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A Sexta-feira Santa é a sexta-feira que ocorre antes do domingo de Páscoa. Neste dia, os cristãos relembram o dia em que Jesus Cristo morreu crucificado. Também é chamada de Sexta Feira da Paixão, porque com origem do latim, paixão significa sofrimento. Assim, para os cristãos, a paixão de Cristo representa a crucificação de Jesus Cristo. A Sexta-feira Santa é um feriado nacional, conforme Lei n.º 9.093, de 12 de setembro de 1995. A data é móvel e está inserida na Semana Santa. Significado da Sexta-feira Santa: A Sexta-feira Santa é uma data importante para os cristãos, pois a igreja recorda o dia em que Jesus Cristo morreu crucificado. Por esse motivo, é um dia de reflexão. A data se insere no tríduo pascal, em que se realizam as últimas celebrações da Semana Santa. O tríduo pascal tem início na quinta-feira santa à noite e termina no domingo de Páscoa, em que se comemora a ressurreição de Jesus. Nesta data, acontecem diversos rituais religiosos. A Igreja Católica aconselha aos fiéis cristãos a fazerem algum tipo de penitência, como o jejum e a abstinência de carne ou de qualquer ato que se refira ao prazer mundano. Procissões e reconstituições da Via Sacra (caminho que Cristo teria percorrido ao carregar a cruz antes de morrer) são alguns dos rituais mais populares. Sexta-feira santa A adoração da cruz pelos católicos também é um símbolo que representa as tradições típicas da Sexta-Feira da Paixão. Muitos devotos costumam beijar os seus crucifixos em sinal de respeito e eterno agradecimento a Jesus, por ter se sacrificado em prol da humanidade. Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu em um domingo, no dia 14 de Nisã, de acordo com o calendário hebraico. Assim sendo, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico era contar o primeiro e o último dia, concluiu-se que Jesus morreu numa sexta-feira.




sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Eliane Cantanhede, certeira, brilhante... Não deixem de ler.

Podem contestar à vontade, mas Eliane Cantanhêde é a minha jornalista preferida. Leio tudo que ela escreve e seu estilo (que pretensão, meu Deus!) é o que procuro usar como referência nas minhas pobres linhas.
Outro dia fiquei chocado. Li, no blog de um jornalista (repórter de TV que nem sei onde está trabalhando agora e nem vou dizer o nome dele) uma crítica tão contundente quanto antiética contra ela. O texto escorria baba de tão raivoso. Exalava inveja, claramente, da sua "colega" jornalista. Só pode ser ou por problema pessoal ou pelo sucesso da colunista da Folha de São Paulo.
Mas não vou falar sobre isso agora. Outro dia talvez eu aborde o tema para mostrar o que o sucesso de uns provocam em outros, colegas de profissão, a ponto de perderem o senso crítico.
No momento quero apresentar mais um artigo - como disse no título, certeiro - da Eliane, publicado na Folha de hoje (28/11).
Ela comenta sobre a catástrofe de Santa Catarina, mas sua abordagem é focada no descaso das populações - não só governos ou autoridades - em relação à recorrência trágica das enchentes e inundações naquela região do Brasil. Recomendo a leitura e a reflexão.
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(clique sobre o logotipo)
Eliane
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