||| 11 de outubro DE 2026 ||| domingo ||| Dia Internacional da Menina || # Reflexão: “Se estiveres no caminho certo, avança; se estiveres no errado, recua.” -- (Lao-Tsé) . |||

 

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O Dia Internacional das Meninas é celebrado anualmente em 11 de outubro. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para reconhecer os direitos das meninas e chamar a atenção para os desafios específicos que elas enfrentam em diferentes partes do mundo. Origem do Dia Internacional das Meninas Em 19 de dezembro de 2011, a Assembleia Geral da ONU aprovou a Resolução 66/170, que estabeleceu 11 de outubro como o Dia Internacional das Meninas. A primeira celebração oficial aconteceu em 2012. A iniciativa teve como objetivo reconhecer os direitos das meninas e chamar a atenção para os desafios que elas enfrentam por serem crianças e, ao mesmo tempo, meninas. A criação da data também está relacionada à Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, aprovada em 1995, que foi um importante marco internacional para a promoção dos direitos das mulheres e meninas. Por que investir nas meninas? duas meninas na escola Garantir acesso à educação, saúde, proteção e oportunidades pode transformar não apenas a vida de uma menina, mas também de sua família e de sua comunidade. Quando meninas têm condições de permanecer na escola e desenvolver seus talentos, elas ampliam suas possibilidades para o futuro e podem participar de diferentes áreas da sociedade, da ciência e da cultura à política, aos negócios e à tecnologia. Por isso, investir nos direitos das meninas também é uma forma de investir no desenvolvimento das próximas gerações. Educação é um direito fundamental A educação ocupa um lugar central na promoção dos direitos das meninas. Ter acesso à escola significa muito mais do que aprender conteúdos. A educação pode contribuir para o desenvolvimento da autonomia, da capacidade de tomar decisões, do pensamento crítico e da participação social. Por isso, garantir que meninas possam entrar, permanecer e concluir seus estudos com segurança é uma das formas mais importantes de ampliar suas oportunidades.

pensamento dia

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Frase

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Públio Cornélio Tácito ou Caio Cornélio Tácito (em latim: Publius/Gaius Cornelius Tacitus; c. 56 – c. 117) foi um senador e historiador romano nomeado cônsul sufecto para o nundínio de novembro a dezembro de 97 com Marco Ostório Escápula. As porções sobreviventes de suas duas maiores obras — "Anais" e "Histórias" — tratam dos reinados dos imperadores Tibério, Cláudio, Nero e os imperadores do ano dos quatro imperadores (69), um período de tempo que se estende da morte de Augusto, em 14, até a Primeira guerra romano-judaica em 70. Há muitas lacunas nos textos, incluindo uma em "Anais" que corresponde a quatro livros inteiros. As outras obras de Tácito discutem oratória (no formato de diálogo, Diálogo dos Oradores), a Germânia (Germânia) e a vida de seu sogro, Cneu Júlio Agrícola, o famoso general romano responsável por boa parte da conquista romana da Britânia (Agrícola). Tácito é considerado um dos grandes historiadores romanos, um dos grandes representantes da Idade da Prata da literatura latina, e é conhecido tanto por sua concisão e pela forma compacta de sua prosa em latim quanto pela sua capacidade analítica dos jogos de poder na política romana de sua época. Os "Anais" são um dos primeiros registros históricos seculares a mencionarem Jesus Cristo, que Tácito menciona em relação às perseguições aos cristãos de Nero — veja Tácito e os cristãos. {https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A1cito}

 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Time: Você pagaria para baixar notícias de jornais na internet?



(clique na imagem)

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Encontrei uma notinha sobre esta reportagem de capa da revista Time e achei que interessaria a todos os leitores da Oficina de Gerência e de resto a todos os "consumidores de notícias" da WEB.
A reportagem versa sobre o declínio das vendas diretas dos jornais em contraposição ao aumento de seus leitores via internet. O articulista compara a situação ao caso da indústria musical que perdeu uma enorme fatia de seu faturamento com o surgimento do Napster (quem lembra?) e seus filhotes, mas conseguiu alguma recuperação cobrando pelas músicas disponibilizadas em sites especializados como o iTunes, por exemplo.
O que você acha disso? Acho que o assunto vai render na blogosfera. É uma proposta, pelo menos, diferente. Diria até inusitada. Polêmica sem dúvidas. Vamos acompanhar o desenrolar dos acontecimentos. A Time não faria uma reportagem de capa para não ver "o circo pegar fogo". Vem coisa por ai... Veja abaixo uma imagem da página do artigo e uma tradução (tosca) do início do texto feita com auxílio do Google Tradutor.

(clique na imagem e acesse a matéria, diretamente na Time)
"Ao longo dos últimos meses, a crise no jornalismo atingiu proporções gigantescas. Agora é possível pensar numa situação em algumas cidades importantes deixarão de ter um jornal e quando revistas e as operações das agências de notícias não empregarão mais do que um punhado de repórteres.
Há, no entanto, um fato marcante e algo estranho sobre esta crise. Jornais têm mais leitores do que nunca. Seu conteúdo, bem como a de revistas semanais e outros produtores tradicionais de jornalismo, é mais popular do que nunca - mesmo (na verdade, especialmente) entre os jovens.
O problema é que poucos destes leitores pagam pelo que consomem. Em vez disso, novas organizações jornalísticas estão gratuitamente distribuindo suas notícias.
De acordo com um estudo do Pew Research Center, um ponto de inflexão ocorreu no ano passado: mais pessoas nos E.U.A. tem suas notícias on-line de graça do que aqueles que pagam por elas, comprando jornais e revistas. Quem pode culpá-los? [...] Este não é um modelo de negócio que faz sentido. [...] Jornais e revistas tradicionalmente tiveram três fontes de receita: quiosque de vendas, assinaturas e publicidade. O novo modelo de negócio assenta apenas na última delas." [...]

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