||| 05 de novembro DE 2026 ||| 5ª feira ||| Dia Mundial do Cinema ||| Reflexão: "Não vale a pena mergulhar nos sonhos e esquecer de viver". --- Harry Potter . |||

 

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Em 05 de novembro celebra-se anualmente o Dia Mundial do Cinema. Ao cinema atribuiu-se o título de Sétima Arte, uma designação dada pelo italiano Ricciotto Canudo na obra Manifesto das Sete Artes, em 1912. A palavra cinema pode ser definida como movimento gravado, pois trata-se de uma abreviação de cinematógrafo. O termo "cine", de origem grega, significa movimento, e o sufixo "ágrafo", tem significado de gravar. cinema As produções cinematográficas exercem forte influência sobre as emoções humanas, levando milhares de pessoas aos cinemas, produzindo riso, choro, medo ou outros sentimentos a qualquer altura do dia. Em 1895, Paris teve a primeira sessão pública de cinema, que foi organizada pelos irmãos Auguste e Louis Lumière. Utilizando um aparelho chamado de cinematógrafo, imagens em movimento foram projetadas em um telão para cerca de 30 espetadores. Georges Mèliés inseriu a performance teatral na linguagem cinematográfica. Baseado na obra de Júlio Verne criou o filme Viagem à Lua, exibido em 1902, que levou o cinema a um novo patamar devido o uso de "efeitos especiais". A partir de então, o cinema cresceu como forma de contar histórias, difundir a cultura e propagar o conhecimento. O desenvolvimento de equipamentos e a evolução tecnológica permitiram que a arte se aproximasse do público cada vez mais com realismo. Em comemoração ao dia internacional do cinema, os espaços culturais incentivam a apreciação da Sétima Arte com exibição de filmes gratuitamente, realização de concursos e até exposições relacionadas com a história dessa manifestação artística.

pensamento dia

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Frase

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Federico Fellini (Rimini, 20 de janeiro de 1920 — Roma, 31 de outubro de 1993) foi um diretor e roteirista de cinema italiano. Conhecido por seu estilo distinto, que mistura fantasia e imagens barrocas com terridez, ele é reconhecido como um dos maiores e mais influentes cineastas de todos os tempos. Seus filmes foram classificados, em pesquisas como Cahiers du cinéma e Sight & Sound, como alguns dos melhores filmes de todos os tempos. Em uma carreira de quase cinquenta anos, Fellini ganhou a Palma de Ouro por La Dolce Vita, foi indicado a doze prêmios Óscar e ganhou quatro na categoria de melhor filme em língua estrangeira, o melhor para qualquer diretor da história da Academia. No Oscar 1993, em Los Angeles, ele recebeu um prêmio honorário. Além de La Dolce Vita e 8½, seus outros filmes conhecidos incluem La Strada, Le notti di Cabiria, Julieta dos Espíritos, Satyricon, Amarcord e Il Casanova di Federico Fellini. [ https://pt.wikipedia.org/wiki/Federico_Fellini ]

 

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Felipe Massa é um vencedor.

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!
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Não posso deixar de registrar o comportamento de Felipe Massa, ontem, quando venceu o GP do Brasil e perdeu o campeonato de Fórmula 1, após ter sentido o gostinho do triunfo completo por 2 minutos e 46 segundos.
Primeiro, vamos procurar nos colocar na cabeça do jovem piloto brasileiro da Ferrari:

  • Correndo junto ao seu público, aclamado como um ídolo do esporte brasileiro,
  • Piloto de ponta (e competitivo) da Ferrari, que é a marca mais famosa da corporação e
  • Com a possibilidade de se tornar o primeiro brasileiro campeão da Fórmula 1, após a era Senna.

E então? Como vocês acham que estava a mente de Felipe Massa, antes e durante a corrida? De repente, no fim da prova, a informação de que o improvável estava acontecendo. Seu concorrente havia sido ultrapassado e naquela situação ele, Felipe, era o campeão do mundo. Deve ter vibrado pelos quase três minutos em que durou o sonho.
Quero, entretanto, me fixar no comportamento do piloto depois do frenesi. Acho que foi ali, naqueles momentos quando ele desceu do carro - olhos marejados pela gigantesca frustração - e depois, no pódio, nas entrevistas e onde mais apareceu que Felipe Massa ganhou seu grande prêmio.
Foi antes de tudo elegante com o oponente. Demonstrou sua gratidão e recebeu, com humildade, o enorme carinho da torcida que gritou seu nome em coro elegendo-o como o mais novo ídolo do esporte brasileiro. E finalmente foi maduro ao reconhecer que tudo que aconteceu fazia parte da profissão que escolhera; agradeceu à equipe e já jogou as expectativas de vitória para a próxima temporada. Tudo isso sob a gigantesca pressão a que estava submetido intimamente.
Certamente sua vontade era ter saído dali correndo e procurar o seu "cantinho escuro" para chorar e extravasar a tremenda frustração pela perda do campeonato por um único e "mísero" pontinho e na última curva da corrida...
Sua conduta é digna de todos os elogios. Muito mais que sua perícia como grande piloto que já provou ser. Para os mais jovens, de todas as tribos, deve servir como uma lição completa de comportamento sob a pressão do malogro e da perda. Na trajetória do êxito profissional e do sucesso corporativo são muitas as oportunidades em que triunfo e derrota estão separados pelo invisível fio do acaso que os antigos gregos e romanos, politeístas, chamavam de "a escolha da Fortuna". Saber como lidar com esta "deusa" é um dos componentes principais da equação que produz os vencedores.
Deixo esta reflexão para os leitores e visitantes da Oficina de Gerência. Além da corrida no GP do Brasil, o que foi um feito esportivo notável, Felipe Massa ganhou o troféu da maturidade e chancelou a sua condição de desportista, bem formado nos melhores valores da humanidade e de exemplo que todos os ídolos devem passar para os seus admiradores.
Fez-me lembrar do antológico texto de Rudyard Kipling ("Se") quando, ao final, ele diz:

..................................."E se és capaz de dar, segundo por segundo,
.................................. Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
.................................. Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
.................................. E o que mais - tu serás um homem, meu filho!"

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