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🌱Hoje celebramos o legado de Charles Darwin, o naturalista britânico que transformou o mundo com a Teoria da Evolução. 🌿 Durante suas viagens, especialmente nas Ilhas Galápagos, Darwin observou como os seres vivos se adaptam ao ambiente ao longo do tempo, mudando para sempre a forma como entendemos a vida na Terra. 🔬 🧬Sua obra-prima, A Origem das Espécies, introduziu o conceito de seleção natural, explicando por que os organismos mais adaptados têm mais chances de sobreviver e se reproduzir. ✨


Charles Robert Darwin, ocasionalmente aportuguesado em Carlos Darwin. Shrewsbury, 12 de fevereiro de 1809 – Downe, 19 de abril de 1882) foi um naturalista, geólogo e biólogo britânico, célebre por seus avanços sobre evolução nas ciências biológicas. Juntamente com Alfred Wallace, Darwin estabeleceu a ideia que todos os seres vivos descendem de um ancestral em comum, argumento agora amplamente aceito e considerado um conceito fundamental no meio científico, e propôs a teoria de que os ramos evolutivos são resultados de seleção natural e sexual, onde a luta pela sobrevivência resulta em consequências similares às da seleção artificial. Seu livro de 1859, A Origem das Espécies, causou espanto na sociedade e comunidade científica da época, mas conseguiu grande aceitação nas décadas seguintes, superando a rejeição que os cientistas tinham pela transmutação de espécies. Já em 1870, a evolução por seleção natural tinha apoio da maioria dos intelectuais. Sua aceitação quase universal, entretanto, não foi atingida até à emergência da síntese evolutiva moderna entre as décadas de 1930 e 1950 quando um grande consenso consolidou a seleção natural como o mecanismo básico da evolução. A teoria de Darwin é considerada o mecanismo unificador para explicar a vida e a diversidade na Terra. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Darwin]


sábado, 29 de novembro de 2008

Conflito (atual) entre Israel e estados árabes teve origem nesta data em 1947.



Jornal do Brasil: ONU aprova divisão da Palestina

A Assembléia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) depois de 74 dias de negociações e debates aprovou, por 33 votos a favor, 13 contra e 10 abstenções, o plano russo-americano de partilha da Palestina entre judeus e árabes. A proposta de última hora apresentada pelo delegado do Líbano de criação de um estado federado, no qual coexistissem os parlamentos hebreu e árabe, foi rejeitada. 
A assembléia nomeou uma comissão formada por cinco países para exercer o controle da Terra Santa a partir daquela data até a independência dos dois estados.

O projeto de partilha das terras entre o Rio Jordão e o Mediterrâneo obteve grande apoio dos líderes do sionismo e de organizações judaicas mas enfrentou forte oposição dos países árabes. 

O príncipe Feisal, da Arábia Saudita, pronunciou-se contra a divisão e disse que seu país não se considera obrigado a acatar a divisão. Para o secretário-geral da Liga Árabe, Abdul Haman Azzá Pashá a decisão das Nações unidas significava guerra aos judeus.

O brasileiro Osvaldo Aranha, que presidiu a Assembléia, em seu discurso de encerramento, manifestou a esperança de que a sessão resultasse em "contribuições memoráveis para o ajuste pacífico e construtivo dos problemas mundiais". Disse também confiar nos bons resultados da partilha da Palestina, o que considerava uma "experiência rigorosamente histórica".

Com o fim do controle britânico da Palestina, em maio do ano seguinte, o Estado de Israel declarou a independência, deflagrando a primeira guerra árabe-israelense, na qual seis estados árabes vizinhos iniciaram movimentos de exércitos regulares para ingressar na região. Depois do primeiro conflito, seguiram-se a Guerra de Suez (1956), a Guerra dos Seis Dias (1967) e a Guerra do Yom Kippur (1973). Até hoje, não houve a proclamação do Estado da Palestina.
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