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Frase

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Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada. Conforme o seu próprio depoimento, publicado em Obras Póstumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das "mesas girantes", bastante difundido à época, através do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita atenção ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal do qual era estudioso. Durante este período, também tomou conhecimento da psicografia. Ele então teria tido contato com um "espírito familiar", que supostamente teria passado a orientar os seus trabalhos. O pseudônimo "Allan Kardec" foi escolhido porque esta entidade teria revelado que ambos haviam vivido juntos, em uma vida passada, entre os druidas do povo celta, na região da Gália (atual França). A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec)

 

domingo, 23 de dezembro de 2012

Contra-gosto ou contragosto? Tire a dúvida.



Para quem gosta de escrever o ato de pesquisar palavras e expressões nos dicionários é comum e habitual. No meu caso estou sempre às voltas com acentos agudos ou circunflexos, hifens e outras dezenas de regras de como se deve escrever.
A aplicação do novo acordo ortográfico de 2009 que entraria em vigo agora no final do ano vai ser adiada para 2016. Os países de língua portuguesa ligados a Portugal ainda resistem muito à utilização do novo acordo. Protestos de intelectuais d'além-mar aparecem a toda hora reclamando que o acordo foi bom só para o Brasil. Será?
Bem, não é a finalidade desse post discutir o acordo ortográfico, mas informar novas dicas para aplicação do próprio. O critério de motivação que utilizo para transcrever as orientações que descubro na internet está ligado diretamente à minha necessidade de conhecer como se escreve o que estou pesquisando. Assim sendo todas as vezes que tenho dúvidas quanto à utilização de um acento ou hífen em uma expressão vou pesquisar e se for interessante coloco-a no blog.
É o caso desse post. Como se deve escrever a expressão "a contragosto"? Devo usar o hífen (contra-gosto) ou não? Tive essa dúvida e aprendi com o texto que estou disponibilizando para vocês a partir do site "Dúvidas de Português" (é só clicar no logotipo para acessá-lo. Leiam e vem porque a palavra certa é sem o hífen. Bom proveito

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 Contragosto ou contra-gosto

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A forma correta de escrita da palavra é contragosto. A palavra contra-gosto está errada. Devemos utilizar o substantivo masculino contragosto sempre que nos quisermos referir a alguma coisa feita sem vontade, de modo contrariado.

Contragosto é uma palavra formada a partir de derivação prefixal, ou seja, é acrescentado um prefixo a uma palavra já existente, alterando o sentido da mesma. As palavras que utilizamos atualmente na língua portuguesa têm prefixos de origem grega ou latina. No caso em questão, o prefixo contra- é de origem latina e significa uma negação.

A palavra contragosto é utilizada na locução adverbial a contragosto. Chamamos de locução adverbial duas ou mais palavras que juntas atuam como um advérbio, alterando o sentido do verbo. Neste caso a locução é composta pela preposição a e o substantivo comum masculino contragosto.

Exemplos:
Ele arrumou o quarto a contragosto.
Foi a contragosto que ela pagou aquela multa.

Segundo o Novo Acordo Ortográfico, que entrou em vigor em janeiro de 2009, se utiliza o hífen quando o prefixo termina com a mesma letra que começa a segunda palavra ou quando a segunda palavra começa com h.
Exemplos: contra-ataque, contra-atacante, contra-habitual,…

Em todas as outras situações, o prefixo é escrito junto à palavra já existente.
Exemplos: contragosto, contraproposta, contragolpe, contrabaixo, contrassenso.
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