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||| 17 de abril DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia Internacional das Lutas Camponesas e Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária ||| "Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe" (Oscar Wilde) |||

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O Dia Internacional das Lutas Camponesas é celebrado anualmente em 17 de abril. A data foi instituída pela Via Campesina em memória do "Massacre de Eldorado dos Carajás" (1996), no Pará, marcando a resistência camponesa mundial, a luta pela reforma agrária, justiça social e soberania alimentar. Origem: Criado após o assassinato de 19 trabalhadores rurais sem-terra em 17 de abril de 1996. Foco: Ação global pela reforma agrária, contra o agronegócio predatório e em defesa dos direitos dos trabalhadores do campo. No Brasil, a data também é conhecida como o Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária. Ações: Historicamente, abril é um mês de intensas mobilizações, ocupações e marchas organizadas pelos movimentos sindicais rurais. A data é um marco para refletir sobre a agricultura familiar, a produção de alimentos saudáveis e o acesso à terra.


Sofia Prokofieva Sofia Leonidovna Prokofieva (14 de maio de 1928 – 7 de maio de 2025), foi uma escritora, poetisa, tradutora, dramaturga, roteirista e autora soviética e russa de livros infantis e contos de fadas e histórias mágicas para crianças em idade pré-escolar. Suas obras receberam diversos prêmios internacionais, incluindo o Prêmio Kodai no Japão para o melhor livro infantil e o Prêmio Nacional de Literatura "Caneta de Ouro da Rússia". Seus contos de fadas foram traduzidos para mais de vinte idiomas, muitos dos quais foram adaptados para o cinema e para animações.


terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Perón é eleito presidente da Argentina pela 1ª vez e inicia sua longa trajetória política (1946)

24 de fevereiro de 1946 — Perón é eleito presidente da Argentina
Jornal do Brasil: Eleições na Argentina

Juan Domingo Perón foi eleito pela primeira vez presidente da Argentina em 1946, com mais de 56% dos votos. Perón havia entrado para a política três anos antes, quando participou da Revolução Militar de 1943, que derrubou o presidente Hipólito Yrigoyen. Ingressou no Departamento Nacional do Trabalho e em 1945, foi preso e obrigado a renunciar a todas suas funções. Uma semana depois de intenso protestos de trabalhadores foi posto em liberdade.

Seu primeiro mandato presidencial foi marcado pela nacionalização das ferrovias, empresas de telefonia, do petróleo e das companhias de eletricidade. Nesse período o setor industrial cresceu e os trabalhadores conquistaram o direito à aposentadoria, férias remuneradas, cobertura de acidentes de trabalho e seguro médico. As mulheres também passaram a ter direito a voto e foi permitida a reeleição. Perón adotou uma política antiamericana e antibritânica, que chamou de "terceira posição", entre o comunismo e o capitalismo. 
Fortalecido pelo sucesso do primeiro mandato, Perón foi reeleito em 1951, em um momento crítico da economia argentina. 

O aumento da concorrência internacional e o baixo investimento para instalação de novas indústrias geravam desemprego e inflação. O líder argentino não conseguiu combater a crise, perdeu o apoio da Igreja e ainda enfraqueceu os laços com as forças armadas. O presidente não resistiu à pressão, e em setembro de 1955 sofreu um golpe militar, que o afastou do cargo. Perón ficou 17 anos exilado na Europa, mas continuou a influenciar a política do seu país.

A volta do exílio de 17 anos
Em 72, Perón retornou à Argentina e no ano seguinte foi eleito pela terceira vez para a presidência. Novamente não conseguiu cumprir o mandato até o fim, e um ano depois morreu de enfarte. A mulher de Perón, Isabellita, eleita vice-presidente, assumiu a chefia do governo e foi deposta por um golpe militar em 1976. 

A junta chefiada pelo general Jorge Rafael Videla tomou o poder, dissolveu o Congresso e deu início à "guerra suja" - repressão violenta aos opositores do regime. O número de desaparecidos durante a ditadura militar argentina é estimado entre 15 mil e 30 mil pessoas.

 

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