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||| 30 de junho DE 2026 ||| 3ª feira ||| Dia nacional do bumba meu boi ||| *Reflexão: "Você nunca é tão velho para ter uma nova meta ou para sonhar um novo sonho." {Les Brown} |||

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O Dia Nacional do Bumba Meu Boi é celebrado anualmente em 30 de junho e homenageia uma das manifestações culturais mais ricas e tradicionais do Brasil. A data reconhece a importância desta expressão popular, que reúne música, dança, teatro e religiosidade, preservando costumes transmitidos de geração em geração. Presente em diversas regiões do país, o Bumba Meu Boi é especialmente marcante no Nordeste e no Norte, com destaque para o estado do Maranhão. Origem da data O Dia Nacional do Bumba Meu Boi foi instituído pela Lei nº 12.103/2009. A escolha do dia 30 de junho está ligada ao período das festas de São João, São Pedro e São Marçal, quando tradicionalmente acontecem as principais apresentações dos grupos de Bumba Meu Boi, sobretudo no Maranhão. Em São Luís, o dia 30 de junho coincide com a tradicional Festa de São Marçal, que reúne dezenas de grupos em um dos maiores encontros da cultura popular maranhense. Bumba Meu Boi A lenda do Bumba Meu Boi A história do Bumba Meu Boi gira em torno da morte e da ressurreição de um boi, misturando elementos de humor, drama e religiosidade. Segundo a versão mais conhecida da lenda, Mãe Catirina, grávida, sente desejo de comer língua de boi. Para satisfazer o pedido da esposa, Pai Francisco mata um dos bois do rebanho do patrão. Depois de muitas tentativas, um curandeiro consegue ressuscitar o boi, encerrando a história com uma grande celebração coletiva. Patrimônio Cultural da Humanidade O reconhecimento da importância do Bumba Meu Boi ultrapassou as fronteiras brasileiras. Em 2011, o Complexo Cultural do Bumba Meu Boi do Maranhão foi reconhecido como Património Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Já em 2019, a manifestação recebeu o título de Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, consolidando o seu valor histórico, artístico e social.

pensamento dia

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Frase

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Erich Fromm (Francoforte, 23 de março de 1900 — Muralto, 18 de março de 1980) foi um psicanalista, filósofo humanista e sociólogo alemão. A partir do final da década de 1920, representou um socialismo democrático e humanista. Suas contribuições para a psicanálise, para a psicologia da religião e para a crítica social o estabeleceram como um pensador influente do século XX, embora muitas vezes tenha sido subestimado no mundo acadêmico. Muitos de seus livros entraram para a lista dos mais vendidos, notavelmente A Arte de Amar (1956) e Ter ou Ser (1976). Seus pensamentos também foram amplamente discutidos fora do mundo profissional.

 

segunda-feira, 29 de junho de 2026

O Efeito Ancelotti: Como a Liderança de Vestiário Mudou o Jogo no 2º Tempo

 



No intervalo, frustração a caminho do vestiário.

Quem assistia ao primeiro tempo da seleção viu um roteiro que se tornou comum no futebol moderno: um time talentoso, mas engessado, batendo de frente contra uma marcação forte e sofrendo com o peso da pressão. O clima que se desenhava para o intervalo era de frustração. Ficava claro que o plano inicial não tinha funcionado e que o time precisava de um rumo.

Mas o futebol, assim como o ambiente corporativo, não é feito apenas de planejamento inicial. É, acima de tudo, sobre a capacidade de recalibrar a rota sob pressão. E foi exatamente nos 15 minutos de intervalo que o jogo começou a ser ganho.

A Autoridade Silenciosa no Vestiário

Em momentos de crise, a reação natural de muitos líderes é elevar o tom de voz, ditar regras com urgência ou transferir a tensão para a equipe. Com Carlo Ancelotti, o processo é o oposto. O vestiário da seleção não encontrou desespero; encontrou a famosa "calmaria cirúrgica" de um técnico que já viu de tudo no futebol.

A liderança inconteste de Ancelotti não se impõe pelo grito, mas pela autoridade de seu histórico e pela clareza de suas ideias. Quando ele fala, o elenco não apenas escuta — ele compra a ideia. Há uma confiança cega dos jogadores no seu comandante. Essa segurança psicológica foi o primeiro e mais importante elemento restabelecido no intervalo: antes de mudar a tática, foi preciso desarmar o nervosismo e devolver a estabilidade ao grupo.

O Tabuleiro do Segundo Tempo: Da Estratégia à Execução

Com os ânimos alinhados, veio a leitura de jogo. O que se viu, claramente, foi o "dedo do "Ancelotti:

1) Mexeu onde doía no adversário, sua fragilidade nas bolas paradas, nos cruzamentos sobre a grande área. 

2) Ajustou o posicionamento dos pontas para alargar o campo, 

3) Compactou as linhas de marcação,

4) Promoveu aquela substituição cirúrgica, de Paquetá (machucado) por Martinelli, o que redesenhou o meio-campo.

A execução foi imediata e precisa.

5) A "cereja do bolo" no vestiário: não substituiu o Casemiro, que cá para nós estava "enterrando" o time no 1º tempo. Todos nós, incluo-me, pedimos a sua saída. Mas não aconteceria com um líder como Ancelotti. 

Casemiro é seu "homem de confiança", todos sabem. Deve tê-lo chamado  e falado baixinho, no seu ouvido, levantando sua autoestima e chamando-o aos brios. Mais do que todos, ele conhece o atleta e sabe o seu valor. E o que vimos foi um novo Casemiro no 2º tempo. Até achou o caminho para o esperado gol de empate.

O que vimos no segundo tempo foi uma metamorfose. A seleção voltou com outra postura: mais agressiva, mais consciente e, fundamentalmente, mais organizada. O gol de Martinelli, coroou o esforço de todos. Valeu!

A estratégia desenhada no vestiário transformou-se em domínio (quase) absoluto dentro das quatro linhas. O time jogou com a certeza de quem sabia exatamente o que estava fazendo e, mais importante, por quem estava fazendo.

A Grande Lição de Gestão

O desfecho da partida nos deixa uma lição clara que ultrapassa as quatro linhas: grandes líderes não se desesperam na crise. Eles acalmam o ambiente, reorganizam as peças com precisão e dão a direção exata de que a equipe precisa para virar o jogo.

A vitória no segundo tempo não foi um mero acaso físico ou técnico. Foi o resultado prático de uma liderança de vestiário que sabe a hora de acolher, a hora de cobrar e a forma exata de extrair o potencial máximo de um elenco que joga por ele. É o peso do fator humano mudando os rumos da história.

👉Autor: Herbert Drummond (com ajuda parceira da IA do Gemini)

2 comentários:

  1. Eu concordo plenamente com a análise do autor: foi muito boa ao mostrar que aquele segundo tempo não foi apenas uma virada de jogo, mas uma verdadeira aula de liderança. A serenidade de Ancelotti no vestiário, a confiança transmitida ao elenco e a forma como soube reorganizar as peças revelam que grandes líderes ensinam pelo exemplo. Mais do que tática, o que vimos foi gestão humana aplicada dentro das quatro linhas — e essa lição, como o autor bem coloca, vale tanto para o futebol quanto para a vida.

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    1. Obrigado, meu caro amigo e leitor, pela visita e pelo comentário. Volte sempre. Os comentários são a essência de um blog. Fico muito feliz quando os recebo na Oficina.

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