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||| 26 de outubro DE 2026 ||| 2ª FEIRA ||| Dia DA MATEMÁTICA || # Reflexão: “O amor é uma luz que não deixa escurecer a vida.” ― Camilo Castelo Branco . |||

 

Bem vindo

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A profissão de matemático está associada ao magistério, ou seja, à educação. E é esse o setor que ainda emprega boa parte dos formados que fazem a licenciatura em matemática. Entre as especializações, existe a matemática pura e a aplicada. A primeira é totalmente científica e dirigida a vários tipos de pesquisa. Já a matemática aplicada, propõe-se a resolver problemas práticos da ciência e da tecnologia. Os matemáticos são cientistas que calculam, desenvolvem e resolvem problemas, criam fórmulas e modelos. A matemática pura dedica-se à teoria, criando novos princípios, desenvolvendo relações entre os já existentes, reformulando teorias e ampliando as fronteiras do conhecimento. O avanço da informática abre novas perspectivas para a ciência, permitindo a visualização de soluções de modelos matemáticos na forma de desenhos de estruturas. A matemática aplicada fornece ferramentas, isto é, modelos matemáticos e métodos computacionais, para solucionar problemas de quase todas as áreas do conhecimento, como economia e finanças, engenharia, biologia, medicina, meteorologia, oceanografia, lingüística. Com a prática cada vez mais comum de atividades multidisciplinares, em todas as áreas se comprovam as transformações que ocorrem no mercado de trabalho. Na área de Matemática, essa ciência assume seu caráter diversificado ao romper os limites da educação formal e servir de instrumento fundamental nos setores da engenharia, meteorologia, economia, computação, mercado financeiro e até da medicina. Parabéns a todos os Matemáticos!!

pensamento dia

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Frase

Frase
Albert Einstein (Ulm, 14 de março de 1879 – Princeton, 18 de abril de 1955) foi um físico teórico alemão que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos pilares da física moderna ao lado da mecânica quântica. Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa–energia, E = mc² — que foi chamada de "a equação mais famosa do mundo" —, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física de 1921 "por suas contribuições à física teórica" e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico, que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica. Investigou as propriedades térmicas da luz, o que lançou as bases da teoria dos fótons. Em 1917, aplicou a teoria da relatividade geral para modelar a estrutura do universo como um todo. Suas obras renderam-lhe o status de celebridade mundial enquanto tornava-se uma nova figura na história da humanidade, recebendo prêmios internacionais e sendo convidado de chefes de estado e autoridades. Foi professor da Academia de Ciências de Berlim. Em 1933, quando o Partido Nazista chegou ao poder na Alemanha, estava nos Estados Unidos, onde passou a morar. Desde então, não tornou a residir no seu país de origem. Naturalizou-se estadunidense em 1940. Em agosto de 1939, pouco antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial, ajudou a alertar o presidente Franklin D. Roosevelt que a Alemanha poderia estar desenvolvendo uma arma atômica, recomendando aos norte-americanos começarem uma pesquisa semelhante, que se tornaria o Projeto Manhattan. Apoiou os Aliados, opondo-se, no entanto, à utilização de armas nucleares contra o Japão. Mais tarde, com o filósofo britânico Bertrand Russell, assinou o Manifesto Russell-Einstein, que destacou o perigo das armas nucleares. Foi afiliado ao Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde trabalhou até sua morte em 1955. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein}

 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Pierre Verger morreu. A cultura brasileira perdeu um dos seus maiores expoentes.

11 de fevereiro de 1996 — O Tesouro de Verger

Jornal do Brasil: O acervo de Pierre Verger

O etnólogo e fotógrafo francês Pierre Verger viveu no Brasil durante 50 anos. Ao longo desse período Verger juntou mais 62 mil negativos, 3.500 espécies de plantas e montou uma biblioteca com 3 mil volumes. O acervo ficava guardado na casa de pouco mais de 100 metros quadrados, na qual o etnólogo morava em Salvador, e que havia sido transformada em centro de pesquisas da cultura afro-brasileira. 

A história, os costumes e a religião praticada pelos iorubás e seus descendentes, na África Ocidental e na Bahia, foram os temas centrais de sua obra, que abrange 40 títulos. O último livro que escreveu Ewê é um dicionário sobre o uso de ervas na sociedade iorubá. 

Verger fez muitos amigos, entre eles, o pintor argentino Carybé, que ilustrou os livros Lendas Africanas dos Orixás, e Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia. Os dois se conheceram em uma pensão em Copacabana, assim que chegaram ao Brasil. A amizade do fotógrafo com o pintor se consolidou em Salvador, onde ambos foram morar apaixonados pela hospitalidade do povo e pela riqueza cultural. 

O fotógrafo nasceu em uma família rica em Paris. Aos 30 anos, resolveu viajar pelo mundo, com sua máquina fotográfica. Depois 14 anos percorrendo vários países, fixou residência na Bahia. Um ano mais tarde ganhou uma bolsa do Instituto Francês da África Negra para estudar no continente africano e passou pesquisar a cultura afro-brasileira. Descobriu na África, em 1949, documentos dos séculos 17 a 19 sobre o tráfico de escravos entre o Golfo da Guiné e a Bahia. 

O francês integrou-se de tal maneira à cultura iorubá, que foi iniciado como babalaô e incorporou a palavra Fatumbi, que quer dizer renascido do Ifá (oráculo africano) ao seu nome, passando a chamar-se Pierre Fatumbi Verger. Os 17 anos de estudos sobre a cultura africana renderam-lhe o título de doutor pela Sorbonne (Paris).
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