||| 25 de outubro DE 2026 ||| DOMINGO ||| Dia DA DEMOCRACIA - ELEIÇÕES BRASILEIRAS - 2º TURNO || # Reflexão: “O amor é uma luz que não deixa escurecer a vida.” ― Camilo Castelo Branco
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pensamento dia
Frase
Albert Einstein (Ulm, 14 de março de 1879 – Princeton, 18 de abril de 1955) foi um físico teórico alemão que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos pilares da física moderna ao lado da mecânica quântica. Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa–energia, E = mc² — que foi chamada de "a equação mais famosa do mundo" —, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física de 1921 "por suas contribuições à física teórica" e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico, que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica. Investigou as propriedades térmicas da luz, o que lançou as bases da teoria dos fótons. Em 1917, aplicou a teoria da relatividade geral para modelar a estrutura do universo como um todo. Suas obras renderam-lhe o status de celebridade mundial enquanto tornava-se uma nova figura na história da humanidade, recebendo prêmios internacionais e sendo convidado de chefes de estado e autoridades. Foi professor da Academia de Ciências de Berlim. Em 1933, quando o Partido Nazista chegou ao poder na Alemanha, estava nos Estados Unidos, onde passou a morar. Desde então, não tornou a residir no seu país de origem. Naturalizou-se estadunidense em 1940. Em agosto de 1939, pouco antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial, ajudou a alertar o presidente Franklin D. Roosevelt que a Alemanha poderia estar desenvolvendo uma arma atômica, recomendando aos norte-americanos começarem uma pesquisa semelhante, que se tornaria o Projeto Manhattan. Apoiou os Aliados, opondo-se, no entanto, à utilização de armas nucleares contra o Japão. Mais tarde, com o filósofo britânico Bertrand Russell, assinou o Manifesto Russell-Einstein, que destacou o perigo das armas nucleares. Foi afiliado ao Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde trabalhou até sua morte em 1955. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein}
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
TOC ou mania? Todo mundo tem algumas delas. Descubra qual é a sua.
Todos
já ouvimos, vimos ou lemos artigos sobre o TOC, Transtorno Obsessivo
Compulsivo. Então porque cargas d’água está o blogueiro a apresentar na sua
Oficina de Gerência um artigo sobre um tema tão explorado? Só no Google são
aproximadamente 257.000 links para pesquisa.
A
minha resposta é simples. Primeiro porque gostei do artigo, segundo porque é
escrito pela psicóloga espanhola Nuria Fernandez Lopez que conheço pelos muitos
textos seus que tenho lido no Blog do Grupo Finsi e terceiro porque está muito
claro e compreensível fugindo da terminologia técnica que sobra nos links do
Google.
Colocaria
mais um item, o TOC é uma realidade pouco conduzida a sério em nossa sociedade.
Normalmente levamos na gozação as pessoas dos nossos círculos que apresentam
sintomas do transtorno.
No
artigo a autora explica direitinho e numa linguagem direta e sem tecnicismos as
diferenças entre o que seja um comportamento obsessivo compulsivo e uma simples
mania ou hábito.
E
como o tema se encaixa no conteúdo da Oficina de Gerência? Essa é fácil! Apenas
respondam se nunca trabalharam com um colega ou sob a chefia de alguém que não
tivesse pelo menos uma tendência para entrar no clube do TOC?
Começo
por mim mesmo. Alguns comportamentos que tenho podem ser facilmente classificados
como próximos do TOC. Cito um: o “hábito” de estar arrumando repetidamente
os objetos (canetas, papeis, objetos) sobre a minha mesa nos seus lugares certos
e tudo organizado e alinhado. Normal? Sim! Se isso não me tirasse (às vezes) do
foco de uma reunião que está acontecendo ali mesmo, na minha frente. E a coisa
fica feia quando aparece uma vontade (quase) incontrolável de organizar os
objetos sobre as mesas dos outros. Já me flagrei começando a fazer isso (que
mico!), mas parei antes de começar. É um TOC? Negativo! Consigo me controlar e é essa
diferença que o artigo da Nuria aborda. O que é um “TOC doença” e o que é uma
mania que pode ser suprimida se estiver chegando perto de ultrapassar o limite
entre uma e outra .
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