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||| 29 de abril DE 2026 ||| 4ª feira ||| dia internacional da dança ||| "Como as plantas, a amizade não deve ser muito nem pouco regada." (Carlos Drummond de Andrade) |||

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O Dia Internacional da Dança é comemorado anualmente em 29 de abril. Também conhecido como Dia Mundial da Dança, esta data é destinada a homenagear uma das manifestações artísticas mais animadas e antigas que existem: a dança! A dança tem o poder de captar e transmitir traços particulares de diferentes culturas através dos tempos. Existem diversos estilos de dança diferentes, cada um com a sua própria personalidade. O Dia da Dança busca a valorização dessas identidades distintas. Origem do Dia Internacional da Dança O Dia da Dança foi criado em 1982 pelo Comitê Internacional da Dança (CID) da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). O 29 de abril foi escolhido como Dia Internacional da Dança em homenagem a data de nascimento de Jean-Georges Noverre (1727-1810), um mestre do balé francês. Noverre foi bailarino e professor de balé, e ficou conhecido por ter escrito uma das obras sobre a dança mais importantes da história, Lettres sur La Danse ou “As Cartas Sobre a Dança”, em português. Apenas por coincidência, a data está associada a uma personalidade brasileira de importância no balé, Marika Gidali, bailarina co-fundadora do Ballet Stagium em São Paulo, que também nasceu no dia 29 de abril. Dia Internaciona da Dança Grandes Bailarinos Por ser um arte presente em todas as culturas, homens e mulheres de várias nacionalidades elevaram à dança a um nível de excelência. Alguns exemplos de grandes bailarinos: Marie Taglioni (1804-1884) Isadora Duncan (1877-1927) Vaslav Nijinsky (1889-1950) Fred Astaire (1899-1989) Josephine Baker (1906-1975) Mercedes Baptista (1921-2014) Márcia Haydée (1937) Ana Botafogo (1957) Michael Jackson (1958-2009) Julio Bocca (1967) Joaquín Cortés (1969) Frases para o Dia Mundial da Dança "Não é o ritmo nem os passos que fazem a dança/ Mas a paixão que vai na alma de quem dança". Augusto Branco "Dançar é sentir, sentir é sofrer, sofrer é amar... Tu amas, sofres e sentes. Dança!" Isadora Duncan "Eu não penso. Pensar é o maior erro que um bailarino pode cometer. Eu apenas sinto' Michael Jackson Atividades para o Dia Mundial da Dança Escolas de dança e instituições culturais costumam promover workshops, palestras e demais atividades que colocam a dança como pauta principal dos debates artísticos. Várias companhias de dança abrem as portas para que o público possa presenciar os ensaios e as dura rotinas de treino de um grupo profissional. Como era de se esperar, muitos espetáculos e apresentações de dança são comuns como forma de comemoração desta data. (https://www.calendarr.com/brasil/dia-internacional-da-danca/)


Anne-Louise Germaine de Staël-Holstein (Paris, 22 de abril de 1766 – 14 de julho de 1817), mais conhecida como Madame de Staël, foi uma intelectual, ensaísta e romancista francesa, que presenciou em primeira mão a Revolução Francesa, a Era Napoleônica e a Restauração. Ao lado de Benjamin Constant, ela formou um dos casais intelectuais mais celebrados de seu tempo. Ela foi uma das mais conhecidas opositoras a Napoleão e, com sua obra Da Alemanha, despertou o interesse do restante da Europa na cultura alemã. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Germaine_de_Sta%C3%ABl]


domingo, 13 de abril de 2008

Ram Charam no Brasil

Empresas não exploram produtos, diz consultor
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"Não é só por causa da sua inigualável esfera de influência que o indiano Ram Charan, 69, é uma lenda no mundo dos negócios. Há quase 40 anos ele presta consultoria para os presidentes de gigantes como GE, Verizon, Ford, DuPont, Citigroup, chegando a ser amigo íntimo de vários deles. Mais que tal currículo, porém, o que impressiona é o seu grau de dedicação ao ofício de resolver os problemas alheios. Dizer que a sua vida se resume a isso não é mera força de expressão.
Até o ano passado, Charan sequer tinha uma casa. De quando saiu da sua terra natal para cursar engenharia na Universidade de New South Wales, na Austrália, até chegar ao doutorado na Harvard Business School, nos EUA, ele viveu em alojamentos estudantis. Ao se tornar consultor, passou a pernoitar em hotéis e na casa de clientes. O porteiro do famoso hotel Waldorf Astoria, na cidade de Nova York, cumprimenta-o com um "Seja bem-vindo ao lar, professor".
Está a cada dia em um lugar diferente do planeta, faz reuniões por celular a qualquer hora e não compra nem um par de meias. Suas assistentes, baseadas em um escritório em Dallas, no Texas -no qual Charan jamais pisou-, se encarregam das aquisições e lhe enviam tudo pelo correio. O indiano manda de volta as roupas sujas, para que sejam encaminhadas à lavanderia. Não sobrou tempo para constituir uma família. Teria ele pelo menos conhecido o apartamento que comprou em 2007, também em Dallas? "Não importa", responde secamente. Ele quer é falar sobre o seu trabalho.
Charan está lançando no Brasil, pela editora Campus-Elsevier, seu novo livro, "O Que o Cliente Quer Que Você Saiba". Depois de algumas obras a respeito de liderança, ele se debruçou sobre os problemas enfrentados por empresas que vendem para outras empresas, o nicho B2B, para vencer no ambiente altamente competitivo de hoje.
Embora o profundo conhecimento do seu consumidor esteja no centro da estratégia das companhias atualmente, elas não estão utilizando essa poderosa ferramenta da forma correta, na visão do guru. "É preciso mostrar para o cliente exatamente como o produto oferecido pode ser vantajoso para as suas operações. Chamo a tática de "venda criadora de valor'", explica Charan. É por isso que algumas companhias já estão firmando contratos com seus fornecedores com cláusulas de performance -por exemplo, uma determinada máquina deve fazer a produção aumentar em uma certa porcentagem ao longo do tempo. "Tem que ficar claríssimo como o item vai ajudar o cliente a atingir as suas próprias metas. É fundamental que a empresa vendedora se reúna com a que está comprando para, juntas, elaborarem soluções únicas.
"A estratégia requer investimentos pesados e paciência, já que demora mais para dar resultados do que as ações tradicionais. "Os lucros compensam", garante Charan.
O indiano defende ainda que as equipes de vendas sejam recompensadas pelo desempenho coletivo, e não individual, como geralmente se faz, estimulando a solidariedade. "Dessa maneira, os ganhos são de longo prazo", comenta.
Das lições que aprendeu com os líderes das grandes corporações, a principal foi sobre como lidar com pessoas. "Esses gestores de destaque se preocupam com os desejos de quem está ao seu lado. E sempre dão uma segunda chance."
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.... Ram Charam é, realmente, uma das lendas vivas da consultoria internacional. Correção, das grandes consultorias, aquelas contratadas pelas gigantes do mundo empresarial. Como referência, para nós do blog, ele é co-autor de um livro que considero essencial para quem quer seguir a carreira na atividade de executivo no mundo corporativo e que indiquei tão logo quando a Oficina de Gerência abriu suas portas (Destaque de Livro: "Execução" ). O Dr. Charam é especialista em conhecimentos sobre o consumidor. Sugiro que as pessoas interessadas nessa relação eterna entre consumidor e produto leiam o artigo que foi publicado hoje, domingo (13/abril) na coluna "Mercado Aberto" que o jornalista Guilherme Barros (guilherme.barros@uol.com.br) mantém na Folha de São Paulo.
Para saber mais sobre Ram Charam clique
aqui (traduzido) e aqui (em inglês) para conhecer seu site pessoal ou neste link, na Wikipédia (traduzido).

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