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O Dia da Integração Nacional é celebrado no Brasil em 31 de março e tem como principal objetivo refletir sobre a necessidade de reduzir as desigualdades sociais, econômicas e regionais no país. A data reforça a importância de promover um desenvolvimento mais equilibrado entre todas as regiões brasileiras. O que significa integração nacional? A integração nacional está ligada à criação de políticas públicas e estratégias que favoreçam o crescimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida em todo o território. Isso inclui investimentos em infraestrutura, geração de emprego, acesso à educação, saúde e incentivo às economias locais. Num país de dimensões continentais como o Brasil, marcado por grande diversidade cultural, climática e geográfica, garantir esse equilíbrio é um desafio constante. Historicamente, as regiões Sul e Sudeste concentraram maior desenvolvimento econômico, enquanto outras regiões enfrentam mais dificuldades estruturais. mapa do Brasil no centro e bonequinhos de papel em torno dele Por que essa data é importante? O Dia da Integração Nacional convida a sociedade a: refletir sobre as desigualdades existentes no país; acompanhar e cobrar políticas públicas mais justas e inclusivas; valorizar as potencialidades de todas as regiões brasileiras; incentivar ações que promovam desenvolvimento sustentável e equilibrado. Mais do que uma data simbólica, trata-se de um lembrete de que o crescimento do Brasil depende da participação conjunta de governos e cidadãos. Curiosidades e contexto histórico O Ministério da Integração Nacional foi criado em 1999, por meio da Medida Provisória nº 1.911-8, posteriormente convertida na Lei nº 10.683/2003. O órgão tem como missão promover o desenvolvimento regional e reduzir desigualdades, atuando em áreas como defesa civil, recursos hídricos e políticas de desenvolvimento. Ao longo dos anos, diversas iniciativas foram implementadas com foco na integração do país, como projetos de infraestrutura, programas de apoio a regiões semiáridas e ações voltadas para o fortalecimento das economias locais.


Hippolyte Léon Denizard Rivail (francês: Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec (francês: notabilizou-se como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec]


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Stephen Kanitz ensina: mantenha-se longe dos homens alfa. Eles existem e são perigosos.

Quem acompanha o blog sabe que sou um admirador, incondicional, dos artigos de Stephen Kanitz. Se fosse por minha vontade publicaria algo dele todos os dias. Não o faço para evitar um desgaste da sua imagem aqui no blog (estarei sendo pretensioso?).
Não perco a oportunidade, entretanto, de compartilhar com vocês os artigos que considero, digamos, inadiáveis. Este, sob o título "O fim dos homens alfa" é um deles.
Kanitz aproveita a fase inicial da crise (o artigo é da revista Veja publicada no início de novembro) para caracterizar um personagem que circula com desenvoltura nos corredores do poder em todas as esferas. Desde a corporativa até a familiar, passando pela social e por onde mais que existam pessoas convivendo e disputando espaços entre si. Ele os chama de "homens-alfa".
Por favor, leiam o artigo com a atenção voltada para os homens-alfa que você conhece nos seus ambientes de circulação. O chefe, o colega, o companheiro de pelada, o primo etc. Como é do estilo de Stephen Kanitz ele deixa espaço para seus leitores pensarem. Não conclui totalmente e com isso nos "chama" para dentro do seu pensamento para concordarmos ou não com o que escreve e pensa.
Eu, por exemplo, concordo com o que ele "diz" nesse texto. Até porque já "vesti essa fantasia". Sim! Já fui um homem alfa e posso dizer, com sinceridade, que não me acrescentou nada. Só me trouxe problemas. O mix da experiência profissional com o avanço dos anos foi o melhor remédio para a minha "cura". Hoje, me classifico como um homem ômega. Não entendeu? Então vamos deixar de conversa fiada e ler o (excelente) texto de Stephen Kanitz.

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