||| 29 de setembro DE 2026 ||| 3ª feira ||| Dia dos Arcanjos (Miguel, Rafael, Gabriel) ||| # Reflexão: “No fim, tudo dá certo, e se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim.” -- Fernando Sabino . |||

 

Bem vindo

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O Dia dos Santos Arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel comemora-se a 29 de setembro. Inicialmente a data celebrava apenas o Arcanjo Miguel, mas a celebração foi alterada para comemorar os três principais Arcanjos do catolicismo. Estes três arcanjos destacam-se entre os sete anjos de Deus referidos na Bíblia, o grupo restrito dos sete espíritos puros e seres mais perfeitos alguma vez criados, que são mensageiros dos decretos divinos na Terra. Dia dos Arcanjos A palavra “Arcanjo” significa anjo principal e anjo mensageiro. Além de mensageiros, partilhando grandes novas ao mundo, os arcanjos são os protetores dos homens. A crença popular é que no Dia dos Arcanjos as pessoas recebem forças dos anjos para os meses de outono e de inverno e que o tempo do outono depende da meteorologia deste dia: se fizer sol no Dia dos Arcanjos, o outono vai ser solarengo e agradável; se fizer chuva neste dia, o outono já vai ser chuvoso e frio. Arcanjo Miguel Considerado o chefe dos anjos e o protetor do trono celeste e do seu povo, o Arcanjo Miguel derrotou o Diabo em combate, sendo visto como o padroeiro da Igreja Católica. Acredita-se que o Arcanjo Miguel é quem guarda os portões do paraíso e quem decide se uma alma entra ou não no céu. Encontram-se muitas igrejas dedicadas a ele na Alemanha, visto ter sido o padroeiro deste país. Miguel significa “quem como Deus”. Arcanjo Rafael Rafael, cujo nome significa “Deus cura” ou “medicina de Deus”, é o guardião da saúde dos seres humanos, física e espiritual, estando responsável pela proteção dos doentes. Ele surge no Antigo Testamento no livro de Tobias, a quem restitui a vista. Arcanjo Gabriel O Arcanjo Gabriel foi quem anunciou a Santa Maria a chegada de Cristo ao mundo, e quem anunciou o nascimento de São João Batista. Como mensageiro divino é representado com uma trombeta e é encarado como padroeiro dos correios. O seu nome significa “Força de Deus” ou “Deus é a minha proteção”.

pensamento dia

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Frase

Frase
Platão ( Atenas, 428/427 – Atenas, 348/347 a.C.) foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador da Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental. Ele é amplamente considerado a figura central na história do grego antigo e da filosofia ocidental, juntamente com seu mentor, Sócrates, e seu pupilo, Aristóteles. Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental, e também tem sido frequentemente citado como um dos fundadores da religião ocidental, da ciência e da espiritualidade. O assim chamado neoplatonismo de filósofos como Plotino e Porfírio influenciou Santo Agostinho e, portanto, o cristianismo, bem como a filosofia árabe e judaica. Alfred North Whitehead observou certa vez: "a caracterização geral mais segura da tradição filosófica europeia é de que ela consiste em uma série de notas de rodapé sobre Platão". Platão era um racionalista, realista, idealista e dualista e a ele tem sido associadas muitas das ideias que inspiraram essas filosofias mais tarde. Foi o inovador do diálogo escrito e das formas dialéticas da filosofia. Platão também parece ter sido o fundador da filosofia política ocidental. Sua mais famosa contribuição leva seu nome, platonismo (também ambiguamente chamado de realismo platônico ou idealismo platônico), a doutrina das Formas conhecidas pela razão pura para fornecer uma solução realista para o problema dos universais. Ele também é o epônimo do amor platônico e dos sólidos platônicos. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o)

 

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Emílio Odebrecht, como colunista da Folha da São Paulo, apresenta sua visão sobre a crise mundial.

Emílio Odebrecht nos traz hoje um artigo de quem tem a visão (nova) de uma empresa multinacional genuinamente brasileira - é o caso do grupo empresarial que ele próprio dirige - e que está atuando em várias partes do planeta.
A disputa pelo mercado no plano internacional não é coisa para amadores. É selvagem, predadora e próxima do "canibalismo corporativo". O Grupo Odebrecht tem se dado bem nessa selva, assim como outras grandes organizações brasileiras. Por isto o colunista Emílio Odebrecht sabe o que diz quando defende posturas novas para as conquistas que empresas do Brasil pretendam empreender no mercado internacional.
Vejamos um pequeno trecho do seu artigo:
  • (...) "Defendo, entretanto, que as empresas brasileiras tenham com esses potenciais clientes uma atitude diversa da que muitas vezes é adotada pelas corporações do hemisfério Norte. O grande erro destas tem sido chegar a uma nação pobre e não ter a premissa de que o desenvolvimento de seus negócios deve estar alinhado com o crescimento econômico e social local." (...)
É isso ai! Recomendo a leitura do texto pela experiência de quem o escreve e por apresentar um paradigma novo para as abordagens - quase sempre daninhas aos biomas em que se inserem - das empresas que buscam expansão de seus horizontes.





São Paulo, domingo, 22 de fevereiro de 2009



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EMÍLIO ODEBRECHT
A geração de riquezas

A EXPERIÊNCIA empresarial brasileira além das fronteiras nacionais é relativamente recente.

Até o final da década de 1980, podemos dizer que nossa economia era introvertida. Vendíamos pouco ao exterior e a presença de nossas empresas fora do país era mínima.

Por décadas, a política de substituição de importações estimulara os empresários a só cuidarem do mercado interno. Havia também pouco crédito para investimentos fora do país. Mas, com a abertura às importações nos anos 1990, tivemos de escolher: ou crescíamos ou acabaríamos esmagados pela concorrência externa.

Felizmente, crescemos. Hoje, o mundo se abastece com nossos produtos. E mais: organizações nacionais puseram-se a abrir filiais e a comprar empresas lá fora. Como resultado, em 2006, pela primeira vez, o volume de investimentos diretos do Brasil para o exterior foi maior que os aqui recebidos.

Foi valioso o apoio do governo para tanto, pois compreendeu que a internacionalização nos torna mais competitivos, traz novas tecnologias e estimula a agregação de valor nas várias cadeias produtivas.

Por isso, se o momento que o mundo vive é para alguns prenúncio de horizontes cada vez mais sombrios, para as empresas brasileiras pode oferecer novas janelas de oportunidades.

Nesse sentido, vejo amplos espaços de atuação, em especial nas nações da América Latina e da África. São, na maioria, países em busca do desenvolvimento e, portanto, carentes de quase tudo. Mas detentores de enorme potencial de riqueza, representado principalmente pelos recursos naturais de que dispõem.

Defendo, entretanto, que as empresas brasileiras tenham com esses potenciais clientes uma atitude diversa da que muitas vezes é adotada pelas corporações do hemisfério Norte.

O grande erro destas tem sido chegar a uma nação pobre e não ter a premissa de que o desenvolvimento de seus negócios deve estar alinhado com o crescimento econômico e social local.

Disso decorre um comportamento predador que tem feito com que países, principalmente na África, experimentem o drama de ver a exploração dos seus recursos inversamente proporcional à riqueza local que geram: quanto mais produzem, mais pobres ficam.

Sejamos diferentes. Nossas empresas globais devem, em cada país onde aportam, contribuir com o desenvolvimento local, gerando riquezas que sirvam à melhoria da qualidade de vida das pessoas, de forma que ocorra um crescimento casado.

Onde houver uma empresa brasileira, que esta atue como agente de prosperidade econômica e de justiça social.


EMÍLIO ODEBRECHT escreve aos domingo nesta coluna.

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