OFICINA NA COPA

OFICINA NA COPA

||| 03 de julho DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil ||| *Reflexão: "Melhor lutar por algo do que viver para nada". (Winston Churchill) |||

 

Bem vindo

Bem vindo

O Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil é celebrado anualmente em 3 de junho. O principal objetivo desta data, como o próprio nome sugere, consiste em conscientizar a população sobre os cuidados necessários para combater esta doença que afeta milhares de crianças em todo o mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), combater a obesidade infantil mórbida é um dos principais desafios para o século XXI. Esta doença pode ser provocada por diversos fatores, desde uma alimentação rica em açucares e gorduras, sedentarismo e aspectos genéticos. Entre algumas das atividades previstas para esta data está a organização de palestras e workshops que visam ensinar os cuidados básicos que os pais devem ter para evitar o desenvolvimento desta terrível doença em seus filhos. Substituir alimentos de fast-foods por uma dieta equilibrada, rica em nutrientes naturais, vegetais, legumes, frutas e líquidos é uma das dicas essenciais para começar a combater a obesidade mórbida. Atrelado a isso, a prática de uma atividade física também é necessária para diminuir os riscos dessa doença. criança obesa Tratamento O melhor tratamento para a Obesidade Mórbida Infantil é a prevenção. Desde o nascimento da criança deve-se privilegiar o aleitamento materno e evitar o consumo de doces até os dois anos. Também fazer as refeições em local tranquilo, sem a interferência de aparelhos externo como tablets, televisão ou celulares.

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
George Washington Carver (Diamond, nascido por volta de 1860[1][2] - Tuskegee, 5 de janeiro de 1943) foi um botânico, inventor, cientista e agrônomo norte-americano.

 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Time: Você pagaria para baixar notícias de jornais na internet?



(clique na imagem)

rainball.gif

Encontrei uma notinha sobre esta reportagem de capa da revista Time e achei que interessaria a todos os leitores da Oficina de Gerência e de resto a todos os "consumidores de notícias" da WEB.
A reportagem versa sobre o declínio das vendas diretas dos jornais em contraposição ao aumento de seus leitores via internet. O articulista compara a situação ao caso da indústria musical que perdeu uma enorme fatia de seu faturamento com o surgimento do Napster (quem lembra?) e seus filhotes, mas conseguiu alguma recuperação cobrando pelas músicas disponibilizadas em sites especializados como o iTunes, por exemplo.
O que você acha disso? Acho que o assunto vai render na blogosfera. É uma proposta, pelo menos, diferente. Diria até inusitada. Polêmica sem dúvidas. Vamos acompanhar o desenrolar dos acontecimentos. A Time não faria uma reportagem de capa para não ver "o circo pegar fogo". Vem coisa por ai... Veja abaixo uma imagem da página do artigo e uma tradução (tosca) do início do texto feita com auxílio do Google Tradutor.

(clique na imagem e acesse a matéria, diretamente na Time)
"Ao longo dos últimos meses, a crise no jornalismo atingiu proporções gigantescas. Agora é possível pensar numa situação em algumas cidades importantes deixarão de ter um jornal e quando revistas e as operações das agências de notícias não empregarão mais do que um punhado de repórteres.
Há, no entanto, um fato marcante e algo estranho sobre esta crise. Jornais têm mais leitores do que nunca. Seu conteúdo, bem como a de revistas semanais e outros produtores tradicionais de jornalismo, é mais popular do que nunca - mesmo (na verdade, especialmente) entre os jovens.
O problema é que poucos destes leitores pagam pelo que consomem. Em vez disso, novas organizações jornalísticas estão gratuitamente distribuindo suas notícias.
De acordo com um estudo do Pew Research Center, um ponto de inflexão ocorreu no ano passado: mais pessoas nos E.U.A. tem suas notícias on-line de graça do que aqueles que pagam por elas, comprando jornais e revistas. Quem pode culpá-los? [...] Este não é um modelo de negócio que faz sentido. [...] Jornais e revistas tradicionalmente tiveram três fontes de receita: quiosque de vendas, assinaturas e publicidade. O novo modelo de negócio assenta apenas na última delas." [...]

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.