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sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Vascão, o "Gigante da Colina" está voltando...

 

No meu último post sobre o Vasco citei em um trecho que "Os vascaínos, veem sofrendo com o time desde 2008, pois bem, agora eu acrescento que "desde 2008 nós, vascaínos, não tínhamos vivido a alegria que ver o time jogando e ganhando como o fez neste jogo de ontem (21/9) de 5 a 1 contra o Coritiba. Pense no impacto disso... desde 2008 (15 anos)!!!

Como de hábito, não vou comentar o jogo, os lances e os gols. Deixo para a crônica especializada; todas elas unânimes que atestar a boa nova fase do Vasco sob o comando do Ramon Diaz e o novo time que encantou a torcida do Vasco nos dois últimos jogos.

A torcida do Vasco tem a escalação do time na ponta da língua.

Já chamei o Vasco, aqui mesmo no blog, de "Tchutchuca do Brasileirão"; e era mesmo! Não gosto nem de lembrar. Ainda estamos pagando o preço do desrespeito com o qual a SAF da "777 Partners" tratou o Clube.

Não fosse a reação indignada da torcida estaríamos, agora, amargando a lanterna do campeonato. Tempos passados? Ainda não. Continuamos na Zona da Degola e, como dizia o jornalista Benjamin Wright: “O futebol é uma caixinha de surpresas”, só conto com o Vasco fora da lista dos 16 clubes que vão passar para a temporada 2024 na série A quando houver certeza matemática.

O que temos agora é a certeza de que não somos mais uma tchutchuca. Temos time para competir com qualquer um dos outros 19 concorrentes. 

Vegetti, Paulinho e Payet

É isso que Ramon Diaz vem demonstrando com seu trabalho e a direção do Vasco com as novas contratações, estas sim, à altura do tamanho do Vasco como o são o Medel, o Paulinho, o Vegetti, o Rossi... (clique aqui) Quem lembra de Pedro Raul e Carabajal? Espero que ninguém...

Vamos em frente. As chances do Vasco estão melhores, mas continuo com o alerta vermelho ligado. No estudo que fiz no post "Vasco vai ter que subir a Colina de S. Januário, de joelhos, para ficar na Série A" , demonstrei qual o cenário mais factível para o time estar na Série A/2023. 

Disse ali, que seria necessário o Vasco chegar aos 46 pontos (mínimo) nas 17 partidas que faltavam, ou seja, vamos precisar de oito vitórias, cinco empates e perder só quatro jogos. Já ganhamos duas das oito (Fluminense e Coritiba), mas analisem e vejam o tamanho da pedreira que falta explodir. Repito, Ramon Diaz tem o time voando baixo e turbinado, crescendo em qualidade e potência. Mostrou isso, mas em apenas dois jogos e um deles com o fraco Coritiba. 

Teremos ainda 15 montanhas para escalar. Pela ordem: América-MG, Santos, São Paulo, Fortaleza, Flamengo, Internacional, Goiás, Cuiabá, Botafogo, Cruzeiro, Atlético-PR, América-MG (de novo), Corinthians, Grêmio e Bragantino... Ufa!

Pergunta: podemos ser otimistas? Respondo: sim! 

Todavia, longe de achar que estamos fora do perigo de morte. Aquela tese de que cada jogo é uma decisão, neste caso do Vasco, é a mais pura verdade. Quais são os seis jogos que podemos e devemos vencer? Quais são os cinco que podemos empatar e principalmente, os quatro de podemos perder? Comecemos a exercitar nossa capacidade de profetizar. Façam seus palpites.

Ramon Diaz em ação

Com isto quero dizer que o maior trabalho da comissão técnica vascaína será o de "administrar o vestiário". A tendência atual é que o Vasco continue crescendo na sua eficiência e eficácia, entretanto o risco está exatamente aí. O clube pode chegar na plenitude antes do tempo e cair de produção. É uma realidade que conhecemos nas histórias dos grandes times e nas muitas histórias do futebol. Percebem esse risco? 

É aí que mora o perigo! Certamente o Ramon Diaz, e sua comissão, tem experiência para resolver essa equação, mas não será fácil manter o elenco em alta performance durante uma temporada de 15 partidas, uma atrás da outra. Vejam o que está acontecendo com o Botafogo. Quem vive o futebol há muitos anos tem a exata noção do que esse esforço representa.

Portanto torcedor do Vasco... pé no chão. Manter esse apoio extraordinário que o time está recebendo é fundamental, mas não perder de vista que há grandes adversários  no caminho por vir. E não estou falando só dos concorrentes no campo de jogo. 

Resumindo, preparemo-nos para ter muitas alegrias, mas também muitos sofrimentos neste restante de campeonato. Vamos precisar de muita "reza braba".

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