||| 14 de março DE 2026 ||| sábado ||| dia nacional dos carecas e também o "Dia do PI" (3,14159) ||| "Não espere por grandes líderes; faça você mesmo, pessoa a pessoa. Seja leal às ações pequenas porque é nelas que está a sua força". (Madre Teresa de Calcutá) |||

Bem vindo

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O Dia Nacional do Careca comemora-se todos os anos a 14 de março. Este é um dia de coragem e de libertação. O objetivo é honrar a força dos homens e mulheres que assumiram a sua calvície sem recorrerem a perucas, capachinhos, chapéus ou implantes, assim como celebrar os escalpes perfeitamente rapados e as cabeças brilhantes em toda a sua glória. Longe de uma fraqueza, a calvície é um sinal de coragem, virilidade e liberdade. Alguns carecas mudaram o mundo, sem um único gesto violento. Mahatma Gandhi e Charles Darwin são dois exemplos de carecas importantes da história mundial. Como celebrar o dia? Neste dia pode assumir a calvície e rapar o cabelo, andando orgulhosamente pela rua, sem penteados a tentar esconder a careca, sem gorros ou chapéus. Caso tenha um saudável couro cabeludo pode ainda assim rapar o cabelo em solidariedade com os homens e as mulheres carecas do mundo e experimentar um novo visual. Carecas famosos: Mahatma Gandhi, Charles Darwin, Mikhail Gorbatchev, Vladimir Putin, William Shakespeare, Michael Jordan, Magic Johnson, Kobe Bryant, Mike Tyson, Andre Agassi, Ronaldo Zidane, Usain Bolt, Kelly Slater, Sean Connery, Bruce Willis, Vin Diesel, Jason Statham, The Rock, Samuel L. Jackson, Seal. Vantagens de ser careca: Poupança em cabeleireiro, shampoo, gel, pentes, etc. Poupança de tempo no banho e em penteados. Menos preocupações e problemas Menor vaidade. Não ter ataques de caspa. Menos hipóteses de ter cancro da próstata e de tumores nos testículos. Maior libido; Ar viril e jovem, de rosto limpo, com sorriso e olhar mais nítido, Utilizar chapéus e gorros sem parecer mal, mudando de visual facilmente. Nunca ter um dia de mau penteado. Ser um ponto de referência. Ser o primeiro a saber se chove. ( https://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-do-careca/ )

Homenagem do Google ao dia do PI


François Rabelais (Seuilly, 1483/1494 — Paris, 1553) foi um escritor, padre e médico francês do Renascimento, que usou, também, o pseudônimo Alcofribas Nasier, um anagrama de seu verdadeiro nome. Ficou para a posteridade como o autor das obras primas cómicas Pantagruel e Gargântua, que exploravam lendas populares, farsas, romances, bem como obras clássicas. O escatologismo foi usado para condenação humorística. A exuberância da sua criatividade, do seu colorido e da sua variedade literária asseguraram a sua popularidade. No entanto, como poeta, foi um precursor da moderna poesia visual, como no poema " A Divina Garrafa", texto poético inserido na ilustração de uma garrafa. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_Rabelais}


terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Frans Post (genial pintor holandes) morreu nesta data - 17 de fevereiro - em 1680

Para quem não sabe Frans Post (1612-1680) foi um pintor holandês nascido na cidade de Haarlem. Chegou ao Brasil em 1637, com Maurício de Nassau. Sua importância para nós, brasileiros, é que foi ele o primeiro grande artista a pintar paisagens do Brasil; mais especificamente do nordeste.

De seus quadros sobre motivos brasileiros destacam-se "Ilha de Itamaracá" (1637), "Paisagem das vizinhanças de Pernambuco" (1669), além de trinta e dois desenhos sobre locais brasileiros e africanos, reunidos no álbum "Delineações arquetípicas das regiões do Brasil".

As raras telas e aquarelas assinadas por Frans Post encontradas fora dos museus, nas galerias e leilões - ainda hoje são disputados a peso de ouro por grandes colecionadores.

Encontrei, na internet, um site com uma produção primorosa sobre Frans Post e não resisti em trazê-lo, por inteiro, para o conhecimento dos leitores e visitantes da Oficina de Gerência. Falo do site Saber Cultural, uma dessas jóias raras dedicadas à arte e à cultura que enfeitam a internet para nossa alegria.

A página sobre Frans Post foi produzida e formatada pela dupla Mario Capelluto e Ida Aranha cujos créditos estão ao final. Rolem a barra do post e desfrutem da obra desse genial artista do século 17 ainda tão presente em nossa história e nossa cultura.



FRANS POST
BIOGRAFIA
VIDA
Pintor holandês, Frans Post nasceu em Haarlem em 1612 e morreu na mesma cidade em 1680. Veio para o Brasil com Maurício de Nassau em 1637, aqui permanecendo até 1644, quando voltou para sua cidade natal.
PROJEÇÃO
Frans Post notabiliza-se pela série de paisagens brasileiras que pinta ou desenha durante sua permanência no Brasil e de volta a seu país.
Pouco depois de desembarcar em Pernambuco pinta a primeira de suas telas sobre motivos brasileiros: "A Ilha de Itamaracá" (1637; Mauritshuis, Haia). Ao tempo de sua formação, em Haarlem, predominavam os paisagistas, sendo natural, assim, a predileção do pintor por esse gênero. Frans Post reage à exuberância tropical com grande contenção: não joga na tela a explosão de cores com que é defrontado, preferindo registrar espaços abertos, salpicados de miniaturas, em tons fortes mas não variados. Procura fixar as cenas mais em razão de sua utilidade informativa, atento à composição e, como detalhe típico, quase sempre colocando uma árvore numa das extremidades do quadro.
O pitoresco ou inusitado não o atrai: as cenas possuem um ar de tranqüilidade que é um de seus encantos. Com o decorrer do tempo torna ainda mais sintéticas as suas telas, onde às vezes busca fixar cenas em poucas pinceladas num espaço diminuto.
O ponto alto de sua arte é o famoso quadro "Panorama brasileiro" (1652; Rijksmuseum, Amsterdam): de dimensões incomuns, apresenta a parte superior arrendondada, julgando-se que fosse um dos painéis que adornavam a Huis Ryksdorp, em Wassenaar. A paisagem, de 282,5 x 210,5cm, a óleo, tem predominância de tons verdes e mostra um rio ziguezagueando, em meio de farta vegetação, contra a linha baixa do horizonte onde se delineia o mar azul. O céu ocupa dois terços do espaço, que é completado por frutas tropicais, numa composição de grande harmonia.
OBRAS
Não é vasta a obra de Frans Post, calculando-se que tenha executado entre duzentos e trezentos trabalhos ao longo de quarenta anos. Além das paisagens brasileiras, que formam a quase totalidade dessa obra, também são de sua autoria algumas naturezas mortas - geralmente com frutos e flores do Brasil -, paisagens holandesas e 32 desenhos de locais brasileiros e africanos reunidos no álbum Archetypae Delineationes Brasiliae regionun ( Delineações arquetípicas das regiões brasileiras: British Museum, Londres.).
O Museu Nacional de Belas-Artes, no Rio de Janeiro, possui uma sala especial denominada "Frans Post e a Pintura Flamengo-Holandesa do Séc. XVII", com um retrato de Nassau, cinco paisagens de Pernambuco, uma paisagem de Olinda e outra da Paraíba, todos de Post.
A Fundação Castro Maia, no Rio de Janeiro, possui a tela "Engenho de Açucar", e o Museu de Arte de São Paulo "A Cachoeira de Paulo Afonso", "Paisagem pernambucana com rio", "Paisagem de Pernambuco com casa-grande" e "Paisagem com tamanduá".
No Museu do Louvre, em Paris, estão "O Rio São Francisco e o forte Maurício", "O Carro de bois", "Paisagem de Porto Calvo", "Forte dos reis Magos", "Moínho de açúcar", "Casa de um nobre português", "Capela dos portugueses" e "Habitações de plantadores perto o rio Paraíba".
Além da "Paisagem brasileira", o Rijkmuseum de Amsterdam possui o quadro "Vilas nas vizinhanças de Pernambuco"; no Museu do Estado, Copenhague: "A Fabricação do acúcar"; Instituto de Artes, Detroit, E.U.A.: "Igreja jesuíta em ruínas"; Universidade Católica da América, Washington, D.C.: "Paisagem com um cortejo de negros"; Palácio Kensington, Londres: "Vila de indígenas"; Associação dos Colecionadores de Arte, Londres: "Paisagem brasileira".
No Brasil ainda existem quadros de Frans Post em São Paulo: na Biblioteca Municipal a "Vila perto de Pernambuco"; em Pernambuco: no palácio do governo, "Paisagem brasileira" (dois quadros); e Rio de Janeiro: no Palácio Guanabara, "Índios Caçando" e "Paisagem de Pernambuco"; no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, "Ruínas de Olinda"; na embaixada do Reino Unido, "Moínho de açúcar" e "Paisagem brasileira".





1652 - Hacienda, Mittelrheinisches Landesmuseum, Mainz.

1665 - View of the Jesuit Church at Olinda, Brazil - Institute of Arts, Detroit.
1670-75 - A Brazilian Landscape, Private Colection.
1638 - The Ox Cart, Musée du Louvre, Paris.
Brazilian Landscape, Metropolitan Museum of Art, New York.



Produção e Formatação:
Mario Capelluto e Ida Aranha


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