15/10 - DIA DO PROFESSOR

15/10 -  DIA DO PROFESSOR
O Dia dos Professores é comemorado no Brasil anualmente em 15 de outubro. A data foi criada para homenagear esses profissionais que dedicam suas vidas à transmissão do conhecimento e ao desenvolvimento da educação no nosso país. Trata-se de um feriado escolar e não faz parte do calendário oficial como feriado nacional ou ponto facultativo. Portanto, é prerrogativa das escolas não ofertarem aula neste dia. O dia 15 de outubro foi escolhido para comemorar o dia do professor, pois em 15 de outubro de 1827, Dom Pedro I, Imperador do Brasil, decretou uma Lei Imperial responsável pela criação do Ensino Elementar no Brasil (do qual chamou “Escola de Primeiras Letras”), e através deste decreto todas as cidades deveriam ter suas escolas de primeiro grau. A comemoração começou em São Paulo, onde quatro professores tiveram a ideia de organizar um dia de parada para celebrar esta data, e também traçar novos rumos para o próximo ano. Esta data foi oficializada nacionalmente como feriado escolar através do Decreto Federal nº 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto define a razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia dos Professores, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias". A nível internacional, o Dia Mundial dos Professores é celebrado anualmente em 5 de outubro.

sábado, novembro 09, 2019

Você já disse não ao seu chefe?

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Chefe é Chefe! 

Todos os que trabalham e têm ou tiveram um chefe sabem dessa verdade. E quando você precisa negar alguma coisa ao seu chefe você o faz? Se sua resposta (sincera) for positiva então meu caro leitor você é um afortunado e uma exceção à regra. 

Ninguém sensato e de posse das suas boas faculdades mentais dirá ''Não'' ao seu chefe a menos que ele (o chefe) seja um ''bundão'' (desculpem, mas não achei outra expressão que melhor caracterize esse tipo de chefe...). A relação entre nós e a autoridade acima de nossa "caixinha no organograma da corporação" é desigual.

Fui chefe pelo menos 80% do tempo de minha trajetória. Na verdade fui chefe e subordinado ao mesmo tempo; estive mais tempo, entretanto, como diretor e isso diminuiu um pouco os impactos dos chefes imediatos sobre o meu cotidiano (no caso um ministro, um secretario de ministério, um presidente ou um diretor-geral). Essa é a realidade de quem esteja no mundo corporativo galgando posições e subindo os degraus do sucesso ou seja ser, no mesmo emprego, o chefe de muitos e um subordinado de alguém (ou alguns). 

Resultado de imagem para dizer não ao chefePresidentes dos três poderes - Executivo, Legislativo  e Judiciário - também não têm ninguém acima deles para chamá-los a qualquer momento e serem atendidos incontinenti. Para mim, essa é a grande prova de que alguém tem um chefe. O ser convocado e não poder recusar... Ser (co)mandado e obedecer... Falo da existência, na organização onde esse personagem trabalhe, de alguém que tem o poder de chamá-lo à sua presença, dar-lhe alguma missão ou pedir informações ou explicações e você atender de forma - quase sempre - imediata.

Dou-me como exemplo, sendo chefe e havendo tomado a decisão de indicar um subordinado para resolver um problema eu jamais admiti a negativa. Obviamente procurava todas as formas de negociar o processo com o indicado. Nunca fui de jogar ninguém às feras ou forçar a barra de escolher alguém que não estivesse preparado para determinada missão, mas tomada a decisão acabou a conversa... É o que eu chamava de "Luz, Câmera, Ação" para usar o jargão do cinema. Enquanto for só luz e câmera discute-se, depois do grito de AÇÃO não tem mais conversa. É assim que o mundo corporativo funciona.

Por isso o título do artigo que li algum tempo atrás na Folha de São Paulo me chamou a atenção: "Quando você não pode dizer "não" ao chefe". Pensei comigo, como assim? Você não pode nunca dizer ''não'' ao chefe! E fui ler o texto, coisa que recomendo a vocês. 

Na verdade é um artigo na forma de entrevista escrito pela credenciada jornalista Eilene Zimmerman. Ela dá algumas dicas que endosso. Vale a pena a leitura para quem tenha um chefe em sua vida ou não "esteja premiado".




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