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Umberto Eco OMRI (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016) foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro". (https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco)


quinta-feira, 24 de abril de 2008

Ministra Ellen Gracie, uma aula (magna) de liderança.

"O ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), saudou nesta quarta o novo presidente. Ele ressaltou as qualidades de grande jurista e doutrinador constitucional de Mendes. “Nada mais adequado do que ter agora na presidência do STF um grande jurista e formulador de idéias e propostas novas na área constitucional”, afirmou o ministro.
Ele também elogiou o trabalho da ministra Ellen Gracie, à frente da Corte nos últimos anos, e destacou o compromisso do Poder Judiciário com o Brasil e o seu povo. Foi um recado aos representantes dos demais poderes (Legislativo e Executivo sobre a independência dos três poderes da República."

O texto acima, extraído do site "Último Segundo", faz uma brevíssima referência à passagem da Ministra Ellen Gracie Northfleet à frente do Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte de justiça do Brasil. Sem muitas variações, o que foi publicado sobre a ministra Ellen Gracie, que comandou o STF na última gestão, não passou de umas poucas linhas nas diversas mídias que noticiaram a posse do Ministro Gilmar Mendes como novo presidente do Supremo. Salvo uma melhor pesquisa da minha parte não encontrei, sequer, fotos da ministra na "festa de arromba" que comemorou o início do novo período administrativo no STF.
Nada mais característico da velha máxima: "Rei morto, rei posto" ou em outra versão, "O rei está morto, viva o rei!". Mesmo que isoladamente, como cidadão brasileiro, quero render minha homenagem à Ministra Ellen Gracie.
Acredito que a história lhe fará justiça. Mas, por enquanto, aqui nesse cantinho da internet, quero registrar a enorme admiração pelo trabalho que Ellen Gracie desenvolveu como Presidente do Supremo. Num dos períodos mais difíceis da história brasileira, ela liderou com elegância e discrição, suavidade e urbanidade uma das corporações mais complexas e irriquietas existentes na vida pública (e privada também) brasileira.
Não se poderá negar que, durante sua gestão, o Supremo se destacou - entre os Três Poderes da República - como aquele de maior credibilidade perante o conjunto da opinião pública do país. Não é pouco.
Podem consignar que haveremos de ter saudades desse período de autoridade discreta, competência e civilidade com que se houve o STF. Aos estudantes de administração e aos líderes ou candidatos às funções de comando recomendo que estudem o estilo e a forma (ou seria fórmula?) de gerência da Ministra Ellen Gracie. Por este caminho não há possibilidade de se errar.
Foi um privilégio para o Brasil "conhecer" a Ministra Ellen Gracie ,como magistrado e como executiva. Só espero que o país saiba reconhecer sua competência e reservar-lhe - no futuro próximo - postos importantes a serviço da República.
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