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Michel Eyquem de Montaigne (Castelo de Montaigne, 28 de fevereiro de 1533 – Castelo de Montaigne, 13 de setembro de 1592), mais conhecido apenas como Montaigne foi um filósofo renascentista e escritor erudito francês. Humanista e cético, ele é considerado como o precursor do estilo literário ensaístico. Empregando em sua obra um estilo descontínuo até então inédito na prosa literária, Montaigne refletiu sobre os costumes e modos de vida humanos, inaugurando assim o chamado moralismo francês. Criticou a educação livresca e mnemônica, propondo um ensino voltado para a experiência e para a ação. Acreditava que a educação livresca exigiria muito tempo e esforço, o que afastaria os jovens dos assuntos mais urgentes da vida. Para ele, a educação deveria formar indivíduos aptos ao julgamento, ao discernimento moral e à vida prática.[]


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Stephen Kanitz ensina: mantenha-se longe dos homens alfa. Eles existem e são perigosos.

Quem acompanha o blog sabe que sou um admirador, incondicional, dos artigos de Stephen Kanitz. Se fosse por minha vontade publicaria algo dele todos os dias. Não o faço para evitar um desgaste da sua imagem aqui no blog (estarei sendo pretensioso?).
Não perco a oportunidade, entretanto, de compartilhar com vocês os artigos que considero, digamos, inadiáveis. Este, sob o título "O fim dos homens alfa" é um deles.
Kanitz aproveita a fase inicial da crise (o artigo é da revista Veja publicada no início de novembro) para caracterizar um personagem que circula com desenvoltura nos corredores do poder em todas as esferas. Desde a corporativa até a familiar, passando pela social e por onde mais que existam pessoas convivendo e disputando espaços entre si. Ele os chama de "homens-alfa".
Por favor, leiam o artigo com a atenção voltada para os homens-alfa que você conhece nos seus ambientes de circulação. O chefe, o colega, o companheiro de pelada, o primo etc. Como é do estilo de Stephen Kanitz ele deixa espaço para seus leitores pensarem. Não conclui totalmente e com isso nos "chama" para dentro do seu pensamento para concordarmos ou não com o que escreve e pensa.
Eu, por exemplo, concordo com o que ele "diz" nesse texto. Até porque já "vesti essa fantasia". Sim! Já fui um homem alfa e posso dizer, com sinceridade, que não me acrescentou nada. Só me trouxe problemas. O mix da experiência profissional com o avanço dos anos foi o melhor remédio para a minha "cura". Hoje, me classifico como um homem ômega. Não entendeu? Então vamos deixar de conversa fiada e ler o (excelente) texto de Stephen Kanitz.

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