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Albert Einstein[a] (Ulm, 14 de março de 1879 – Princeton, 18 de abril de 1955) foi um físico teórico alemão que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos pilares da física moderna ao lado da mecânica quântica. Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa–energia, E = mc² — que foi chamada de "a equação mais famosa do mundo" —, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física de 1921 "por suas contribuições à física teórica" e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico, que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein}


quarta-feira, 9 de abril de 2008

Trago para os leitores do blog mais um comentário em áudio do Arnaldo Jabor. Acho que este é um dos melhores que já ouvi este ano. De vez em quando o Jabor acerta.
Neste comentário - retirando alguns adjetivos característicos do seu estilo -ele conseguiu expressar o momento em que vive a administração do governo brasileiro.
Por estes dias eu estava procurando uma maneira de formular esta preocupação, visível para os analistas - profissionais e amadores (estou nessa categoria) - do atual cenário nacional.
Em alguns textos que escrevi há pouco tempo - aqui mesmo no blog - já deixei escapar a minha frustração com essa quadra medíocre pelo qual passa a gestão pública do país. Nada a ver com o momento econômico que está muito bem administrado pelo governo, leia-se Banco Central. Mas o crédito é do governo. Refiro-me à outra parte. Àquela responsável por fazer e acontecer nos setores que irão assegurar o crescimento e o futuro do país. Reporto-me aos investimentos nos setores básicos (saúde, saneamento e educação, principamente); aludo ao planejamento e investimentos nas grandes áreas da infra-estrutura (energia, transportes, meio-ambiente) e nos domínios da indústria, da exportação e similares. Não é só no "Bolsa Família" e nos PACs digamos... sociais. O governo não está planejando o Brasil do futuro. Estamos vivendo o imediato, o agora, o hoje...
Não consegui achar a forma correta de fazer essa crítica. O Jabor, de certa forma, conseguiu. Confiram.
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Clique no play e ouça o comentário do A.Jabor

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