracasso, na maioria das vezes,  inesperados e fulminantes.

Se pesquisar um pouquinho os comentários que foram publicados pelos funcionários da Better, não é difícil perceber o CEO já apresentava esses sinais. Tenho (a quase) certeza de que o personagem daquele ato de maldade, de sadismo e desprezo pelas emoções alheias foi criado por uma personalidade arrogante, com traços de psicopatia. 

Fiquem longe e, se possível, não trabalhem sob o comando dessas pessoas;

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