Confira a ordem dos desfiles do Grupo Especial de 2026: Domingo (15 de fevereiro): Acadêmicos de Niterói - 21h45 * Imperatriz Leopoldinense - entre 23h20 e 23h30 * Portela - entre 0h55 e 1h15 * Estação Primeira de Mangueira - entre 2h30 e 3h # Segunda-feira (16 de fevereiro): Mocidade Independente de Padre Miguel - 21h45 * Beija-Flor de Nilópolis - entre 23h20 e 23h30 * Unidos do Viradouro - entre 0h55 e 1h15 * Unidos da Tijuca - entre 2h30 e 3h # Terça-feira (17 de fevereiro): Paraíso do Tuiuti - 21h45 * Unidos de Vila Isabel - entre 23h20 e 23h30 * Acadêmicos do Grande Rio - entre 0h55 e 1h15 * Acadêmicos do Salgueiro - entre 2h30 e 3h #

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Maria do Carmo Miranda da Cunha (Marco de Canaveses, 9 de fevereiro de 1909 – Beverly Hills, 5 de agosto de 1955), mais conhecida como Carmen Miranda, foi uma cantora, dançarina, e atriz luso-brasileira. Sua carreira artística transcorreu no Brasil e nos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão. Foi considerada pela revista Rolling Stone como a 15ª maior voz da música brasileira, sendo um ícone e símbolo internacional do Brasil no exterior. Apelidada de "Brazilian Bombshell", Miranda é conhecida por seus figurinos extravagantes e pelo chapéu com frutas que costumava usar em seus filmes estadunidenses, fazendo desses elementos sua marca registrada. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Carmen_Miranda)


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Cesar Maia estreia amanhã como colunista da Folha

Vou postar, na Oficina de Gerencia, os artigos que Cesar Maia irá escrever para a Folha de São Paulo a partir de amanhã.
A Folha não é boba. Ela sabe da categoria e da capacidade de César Maia em expor suas idéias e opiniões. É um brasileiro brilhante, independente de sua atuação como político. Os leitores do jornal (e da Oficina de Gerencia, só terão a ganhar.

São Paulo, sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Cesar Maia estreia amanhã como colunista da Folha

Prefeito do Rio de Janeiro por três mandatos, o economista Cesar Maia, 63, estreia amanhã como colunista da Folha. Seus artigos sairão aos sábados na página A2.

Maia elenca quais serão os temas de seus textos: "Política e economia nacionais e internacionais, prospecções sobre a atual crise, e temas teóricos de aplicação conjuntural". Amanhã, ele tratará da "desintegração do Poder Legislativo brasileiro".

Um dos líderes do oposicionista DEM -que é presidido por seu filho, o deputado federal Rodrigo Maia-, Maia ressalta que não usará o espaço como uma arena de críticas ao presidente Lula: "Falar da desintegração do Poder Legislativo brasileiro é falar das relações com o Executivo. Focalizar personalizando, nunca", diz.

Seu objetivo é que os artigos não se limitem a analisar os fatos da semana: "O fundamental é que a coluna agregue informações a quem a lê e não seja mera versão dos assuntos já tratados".

Maia é um leitor assíduo de jornais nacionais e estrangeiros, além de se dedicar a estudos sobre mídia.

Em seu último mandato como prefeito, encerrado em 31 de dezembro passado, ele exerceu também a função de comentarista político e econômico em seu blog, criado no início de 2005 e transformado, em outubro do mesmo ano, numa mensagem enviada a cerca de 30 mil assinantes gratuitos, entre eles 400 jornalistas. O ex-blog, como o e-mail foi batizado, foi suspenso em 1º de janeiro, mas voltará a circular, reformulado, em 1º de março.

Cesar Epitácio Maia é carioca, filho de um engenheiro e uma professora, e ingressou na política pela porta da militância estudantil.
Após o golpe militar de 1964, integrou-se ao então clandestino PCB. Visado, exilou-se no Chile, onde se formou economista estudando ao lado do hoje governador de São Paulo, José Serra, e se casou com Mariangeles Ibarra. Tem dois filhos.

Voltou ao Brasil em 1973. Maia acabou sendo preso no aeroporto, mas três meses depois seu processo foi arquivado por falta de provas.

Era professor de economia da UFF (Universidade Federal Fluminense) quando se filiou ao PDT, em 1981. No ano seguinte, Leonel Brizola se elegeu governador do Rio e convidou Maia para ocupar a Secretaria de Fazenda.

Conquistou dois mandatos de deputado federal, em 1986 e em 1990. Em 1992, já no PMDB, tornou-se prefeito do Rio pela primeira vez.

Quatro anos depois, no PFL (hoje DEM), conseguiu eleger para seu lugar Luiz Paulo Conde, com quem romperia mais tarde. Perdeu para Anthony Garotinho a disputa pelo governo do Estado em 1998, mas voltou a ganhar as eleições para a prefeito do Rio em 2000 e 2004.


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