05 DE DEZEMBRO DE 2025 ||| 6ª FEIRA ||| Dia Nacional do Médico de família e comunidade ||| "A fé e a esperança nos fazem ver o invisível , crer no incrível e receber o impossível"(Pensador) |||

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Neste sábado (5/12) é comemorado o Dia Nacional do Médico de Família e Comunidade, profissional essencial para a Atenção Primária à Saúde (APS). Aproximadamente 85% das queixas dos pacientes podem ser resolvidas por um médico de família - os demais são encaminhados para outras especialidades. No Brasil, é comum haver confusão entre médico de família e clínico geral, mas tratam-se de funções diferentes, embora complementares. Enquanto o clínico trata especificamente da doença, o médico de família foca na pessoa, acompanhando o paciente durante todas as fases da vida. “A clínica geral é pontual, e a medicina da família é longitudinal”, resume a médica de família do SUS, Fernanda Melchior, atuante em Florianópolis (SC). Além dos sintomas, o estilo de vida, os hábitos, as emoções, as condições de trabalho e a moradia são levados em conta para que o médico de família aponte um diagnóstico. Ou seja, o indivíduo é analisado de forma integral. “Como costumam dizer: quando a boca cala, o corpo fala, e é nisso que nós prestamos atenção”, observa a médica.


A WONCA é a Organização Mundial de Médicos de Família (World Organization of Family Doctors). Ela é uma entidade global que representa médicos de família e comunidade em todo o mundo, com o objetivo de fortalecer a atenção primária à saúde e melhorar a qualidade de vida das pessoas por meio de cuidados médicos integrais. A WONCA é considerada a voz global da medicina de família e comunidade, defendendo que sistemas de saúde fortes começam pela atenção primária. Seu trabalho inspira políticas públicas e práticas médicas em diversos países, incluindo o Brasil, onde a especialidade é cada vez mais valorizada.

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domingo, 8 de fevereiro de 2009

O rei está morto. Viva o rei! Abdula, filho de Hussein, substitui o grande estadista no trono da Jordânia.

8 de fevereiro de 1999 - Jordânia tem novo rei

Jornal do Brasil: Filho de Hussein é o  novo rei da Jordânia
Horas depois da morte do rei Hussein da Jordânia, o filho mais velho do monarca Abdula, 37 anos, prestou juramento no parlamento como seu sucesso. Em seguida, indicou seu meio irmão Hamzeh, 18 anos, filho mais velho da rainha Noor, viúva de Hussein, como príncipe-herdeiro. Noor é o nome árabe Liza Halaby, que era rejeitada pela origem americana, mas que continuou a ter influência no reino por intermédio do filho. 

Com a decisão de ungir o filho mais velho, Hussein alterou a linha de sucessória do trono e afastou Hassan, seu irmão mais novo e herdeiro oficial do trono durante 34 anos. Abdula recebeu do pai um país com sérios problemas econômicos, com conflitos nas fronteiras e com um contingente enorme de palestinos entre a população.

A morte do grande estadista, que enfrentou muitos obstáculos para manter seu país coeso, comoveu a população. Hussein tinha 63 anos e governava há 47 anos. O território onde fica a Jordânia é um pedaço do deserto sem petróleo, que foi dado pelos ingleses como prêmio a seus aliados hachemitas, do qual Hussein é descendente. Seu avô, o primeiro rei, foi assassinado. O pai enlouqueceu. Hussein foi coroado aos 16 anos e cinco anos depois frustrou uma tentativa de golpe de estado. Em 1967, Israel invadiu o país e ocupou a Cisjordânia na Guerra dos Seis dias e a parte oriental de Jerusalém. 

Equilíbrio difícil
Em 1970, Hussein sofreu dois atentados e tropas do rei sufocam uma rebelião de palestinos em um episódio ficou conhecido como Setembro Negro. Em seguida, a cúpula árabe decidiu que Hussein não seria mais o porta-voz dos palestinos e cria a Organização para Libertação da Palestina (OLP). Os palestinos fugiram para o Líbano e a partir de 1979, o rei inicia a reconciliação com a liderança da OLP. Em 1994, assina um acordo de paz com Israel.
Hussein autorizou eleições em 1989 e 1993. Na primeira saíram vitoriosos os fundamentalistas islâmicos. Os vencedores do segundo pleito foram as forças moderadas
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