||| 26 de setembro DE 2026 ||| sábado ||| Celebrações do dia: # Dia de São Cosme e São Damião # Dia dos Primos # Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares # Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na Adolescência # Dia Nacional do Deficiente Auditivo ||| # Reflexão: “A esperança é o sonho do homem acordado.” – Aristóteles . |||

 

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O Dia dos Primos é comemorado anualmente em 26 de setembro no Brasil. A data, cuja origem é incerta, tem o objetivo de homenagear um dos últimos graus de parentesco de uma família: os primos. Além do parentesco, os primos costumam compartilhar uma característica especial: fazem parte da mesma geração familiar e, muitas vezes, crescem convivendo em festas, férias, aniversários e outros encontros. Para muitas pessoas, essa convivência transforma o vínculo familiar em uma verdadeira amizade. O grau de parentesco dos primos Para o Direito, os primos são considerados parentes colaterais de quarto grau, ou seja, não possuem relações familiares diretas, mas os seus descendentes se cruzam. De acordo com o parentesco colateral, todo o primo é de quarto grau. Ao contrário do que muitos pensam, não existem primos de "segundo grau" ou "terceiro grau". Ou seja, a partir de um ponto de visto jurídico, os filhos dos nossos primos já não são considerados membros da família, apenas, claro, por consideração e afeto.

pensamento dia

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Frase

Frase
Cora Coralina, pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985), foi uma poetisa e contista brasileira. Considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras, teve seu primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais, publicado em junho de 1965,[1] quando já tinha quase 76 anos de idade, apesar de escrever seus versos desde a adolescência.[2][3] Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Cora_Coralina)

 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Perón é eleito presidente da Argentina pela 1ª vez e inicia sua longa trajetória política (1946)

24 de fevereiro de 1946 — Perón é eleito presidente da Argentina
Jornal do Brasil: Eleições na Argentina

Juan Domingo Perón foi eleito pela primeira vez presidente da Argentina em 1946, com mais de 56% dos votos. Perón havia entrado para a política três anos antes, quando participou da Revolução Militar de 1943, que derrubou o presidente Hipólito Yrigoyen. Ingressou no Departamento Nacional do Trabalho e em 1945, foi preso e obrigado a renunciar a todas suas funções. Uma semana depois de intenso protestos de trabalhadores foi posto em liberdade.

Seu primeiro mandato presidencial foi marcado pela nacionalização das ferrovias, empresas de telefonia, do petróleo e das companhias de eletricidade. Nesse período o setor industrial cresceu e os trabalhadores conquistaram o direito à aposentadoria, férias remuneradas, cobertura de acidentes de trabalho e seguro médico. As mulheres também passaram a ter direito a voto e foi permitida a reeleição. Perón adotou uma política antiamericana e antibritânica, que chamou de "terceira posição", entre o comunismo e o capitalismo. 
Fortalecido pelo sucesso do primeiro mandato, Perón foi reeleito em 1951, em um momento crítico da economia argentina. 

O aumento da concorrência internacional e o baixo investimento para instalação de novas indústrias geravam desemprego e inflação. O líder argentino não conseguiu combater a crise, perdeu o apoio da Igreja e ainda enfraqueceu os laços com as forças armadas. O presidente não resistiu à pressão, e em setembro de 1955 sofreu um golpe militar, que o afastou do cargo. Perón ficou 17 anos exilado na Europa, mas continuou a influenciar a política do seu país.

A volta do exílio de 17 anos
Em 72, Perón retornou à Argentina e no ano seguinte foi eleito pela terceira vez para a presidência. Novamente não conseguiu cumprir o mandato até o fim, e um ano depois morreu de enfarte. A mulher de Perón, Isabellita, eleita vice-presidente, assumiu a chefia do governo e foi deposta por um golpe militar em 1976. 

A junta chefiada pelo general Jorge Rafael Videla tomou o poder, dissolveu o Congresso e deu início à "guerra suja" - repressão violenta aos opositores do regime. O número de desaparecidos durante a ditadura militar argentina é estimado entre 15 mil e 30 mil pessoas.

 

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