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Frase

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Esopo (Nessebar, 620 a.C. – Delfos, 564 a.C.) foi um escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares. A ele se atribui a paternidade da fábula como gênero literário. Sua obra, que constitui as Fábulas de Esopo, serviu como inspiração para outros escritores ao longo dos séculos, como Fedro e La Fontaine. Malgrado sua existência permaneça incerta e pouco se saiba quanto à origem de várias de suas obras, seus contos se disseminaram em muitas línguas pela tradição oral. Em muitos de seus escritos, os animais falam e têm características humanas. Biografia: O fabulista grego teria nascido no final do século VII a.C. ou no início do século VI a.C. Heráclides do Ponto na obra Acerca dos Samios, afirmava que Esopo nascera na Trácia. Em suas origens, porém, várias hipóteses foram formuladas: Frígia, Egito, Etiópia, Samos, Atenas, Sardes e Amório. A hipótese de sua origem africana hoje é bastante creditada: o mesmo nome "Esopo" poderia ser uma contração da palavra grega para "etíope", um termo usado pelos gregos para se referir a todos os africanos subsaarianos. Além disso, alguns dos animais que aparecem nas fábulas de Esopo eram comuns na África, mas não na Europa (devemos ter em mente a diferente distribuição na época de animais como o leão berbere, hoje extinto). Também deve ser notado que a tradição oral de muitos povos africanos (mas também dos povos do Oriente Próximo e dos Persas) inclui contos de fadas com animais personificados, cujo estilo muitas vezes se assemelha ao de Esopo.* Certo é que morreu em Delfos, tendo sido executado injustamente, segundo descreve Heródoto (Histórias, II, 134) e a Suda. Segundo Heródoto, Esopo foi escravo do filósofo Janto (Xanto), um cidadão de Samos, juntamente com uma outra escrava chamada Rodópis [https://pt.wikipedia.org/wiki/Esopo]

 

terça-feira, 2 de março de 2021

O otimismo começa a ocupar espaço especial na escala dos valores da sociedade.

ATENÇÃO : A matéria deste post foi escrita em 20 de janeiro de 2013. De lá para cá tem recebido visualizações em todos os anos subsequentes. Recentemente chegou a ocupar o melhor lugar no ranking dos posts dos últimos 30 dias (veja na barra lateral).
Implica em dizer que despertou um novo interesse dos leitores nas buscas do Google. Isso posto, resolvi dar uma repaginada nele, melhorando o visual e tornando a leitura mais fácil. O conteúdo da matéria da Veja (de 2013) trata do Otimismo. Pela época que atravessamos deve ter sido isso que atraiu a atenção dos internautas para visitarem o post. Estamos precisando muito de otimismo mesmo. A matéria manteve sua atualidade e merece realmente ser atualizada. Aproveitem.



G
ostei muito da reportagem de capa da revista Veja dessa semana. Com o poder que a publicação tem ela conseguiu mobilizar uma forte equipe de repórteres e marcou um gol de placa.
Trazer a matéria inteira de uma revista para um blog é um negócio trabalhoso. Muitas páginas e os leitores de blog não gostam muito de textos longos. A propósito confesso que eu mesmo estou trabalhando fortemente para melhorar meu poder de concisão. Escrever e fazer papel de copydesk sobre o próprio texto não é confortável, mas estou me esforçando.
Nesse post consegui colocar em forma de fac-símile as duas páginas de abertura da reportagem e algumas das "razões" que a revista listou e escolheu para justificar o objetivo da matéria que é o de apostar no otimismo dos brasileiros para 2013 tornando-lhes a vida melhor e com mais qualidade. 
Sou um otimista natural. Simplesmente não sei ser pessimista. Conheço muitas pessoas dos dois "times". Posso dizer que tenho muita vivência por pertencer ao grupo dos otimistas e  outro tanto de experiência por observar e analisar incessantemente o lado de lá, dos pessimistas.
Como pessoa comum a gente até pode escolher com quem conviver - se otimista ou pessimista - com as exceções que todos conhecemos, mas como "habitante" do mundo corporativo isso nem sempre é possível. 
Obviamente sempre tive mais sucesso com os otimistas e foi com esse grupo que caminhei nos meus êxitos e sucessos, mas também tive muitos pessimistas competentes fazendo parte das minhas equipes. 
A questão é que o pessimista dá um trabalho danado para se "administrar" um pessimista. Exige atenção especial e um esforço de convencimento, que nem sempre estamos dispostos a fazer, para as mudanças que às vezes são necessárias nas corporações. O pessimista está sempre contra as mudanças. É o seu jeito, sua forma de ver o mundo... Se for competente temos que mostrar-lhes nossa visão e buscar a sua aceitação da mudança.
A matéria da Veja aborda a questão de forma mais ampla, porém ao final vai cair no mesmo canal. O otimismo é o motor das boas coisas que ocorrem à nossa volta tanto quanto o amor. Não era muito considerado nesse nível e ainda não ganhou o status de uma emoção. É mais visto como uma atitude ou comportamento, mas eu acho que é mais que isso. A reportagem vai ajudar os leitores a refletir.
Para não carregar demais o espaço do post, coloquei em tamanho natural apenas as duas páginas de introdução da reportagem. As demais páginas estão em tamanho menor e para ser lidas o leitor do blog deve clicar sobre elas.
Das vinte e cinco razões listadas pela revista transcrevi apenas oito. Se houver interesse maior e não for assinante, sugiro que adquira a revista que como sempre está muito boa ou espere que a matéria seja liberada no site . 

Clique e acesse o site
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Abaixo, estão oito das 25 razões que a revista Veja pesquisou e listou como motivos para tornar a sociedade brasileira mais otimista. Confiram.





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