Por curiosidade, fiz uma enquete entre pessoas do
meu círculo de amizades profissionais (não tão grande quanto eu mesmo pensava)
e consegui - com poucas diferenças de nuances - uma resposta diferente para
cada consulta.
Obviamente havia pontos muito semelhantes, mas a
rigor, a identificação de “o que fazer para se alcançar o sucesso” vinha
crivada de clichês do tipo: Mude seu pensamento sobre si mesmo... Cumpra o
que promete a si mesmo... Tenha metas ambiciosas... Não tenha medo de errar...
Não esqueça da vida pessoal... E por ai segue.
Todo ser humano de sucesso invejável acha que
chegou ao topo cumprindo suas próprias regras, que ninguém conseguiu imitar ou
cumprir. Natural que seja assim.
O sucesso é único, pessoal, intransferível por
qualquer meio que se queira. Não está no gene dos herdeiros, não se aprende nas
universidades, e não consegue ser expressado por uma fórmula ou modelo
matemático. Se assim não fosse, os filhos dos homens de sucesso também o
seriam. Com raras exceções, que confirmam a regra, não é o que acontece na vida
real.
Então você pode perguntar, como é que me atrevo a
escrever sobre o assunto? E respondo, não me atrevo...
Apenas apresento à Oficina de Gerência um artigo,
antigo (dez/2007), que descobri em uma daquelas garimpagens que todos os
blogueiros fazem costumeiramente na Internet; Google especialmente. Achei o
texto, em inglês, com um título simples: “Ten Rules for Business Success”.
cujo site de origem é persa (clique
aqui) e absolutamente desconhecido. Imagine! Todavia, achei as
“regras” tão simples e ao mesmo tempo completas que não resisti.
A matéria é apresentada como as dez regras para
alcançar sucesso nos negócios expostas, no Financial times, por um famoso
empreendedor francês (e blogueiro) de nome Loïc
Le Meur (clique
no link para conhecer)
Convido-o a ler e refletir sobre elas e se
realmente podem ser enquadradas fora dos clichês e ajudá-lo a encontrar o seu
caminho do sucesso.
👇
Dez Regras para o Sucesso nos Negócio | ||
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pensamento dia
Frase
Aldous Leonard Huxley (Godalming, 26 de julho de 1894 – Los Angeles, 22 de novembro de 1963) foi um escritor inglês e um dos mais proeminentes membros da família Huxley. Mais conhecido pelos seus romances, como Admirável Mundo Novo e diversos ensaios, Huxley também editou a revista Oxford Poetry e publicou contos, poesias, literatura de viagem e guiões de filmes. Passou a última parte de sua vida nos Estados Unidos, vivendo em Los Angeles de 1937 até sua morte, em 1963. No final de sua vida, Huxley foi amplamente reconhecido como um dos principais intelectuais de sua época. Ele foi nomeado para o Prêmio Nobel de Literatura sete vezes e foi eleito Companheiro de Literatura pela Royal Society of Literature em 1962. Huxley era humanista e pacifista. Ele cresceu interessado no misticismo filosófico e universalismo, abordando esses temas com obras como A Filosofia Perene (1945) - que ilustra semelhanças entre misticismo ocidental e oriental - e As Portas da Percepção (1954) - que interpreta sua própria experiência psicodélica com mescalina. Em seu romance mais famoso Admirável Mundo Novo (1932) e seu último romance A Ilha (1962), ele apresentou sua visão de distopia e utopia, respectivamente. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Aldous_Huxley}
quinta-feira, 1 de setembro de 2022
O sucesso tem regras? Se você concordar, estas são algumas delas.
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