||| 07 de junho DE 2026 ||| domingo ||| dia nacional da liberdade de imprensa ||| “Os preconceitos têm mais raízes do que os princípios.”― Nicolau Maquiavel |||
Bem vindo
O dia 7 de junho é marcado pela comemoração da liberdade de imprensa. A liberdade de imprensa é o direito dos profissionais da mídia de fazer circular livremente as informações, um pressuposto para a democracia. O contrário dela é a censura, própria dos governos ditatoriais, que limitam o poder de ação da mídia de acordo com seus interesses particulares. A data é celebrada por profissionais da área através do exercício de seu trabalho ou mesmo em protestos. Em recompensa ao trabalho árduo da imprensa, existem diversos prêmios que prestigiam atuações em situações nem sempre favoráveis à liberdade, como a cobertura de países em guerra, por exemplo. É importante que este dia nos lembre que os meios de comunicação têm o direito e o dever de manter os cidadãos informados. Entretanto, ser livre não quer dizer desrespeitar a liberdade dos outros. Por isso, a imprensa tem o direito de liberdade, mas também tem uma obrigação com a ética. Essa conduta serve para evitar que fatos sejam divulgados sem a devida apuração da verdade, pois a repercussão pode fugir do controle. A força de uma afirmação errada é bem maior do que de um direito de resposta.
pensamento dia
Frase
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
TOC ou mania? Todo mundo tem algumas delas. Descubra qual é a sua.
Todos
já ouvimos, vimos ou lemos artigos sobre o TOC, Transtorno Obsessivo
Compulsivo. Então porque cargas d’água está o blogueiro a apresentar na sua
Oficina de Gerência um artigo sobre um tema tão explorado? Só no Google são
aproximadamente 257.000 links para pesquisa.
A
minha resposta é simples. Primeiro porque gostei do artigo, segundo porque é
escrito pela psicóloga espanhola Nuria Fernandez Lopez que conheço pelos muitos
textos seus que tenho lido no Blog do Grupo Finsi e terceiro porque está muito
claro e compreensível fugindo da terminologia técnica que sobra nos links do
Google.
Colocaria
mais um item, o TOC é uma realidade pouco conduzida a sério em nossa sociedade.
Normalmente levamos na gozação as pessoas dos nossos círculos que apresentam
sintomas do transtorno.
No
artigo a autora explica direitinho e numa linguagem direta e sem tecnicismos as
diferenças entre o que seja um comportamento obsessivo compulsivo e uma simples
mania ou hábito.
E
como o tema se encaixa no conteúdo da Oficina de Gerência? Essa é fácil! Apenas
respondam se nunca trabalharam com um colega ou sob a chefia de alguém que não
tivesse pelo menos uma tendência para entrar no clube do TOC?
Começo
por mim mesmo. Alguns comportamentos que tenho podem ser facilmente classificados
como próximos do TOC. Cito um: o “hábito” de estar arrumando repetidamente
os objetos (canetas, papeis, objetos) sobre a minha mesa nos seus lugares certos
e tudo organizado e alinhado. Normal? Sim! Se isso não me tirasse (às vezes) do
foco de uma reunião que está acontecendo ali mesmo, na minha frente. E a coisa
fica feia quando aparece uma vontade (quase) incontrolável de organizar os
objetos sobre as mesas dos outros. Já me flagrei começando a fazer isso (que
mico!), mas parei antes de começar. É um TOC? Negativo! Consigo me controlar e é essa
diferença que o artigo da Nuria aborda. O que é um “TOC doença” e o que é uma
mania que pode ser suprimida se estiver chegando perto de ultrapassar o limite
entre uma e outra .
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Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.
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