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O Dia da Matemática, também conhecido como Dia do Matemático ou Dia Nacional da Matemática, é celebrado anualmente em 6 de maio. A data é destinada a homenagear os profissionais dedicados a essa área do conhecimento, considerada essencial para o processo de evolução das sociedades. Além disso, o dia visa incentivar o interesse dos alunos pela matemática, a partir da aplicação de metodologias de ensino dinâmicas e didáticas por parte das escolas. Origem do Dia da Matemática Símbolos matemáticos Esta data é comemorada informalmente pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática há muito tempo, mas apenas com a lei nº 12.835, de 26 de junho de 2013, que o Dia da Matemática passou a ser oficialmente reconhecido no país. A escolha do 6 de maio é uma homenagem a Júlio César de Mello e Souza, professor de matemática e escritor brasileiro que nasceu em 6 de maio de 1895, no Rio de Janeiro. O Homem que Calculava, a sua obra de maior sucesso (e um dos maiores sucessos de venda da literatura brasileira em todo o mundo) já foi traduzido para doze idiomas. O pseudônimo que utilizava era Malba Tahan, em quase todos os seus 69 livros de contos.


Galileo di Vincenzo Bonaulti de Galilei (Pisa, 15 de fevereiro de 1564 – Arcetri, 8 de janeiro de 1642), mais conhecido como Galileu Galilei, foi um astrônomo, físico e engenheiro florentino, às vezes descrito como polímata. Frequentemente é referenciado como "pai da astronomia observacional", "pai da física moderna", "pai do método científico" e "pai da ciência moderna".[https://pt.wikipedia.org/wiki/Galileu_Galilei]


sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Eliane Cantanhede, certeira, brilhante... Não deixem de ler.

Podem contestar à vontade, mas Eliane Cantanhêde é a minha jornalista preferida. Leio tudo que ela escreve e seu estilo (que pretensão, meu Deus!) é o que procuro usar como referência nas minhas pobres linhas.
Outro dia fiquei chocado. Li, no blog de um jornalista (repórter de TV que nem sei onde está trabalhando agora e nem vou dizer o nome dele) uma crítica tão contundente quanto antiética contra ela. O texto escorria baba de tão raivoso. Exalava inveja, claramente, da sua "colega" jornalista. Só pode ser ou por problema pessoal ou pelo sucesso da colunista da Folha de São Paulo.
Mas não vou falar sobre isso agora. Outro dia talvez eu aborde o tema para mostrar o que o sucesso de uns provocam em outros, colegas de profissão, a ponto de perderem o senso crítico.
No momento quero apresentar mais um artigo - como disse no título, certeiro - da Eliane, publicado na Folha de hoje (28/11).
Ela comenta sobre a catástrofe de Santa Catarina, mas sua abordagem é focada no descaso das populações - não só governos ou autoridades - em relação à recorrência trágica das enchentes e inundações naquela região do Brasil. Recomendo a leitura e a reflexão.
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(clique sobre o logotipo)
Eliane
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